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Tom DeLonge: “O blink-182 está no meu DNA”

Autor Por Danilo Guarniero em 06/03/2017

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Recentemente, Tom DeLonge recebeu o título de Pesquisador de OVNIs do Ano (você leu aqui) e gravou um vídeo agradecendo – no qual ele também deixou claro que esse é só o começo. Em entrevista para o San Diego Tribune, ele comentou a respeito desses planos futuros, incluindo mais livros e o filme Strange Times, sobre um grupo de skatistas que têm também como hobby investigar eventos paranormais. Ele também lançará outro livro, “Sekret Machines: Gods”, primeiro de uma trilogia investigativa cujos próximos serão “Sekret Machines: Man”“Sekret Machines: War”.

Mas tudo isso só foi (e será) possível porque DeLonge abriu mão do blink-182 para se dedicar integralmente à sua empresa de entretenimento To The Stars – apesar dele nunca falar disso como se fosse algo decisivo, deixando em aberto a possibilidade de voltar à banda a qualquer momento.

“O blink-182 está no meu DNA. Falo um pouco com o Travis e a gente tenta ver como e quando isso vai voltar a fazer sentido… não é como se eu tivesse saído permanentemente. Eles têm alguém fazendo meu trabalho por mim no Blink porque eu estou muito ocupado. Se eu quisesse, poderia voltar à banda em questão de dias.”

Não podemos esquecer que, apesar de tudo, DeLonge ainda detém direitos sobre o blink-182. De maneira legal e de negócios, ele nunca de fato saiu da banda. Como ele mesmo diz, “a banda ainda é minha. Tudo relacionado ao blink-182 ainda é meu, do Mark e do Travis.”

Quando perguntado se ele sente falta da banda, ele não escondeu, mas fez ressalvas:

“Ah, sim. Eu sinto falta do nosso relacionamento, crescimento e os momentos loucos. Mas eu não sinto falta do esforço que era necessário. Claro, toda banda precisa se esforçar, então você precisa amar tando que tolera esse esforço. Estar em turnê estava sendo esforço demais, eu não amava o suficiente. Tocar as mesmas músicas todas as noites, mover seu corpo com a guitarra da mesma forma… eu sentia que parecia forçado, falso. ‘Toma aqui essa mesma música, de novo — 1, 2, 3, 4!’ Eu me sentia um robô.”

Como ele mesmo disse, é preciso amar tanto que o esforço vale a pena. E parece que tudo o que ele vem fazendo atualmente dá trabalho, mas é o que ele está sinceramente amando fazer:

“O esforço que estamos fazendo para lançar o que vou anunciar em breve, além de todos esses livros e o filme é surreal. De longe, é a maior coisa que já fiz na vida. Maior do que qualquer coisa que já fiz com a banda.”

De acordo com DeLonge, esse anúncio é “animador e estressante” por ser enorme e pelo conteúdo que ele conhece. Dentro dos próximos 60 ou 90, todos saberemos sobre o que ele está falando. Por enquanto, ele não revela nada além de: “Acho que é uma oportunidade de afetar o mundo de uma maneira muito grande.” 

E completou: “As pessoas vão perceber que eu estive falando a verdade o tempo todo.”

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