Posts Tagged ‘entrevista’

Entreviste o Blink-182!

Thursday, August 26th, 2010

Oportunidade concedida pelo site da Rock Sound:

Enviem suas perguntas, em inglês para o email: rsvp@rocksound.tv com seu nome completo e de onde você é. Se o pessoal gostar, sua pergunta estará na próxima edição da Rock Sound Magazine. Vocês tem até hoje para enviarem!

Mais uma entrevista sobre o Blinkumentary

Tuesday, November 24th, 2009

O site tomsangels.com fez uma entrevista com Haven and Matt da Handsome Randsome sobre o Blinkumentary. Confira abaixo a tradução da mesma:

blinkumentaryinterview

Como vocês entraram no ramo de vídeo?
Com uma câmera, uma boca espeta e sendo legal, até Shaft conseguiria. Falando sério, é só se inspirar, aprender sobre seu trabalho, definir e perseguir suas metas. Qualquer um pode fazer isso.

Qual é a sua formação educacional?
Matt: Eu estudei vídeo e som em Londres.

Haven: Escola e algumas faculdades, uma delas eu estudei filmagem. Alguns trabalhos estranhos que eu nunca mais quero trabalhar ajudaram no meu aprendizado também.

Vocês sabem como o documentário será dividido em capítulos, seções e segmentos?
Sim

Foi fácil de levar a idéia para Mark, Tom e Travis?
Nós chegamos neles com uma idéia inicial mas todos ficaram empolgados mesmo com esse filme quando mostramos um trecho visual da nossa idéia.

Só vocês dois filmaram? E quais foram os desafios que vocês enfrentaram durante a gravação?
Sim, só nós dois filmamos ele. Alguns desafios foram aqueles mosh pits loucos e quando nós mandamos para o fabricante uma câmera que colocamos na bateria do Travis. Ela ficou em pedaços, mas as imagens ficaram épicas.

De onde o Blinkumentary começa?
Desde o anúncio no Grammy.

Vocês têm alguma história sobre fãs loucos ou encontros de fãs durante as filmagens?
Um dos fãs que nós conhecemos tinha exatamente as mesmas tattoos do Travis no seu peito, foi demais. Nós também nos encontramos com um fã suéco de 65 anos que foi pego bêbado em um elevador em Las Vegas. Uma garota também pediu as meias do Haven em Los Angeles. Elas não tinham sido lavadas há dias!

Vocês já haviam viajado como dessa vez antes? Como foi?
Fizemos algumas turnês, mas nada nessa escala antes. Foi como um mundo de fantasia. A energia que os fãs tinham a cada show e assim de Dumpweed começava. Eram 90 minutos de insanidade e no dia seguinte tudo iria começar novamente! Foi uma maneira maravilhos de passar o verão.

Quais foram seus aspectos favoritos e os que menos gostaram de cair na estrada e fazer essa turnê?
Haven: A parte que eu menos gostei foi tomar banho em algum trailer em Pittsburgh e lá não ter toalha. Quando eu saí tinha uma mulher velha fumando um cigarro com todas as cortinas fechadas e esperando por mim. Foi estranho, eu saí de lá rapidamente! A minha parte favorita foi poder estar com todas aquelas pessoas que estavam nos shows, cada um está lá por causa da música. Eles podiam estar lá para trabalhar ou apenas para curtir, mas ainda assim a música está recompensando-os ou apenas o prazer de ver sua banda favorita fazer o que sabem.

O lançamento do documentário está planejado para coincidir com o lançamento do próximo álbum do Blink?
Está a ser determinado.

Estão gravando o Blink durante o processo de gravação do álbum?
Sim, estamos!

Vocês poderiam nos explicar o enredo principal do projeto?
Partes iguais de coisas sensacionais com um toque de humor e queijo de cabra. Servido em um prato de sonhos de criança. Acompanhado por um incrível pedaço de celulóide.

Nós exploramos o passado, presente e futuro da banda. A reunião e a turnê de verão. O novo álbum e as vidas pessoais de cada membro da banda.

Quanto do documentário é filmado em shows em comparação com filmagens do backstage e entrevistas?
Difícil dizer nesse momento, mas terá bastante de ambos. Vai ter o suficiente pra todo mundo. Até mesmo Tiny Tim vai ter conseguir uma mordida!

Show do Blink-182, uma nova do Travis e mais fotos.

Friday, October 2nd, 2009

O skatista Tony Hawk confirmou pelo seu Twitter que o Blink-182 fará um show no Stand Up For Skate Parks. O evento acontece em Beverly Hills na Califórnia e em Las Vegas no estado de Nevada, o trio tocará na primeira cidade no dia 11 de outubro. O Stand Up For Skate Parks é uma festa que recebe atrações de skate e bmx, incluindo o próprio Tony Hawk, jogos eletrônicos, leilões, tudo isso para promover a construção de pistas de skate para jovens em comunidades de baixa renda.

