Tom DeLonge ainda quer que o blink-182 seja parte de sua vida

Autor Por Danilo Guarniero em 03/09/2015

Blink-182 Brisbane Australia 2013 - Tom DeLonge

Depois de desabafar em uma entrevista à Billboard que gostaria de voltar ao blink-182, Tom DeLonge comentou mais uma vez sobre seus companheiros Mark e Travis, dessa vez em entrevista para a NME. Em adição ao que já tinha dito, DeLonge falou que é grato pela banda e pelos fãs, reconhece que sem os fãs de blink-182 ele não seria nada e revelou também que não conversou com Hoppus e Barker desde a sua saída da banda.

“Eu amava aquela banda. Aquilo sou eu. Eu dei o nome à banda – isso veio de mim,” disse Tom. “Estar no blink-182 pode não ser a única coisa na minha vida, ou ser a prioridade principal. Mas pode ser parte da minha vida? Com certeza. Eu amo essa banda. Eu nunca poderia fazer nada do que estou fazendo agora sem os fãs dessa banda. Se eu não tivesse os fãs do Blink, eu não existiria.”

Em outro trecho, ao ser perguntado se voltaria para a banda se Mark e Travis convidassem, ele diz que voltar para o blink-182 não é simplesmente uma questão de ser convidado, mas sim de todos estarem na mesma página e com as agendas batendo.

“Ah não, é muito mais complexo que isso. É preciso que as coisas encaixem no roteiro de todo mundo, na vida de todos. Acho que se tudo o que estamos trilhando agora se conectarem no mesmo ponto no futuro, geralmente um local e data, então estamos bem.”

Ele adiciona ainda: “Para mim é questão de agendar as coisas. Neste ponto da minha vida, tenho 10 coisas para fazer, e essas 10 coisas são muito importantes e estou apaixonado por elas nesse momento – mas eu fiz parte dessa banda por 25 então, sabe, me deem um tempo! É difícil estar em uma banda porque todo mundo tem vidas e prioridades diferentes, e se elas não coincidem, as pessoas ficam furiosas, magoadas e desconfiadas, isso me inclui.”

A propósito, eles nunca se falaram depois da saída de DeLonge da banda, como ele diz neste trecho: “Nós não conversamos desde que tudo isso aconteceu, mas não é anormal. Os Rolling Stones poderiam ficar três anos sem se falar e então Mick e Keith voltariam se abraçando e dizendo o quando um sentiu falta do outro. É assim que funciona.”