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Travis Barker concede entrevista sobre parceria com Yelawolf

Autor Por Angélica Albuquerque em 29/10/2012

Travis Barker concede entrevista ao site Earmilk

Na última quinta-feira, 25 de outubro, o site Earmilk publicou uma entrevista com Travis Barker sobre o EP “Psycho White”, uma parceria com Yelawolf.

O registro, cuja capa e tracklisting podem ser conferidas aqui, tem previsão de lançamento para dia 13 de novembro. Entretanto, o videoclipe do single “Push ‘Em” (que conta ainda com Tim Armstrong e Skinhead Rob, do The Transplants) já foi divulgado.

Abaixo, você confere a tradução da postagem na íntegra.

Travis Barker sempre foi um cara multi-projetos. Amplamente considerado como um dos bateristas mais talentosos de todos os tempos, Barker é mais lembrado por seu trabalho na cena pop-punk com o blink-182, embora essa esteja longe de ser sua única ocupação nos últimos 10 anos.

Apesar de ter lançado um álbum solo no ano passado (“Give The Drummer Some”) via Interscope Records, ele já está de volta com uma nova colaboração e um novo som.
Desta vez é Yelawolf, de Alabama, que empresta suas rimas características para as batidas de Barker, em um projeto apelidado de Psycho White. O som da dupla é agressivo e único, articulado de forma que é tão inesperada quanto agradável.

Abaixo, você pode conferir o novíssimo vídeo do Psycho White para o single “Push ‘Em”, seguido de nossa entrevista com Mr. Barker sobre seu mais recente empreendimento, e sobre o que o futuro reserva para uma das pessoas mais ativas da música.

Earmilk: Onde você está? E se você precisou dirigir para chegar a esse local, o que você dirigiu?

Barker: Respondo de meu estúdio, no Norte de Hollywood. Dirigi um Cadillac Coupe de Ville 1964.

Earmilk: O nome tem algumas conotações que vieram com ele – isso foi intencional, quando vocês escolheram o nome? Qual é a história por trás do nome “Psycho White”?

Barker: Sim, o nome é meio doidão, mas o projeto também é. Yela e eu estávamos em estúdio e surgiu a canção “Push ‘Em”, e Newport (chapa do Yela) ouviu e ficou tipo, “isso foi feito por algum menino branco psicopata”. O nome pegou. Nós nunca olhamos para trás, apenas para frente. Qualquer pessoa que conheça tanto o Yela quanto eu ou de onde viemos sabe que estamos longe de sermos racistas.

Earmilk: Você participou de diversos projetos, além de ser um membro do blink e de estar prestes a fazer o caminho de volta para o Box Car Racer e The Transplants a qualquer momento. Você se considera um membro do blink-182 em primeiro lugar, com todo o resto de lado? Se assim for, as coisas estão estão mais calmas com o blink para que isso tenha mudado?

Barker: Eu sempre fui um membro do blink desde quando eu me juntei ao grupo há anos. Eles são meus irmãos. Entretanto, os projetos paralelos são uma obrigação. Eu adoro trocar ideias e fazer colaborações. Fazem com que as coisas continuem interessantes, já que eu amo diferentes estilos musicais.

Earmilk: Você trabalhou com diversos vocalistas e rappers ao longo dos anos – com quem você ainda não gravou e gostaria de fazer isso no futuro? (Você pode apontar quem você quiser, mas seria mais bacana se a pessoa não estivesse morta.)

Barker: 2 Chainz e eu seria uma ótima colaboração. Eu adoraria trabalhar com Elvis Costello ou com o Sting também. Willie Nelson, Damien Marley, Prince, a lista poderia continuar e ser infinita.

Em tempo, você pode descobrir como nasceu o EP ao clicar aqui.