A novidade do Travis é que ele está finalizando mais um remix. Em seu Twitter ele disse que é para o grupo de hip hop formado pelos rappers Crooked I, Joe Budden, Joell Ortiz e Royce da 5’9″. Ainda nesse tweet pode-se ler que ele já está tendo outra idéia.

E o The Cobra Snake não para de clicar os shows do Blink-182, para conferir mais fotos de dois shows da banda clique na imagem abaixo.

E só para avisar, o Action182 está traduzindo esta matéria que contém palavras do Tom DeLonge sobre o Blink-182 e o AvA. Aguardem.

Entrevista com o Tom (TRADUZIDA!)

Tuesday, August 25th, 2009

O Tom é capa da edição da revista Aquarian dessa semana, que trás uma excelente entrevista, onde ele fala sobre a reunião e a turnê do Blink-182, Modlife, sobre o próximo álbum e filme do AVA, entre várias outras coisas.

Abaixo você confere a tradução da entrevista. Boa leitura!

Quatro anos se passaram desde que Tom DeLonge, Mark Hoppus e Travis Barker dividiam um palco juntos, mas no Grammy Awards desse ano, os membros do Blink-182 estiveram juntos e anunciaram que iriam voltar a tocar juntos. O trio, que tinha desavenças depois da repentina saída de Delonge, voltaram a se comunicar após o acidente de avião envolvendo Barker. Uma separação se transformou em reunião.

Claro, os três foram para projetos diferentes. Os mais notáveis foram o Angels & Airwaves, liderado por DeLonge, e o +44 de Hoppus e Barker. Mas Hoppus produziu inúmeras bandas, Barker esteve trabalhando em projetos de hip-hop com o DJ-AM, e DeLonge é o dono da companhia de calçados Macbeth e do site Modlife.

Agora, com todos os compromissos de lado, a banda se concentra na turnê pelos EUA com Weezer e Taking Back Sunday, no que rapidamente se tornou uma das turnês de maior sucesso em décadas. DeLonge explica.

Como a turnê está sendo? Como está a energia?

Essa turnê está insana. É de alguma forma a maior turnê desse verão. Esta noite mesmo (Pittsburgh), são umas 20.000 pessoas, esgotado. Na noite passada, foram umas 23.000 também. É louco pra caralho. Ninguém entende porque as piadas sobre pintos ficaram tão populares. Eles estão enviando cientistas da NASA para descobrirem o porquê de serem tão populares. Mas a turnê está incrível e a energia está demais. Nós estamos tocando melhor que nunca e estamos nos divertindo muito. Nós nem nos lembramos as merdas que nós dizemos.

É um sentimento válido? Eu sei que várias turnês não estão indo muito bem. É tipo, “Merda, eu deveria ter feito isso há dois anos”?

Eu sei, vocês poderiam pensar assim. Para te dar uma idéia, os promotores montaram os shows pensando que iriam umas 8.000 pessoas por noite. A média dos shows é 20.000 pessoas por noite. Ninguém pensou nisso, então não ficamos pensando “Porra, nós deveríamos ter feito isso antes”. Nós voltamos porque o Travis sofreu aquele acidente e nós pensamos que seria bom tocar música juntos novamente. Mas demos um passo de cada vez e nós estamos nos divertindo bastante. É ótimo. Eu sou humilde em relação a isso, sério, porque nós ainda somos apenas uma banda punk no coração. A banda existe por quase 20 anos agora eu acho, bem, nós nos separamos, mas nós estivemos por aí por quase 20 anos. É incrível ver tudo isso agora. Nós estamos muito, mas muito felizes que isso está dando tão certo. Está deixando a reunião muito elétrica.

Você mencionou o acidente. Foi um momento que vocês perceberam que deixar o Blink em um hiato indefinido não foi a melhor coisa?

Não, não foi assim. Sinceramente, eu acho que há alguns anos atrás nenhum de nós esperava que tocaríamos juntos novamente. Eu ainda tenho o Angels & Airwaves e nós lançaremos um álbum e um filme em fevereiro. Mark continua produzindo todas essas bandas diferentes. Travis tem um grande projeto de hip-hop que ele esteve trabalhando no ano passado – e ainda tem o TRVSDJAM. Todos nós temos essas coisas que amamos e vieram para fazer parte de nossas vidas. Não é como se nós quiséssemos que isso acontecesse. Agora eu acho que todos nós vamos tentar resolver – como vamos encaixar isso tudo? É o maior problema (risos). Eu estou fazendo malabarismo porque o Angels & Airwaves é uma coisa de tempo integral para mim.

Vocês já finalizaram o filme e o album?

O filme está sendo editado agora. Esperamos entregá-lo para a Sundance em setembro, então o plano é que a estréia seja em janeiro e nós esperamos que ele saia nos cinemas IMAX em fevereiro. Mas não sabemos. Nós temos um longo caminho para planejar e deixar tudo pronto. Vamos ver o que acontece.

