Resenha: California, novo disco do blink-182 (música por música)

Autor Por Danilo Guarniero em 22/06/2016

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Falta muito pouco para o lançamento do novo disco do blink-182, California.

A revista Rocksound trouxe uma pequena “resenha” sobre o disco. Na verdade, é um faixa-por-faixa bem breve, mas que tem a intenção de tentar clarificar para os fãs como cada música está soando. Mais do que isso, só ouvindo o disco dia 1 de julho para tirarmos as nossas próprias conclusões!

Obs: eles esqueceram da primeira música “Cynical”, então usamos uma descrição baseada em coisas que os próprios Mark e Travis falaram dessa música só para a lista não ficar incompleta =)

Cynical: “Tem uma música chamada Cynical que é muito rápida, bem punk rock” (Mark); temos músicas como ‘Cynical‘ que realmente te levam para os primórdios do blink-182. Esta em questão é uma porrada, a música de abertura do disco” (Travis);

Bored To Death: o single principal do disco é uma dose massiva de um pop punk pronto para ser tocado em estádios;

She’s out of her mind: uma música bem característica do Mark, uma mistura de 1999 com 2003 que é cheia de brilho, “oh-oh” e um refrão grandioso. Eles estão dando uma aula de pop punk aqui.

Los Angeles: “Los Angeles, will you save me?” chora Matt nessa música angustiante e urgente que soa mais como uma música do Alkaline Trio do que qualquer outra nesse disco. Lá na frente, a ponte de Mark cantando “Wake me up when this war is over” dá uma quebra na choradeira do Skiba.

Sober: É uma faixa para cantar junto. As linhas vocais de Mark dançam por cima de uma bateria ressonante e um “na na nana” no fundo que foi feito para ser cantado alto por grandes públicos nos shows.

Built This Pool: uma faixa de 16  segundos. Mark construiu uma piscina pra ver uns caras pelados, você já deve conhecer agora.

No Future: Mais uma música com forte influência de Matt Skiba e um grande senso de condenação. Um punk rock rápido e inteligente com letras que incluem “They don’t care about you” e alguns gang vocals cativantes.

Home Is Such a Lonely Place: Tem violão, cordas e todo tipo de sinos e instrumentos de sopro nesta que é a música mais calma do disco. Mark e Matt harmonizam nesta baladinha cheia de texturas, murmurando: “I held you tight but not enough to hold you back.”

Kings Of The Weekend: uma música bem blink-182, com power chords, pick slides e a bateria rápida de Travis Barker. “We’re just a punk rock band” canta Mark Hoppus neste ode à coçação de saco.

Teenage Satellites: Mais uma comandada por Matt, cujos vocais misturam um pouco de Alkaline Trio, um pouco de blink-182 e adicionam alguns “whoa” saudáveis.

Left Alone: Do baixo estridente de Mark até o refrão bem inspirado em “Down”, essa traz o blink-182 clássico.

Rabbit Hole: Punk rock rápido e irreverente ataca novamente aqui, cheia de resistência com punhos cerrados.

San Diego: Uma jornada obscura em direção à psiquê do Blink em 2016. “Can’t go back to San Diego” cantam Matt e Mark antes de Skiba mandar um “I can’t sleep because what if I dream of going back to San Diego?” cheio de emoção.

The Only Thing That Matters: Mais uma de punk rock bem rápida, com Matt e Mark intercalando vocais e fazendo esta uma das faixas mais legais do álbum.

California: um final natural para as músicas “normais” do disco. “Once we had love, now it’s gone” canta Matt nessa música calma e letárgica finalização do disco em si.

Brohemian Rhapsody: uma faixa de 30 segundos com um título-trocadilho excelente fecha o disco, com resquícios do blink-182 mais antigo. Bateria bem rápida e guitarras velozes detonam. Um final pertinente.

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