10 anos de FSAS, +44 e Blink182…

Autor Por Mona em 30/07/2008

Esses foram os assuntos abordados na entrevista que o baterista Travis Barker concedeu ao MetroMix, um guia sobre a cidade de Los Angeles. Além de sair na revista, o MetroMix disponibilizou uma entrevista online, onde nela o Sr. Barker fala sobre a sua empresa, seus planos como músico e é claro fala sobre o +44 e o Blink182. Para conferir a entrevista clique aqui.

Como vão as coisas com a sua banda, +44?
“Nós nos preocuparemos mais com isso depois que eu terminar minhas gravações, e o Mark [Hoppus] terminar as duas gravações que ele fará este ano. Atualmente ele está produzindo o álbum do NFG”

Alguma chance do Blink-182 voltar?
“Eu não sei. Para ser honesto com você, eu não falo com o Tom [DeLonge] há cinco anos. Eu falo com o Mark todos os dias, ele é um dos meus melhores amigos, então, essa é a nossa situação. Eu acho que todo mundo deve ter amigos, e acho que todos nós temos que querer isso, para que aconteça.”

Para ler a tradução completa da entrevista

Então, você é fã dos X Games?
Absolutamente. Vou levar meus filhos este ano, então haverá muita diversão. Eu adoro apoiar coisas de skate, de qualquer maneira.

Quais são seus eventos favoritos?
Eu adoro assistir a categoria street do skate, e a Freestyle do motocross. Essas são as competições que eu prefiro assistir.

Algum atleta do qual você é fã?
Obviamente, eu gosto dos atletas da Famous Stars and Straps, pois os amo e tenho orgulho deles. Jereme Rogers competirá esse ano, assim como Kurtis Colamonico, então eles podem dominar.

Fale mais sobre a família FSAS. Quem faz parte dela? O que significa fazer parte disso?
Bom, nós montamos um time eclético de skatistas, BMXers, DJs e lutadores. Eu não tenho um cenário nos negócios, nem roupas para especificamente só um esporte, então não sei como as outras pessoas dirigem suas empresas. Por isso, nós somos mais como uma família. Nós vamos a shows, jantamos, eles vão para as turnês comigo, todos nós vimemos muito perto uns dos outros, e assim nos ajudamos. Eu tenho uma amizade pessoal com cada um dos membros da equipe, então é uma energia diferente da Billabong, por exemplo, onde eu duvido que o dono da empresa tenha um tempo para isso em sua agenda. É uma dinâmica diferente, nós somos uma grande família.

Você tem algum hobbie extremo?
Atualmente eu melhorei muito no skate, mas eu não era muito bom. Eu quebrei a mão uma vez, e o pé, duas, para perceber que eu precisava parar, pois era melhor como baterista. Quando isso aconteceu, me disseram que eu tive sorte por não ficar manco, ou com algum problema permanente, então não faço mais esse tipo de coisa. Embora eu ainda ame assistir a isso, tudo, desde boxe à uma mistura de artes marciais.

Famous Stars and Straps fará 10 anos. Algum plano de celebração?
Ano que vem faremos muitas camisetas, desde o começo. Escolheremos nossas favoritas e as faremos novamente. Elas virão com um pequeno documentário, mostrando todo o desenvolvimento, desde o que passamos ao que planejamos para o futuro.

Quão envolvido você está no projeto de criação?
Eu aprovo tudo. Nada é aprovado sem mim. Eu tenho uma equipe de artistas maravilhosos para trabalhar nisso, mas eu me envolvo muito. Nem mesmo uma empresa de camisetas é comprada sem a minha confirmação.

Em termos de música, o que você anda fazendo ultimamente?
Eu estou trabalhando em uma gravação solo, no momento. Provavelmente, ela terá oito músicas originais e seis remixes de outras coisas que fiz há alguns anos.

A sua versão rock remixada da música Umbrella, da Rihanna ficou quente. Isso soa como se você estivesse fazendo um álbum como o Santana, onde a sua bateria está em todas as músicas, com artistas diferentes.
Sim, é como se fosse a mesma coisa. Eu estou colaborando com artistas de diferentes gêneros, como o Game, Swizz Beatz e Mickey Avalon. Espero trabalhar com Damian Marley e Willie Nelson, será muito interessante.

Sua música, e seu jeito de se vestir, sempre ficaram entre o rock e o hip-hop. Você já recebeu alguma crítica negativa por não ficar somente em um gênero específico?
Eu sempre ouvi diferentes tipos de música, como Buddy Rich, Buck Owens, Run-DMC, A Tribe Called Quest, e nunca fui perturbado por isso, porém, as pessoas sempre pareciam desapontadas quando eu lhes dizia o que estava escutando, e não era NOFX ou Nirvana.

Como vão as coisas com a sua banda, +44?
Nós nos preocuparemos mais com isso depois que eu terminar minhas gravações, e o Mark [Hoppus] terminar as duas gravações que ele fará este ano. Atualmente ele está produzindo o álbum do New Found Glory.

Alguma chance do Blink-182 voltar?
Eu não sei. Para ser honesto com você, eu não falo com o Tom [DeLonge] há cinco anos. Eu falo com o Mark todos os dias, ele é um dos meus melhores amigos, então, essa é a nossa situação. Eu acho que todo mundo deve ter amigos, e acho que todos nós temos que querer isso, para que aconteça.