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Tom DeLonge comenta a evolução de seu som durante a carreira

Autor Por Danilo Guarniero em 16/08/2016

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Em um novo vídeo, parte do documentário “Pursuit Of Tone”, Tom DeLonge falou sobre a evolução do som que ele tirava na guitarra desde os primórdios do Blink até atualmente. Desde a guitarra Stratocaster da Fender até chegar na Gibson que passou a usar no início dos anos 2000.

O guitarrista mostrou os equipamentos que utilizou no começo do Blink, guitarra e amplificadores, e mostrou que estava se sentindo limitado. Quando montou o Box Car Racer, partiu para a guitarra que “começou sua mudança”, como ele mesmo diz.

É aquela saudosa Epiphone ES-333 vermelha, cheia de adesivos de bandas de hardcore e punk rock que Tom cresceu ouvindo. Aliás, ela ainda não está aposentada: Tom DeLonge utilizou essa guitarra no disco The Dream Walker (AVA) também. Ele conta que, por ser “semi-acústica”, você pode sentir a vibração dela enquanto toca, mas era grandioso e parecia um trabalho de arte por si só.

Quando ele decidiu que era isso que queria, ele arranjou seu próprio modelo: uma Gibson ES 335 marrom com faixas creme no meio que todos nós conhecemos. Depois de um tempo, ele passou a não gostar de como ela era tão novinha e bonitinha, então começou a fazer pinturas, jogar spray e queimá-las – mas, como ele disse, é preciso ter cuidado para fazer isso por conta própria, porque quando você coloca perto do fogo, a pintura é inflamável. “Você precisa ser um vândalo profissional para chegar nesse efeito,” e finaliza, brincando: “fica legal pra caralho. Parecer legal é tipo 90% de toda música. Às vezes é até 93%.”

“Pursuit Of Tone” com Tom DeLonge vai ao ar no próximo dia 19 e promete passar a limpo toda a história de sua carreira, do blink-182 até seus projetos atuais. Veja outro trecho já lançado:

Em novo vídeo, Tom DeLonge fala sobre a música “Stay Together For The Kids”