Pelo que eu me lembro, era originalmente “I-Empire” e agora será o filme “Love”.

Isso aconteceu três vezes. Nós queríamos fazer algo que envolvesse um documentário e o cinema, mas o documentário ganhou vida sozinho, porque era uma grande história. Eu estava enfrentando muitas coisas naquele momento – a separação do blink e o uso de drogas. E acabou sendo esse grande projeto. O documentário chamado “Stat The Machine” saiu e nós começamos o filme atual. Estávamos pensando em “I-Empire” e esse era o objetivo. O filme estava muito bom. Melhor do que todos nós imaginamos, sério. E nós continuamos trabalhando nele. Agora, no meio do caminho do “I-Empire” nós pensamos, “não podemos deixar ele sair com esse álbum porque temos muitas coisas para fazer nesse filme”, e aí nós começamos a negociar para fazer tudo ser de graça, para podermos lançar o álbum e o filme gratuitamente. Nós estamos em um momento perfeito da nossa carreira com a banda para fazermos algo tão ambicioso como isso, então estamos muito animados.

Era originalmente uma espécie de coleção de vinhetas conectadas ao tema “I-Empire”. Ainda são vinhetas?

É difícil descrever. A história é sobre um cara que é enviado à uma estação espacial internacional e ele é deixado lá como uma cápsula do tempo humana. Ele encontra arquivos digitais da vida das pessoas na nave. É assim que essas vinhetas são. Há um diálogo. Começa na guerra civil. Tem muita ficção científica. Nós amamos filmes como “2010” e “Solaris” e esse tipo de filmes que você senta e eles te levam para algum lugar. É uma obra de arte, e eu não pensaria necessariamente em um monte de crianças populares da escola indo assistir o filme. Acho que poderia haver adultos, jovens e pessoas que realmente estão interessadas em cinema. Eu não sei como descrever porque isso não foi feito por nenhuma banda há um bom tempo porque é muito difícil de lançar. Estamos usando os mesmos designers que Darren Aronofsky, nós estamos usando editores Oliver Stone. É um bom negócio.

O orçamento está saindo do controle?

Eu acho que o que aconteceu foi que depois de três anos filmando todas essas coisas nós conhecemos várias pessoas incríveis, nós mostramos as cenas e contamos a história, daí eles assinaram embaixo e começamos na semana seguinte. É uma daquelas coisas raras quando todos querem trabalhar com ela, não por causa do orçamento, mas sim pela filosofia da coisa toda. “Love” vai sair no dia dos namorados, e não é aquela coisa de namorado/namorada. É mais como uma coisa da humanidade. É o que o AVA representa. Angels & Airwaves é uma banda construída a partir desse componente espiritual que eu acho que os jovens e as sociedades mais jovens estão começando a entender. Angels & Airwaves é uma banda interessante, e as pessoas irão descobrir mais sobre isso ano que vem. Nós estivemos envolvidos em várias coisas bem interessantes e eu acho que as pessoas irão descobrir em breve.

Tem um escritor da faculdade que fica me enchendo para ver os Flaming Lips e Animal Collective e essas bandas indies, e a última coisa que eu imaginaria que ele me pedisse era pra assistir um show do blink-182, mas ele pediu. Seus fãs cresceram junto com vocês em algum aspecto?

É uma pergunta estranha. Todo dia eu tento descobir, quem são todas essas pessoas aqui? Eu tinha 16 anos quando o blink começou, então eu estou pensando nos nossos fãs no momento em que nós realmente ficamos populares. Eu tinha 22 ou 23 anos e um monte de fãs tinham uns 16 anos, então eu poderia presumir que agora, em 2009, a maior parte dos nossos fãs devem ter mais de 20 anos. Mas não (risos). Eu não sei cara, é estranho. É difícil analisar um público quando você está olhando para 20.000 pessoas. Parece que as pessoas tem entre 17 e 25 anos, o que significa que as pessoas que eram mais novas quando o Blink estourou, estão agora levando seus irmãos mais novos aos shows. Blink é um fenômeno que se misturou com o estilo de vida do subúrbio de um modo que nenhuma banda fez. Poderia ser o novo Grateful Dead mas para um público diferente. Nós poderíamos viajar por aí e tocar para esses adultos jovens pelo resto das nossas vidas (risos) Eu não sei.

Eu não sei se esses fãs de 17-20 anos estão seguindo o ônibus de vocês por aí, mas eles estão acompanhando os passos pelo modlife. Você começou com ele há um ano, certo?

Nós estivemos construíndo ele por três ou quarto anos. É a simplesmente uma das coisas que eu mais tenho orgulho na minha vida, pois é realmente revolucionário. Nós temos várias maneiras de ajudar as bandas a, não só crescerem e ajudar no financeiro, mas também fazer o trabalho deles ficar mais interessante. E estamos seguindo em frente. Nós ainda temos umas 20 bandas pequenas na nossa lista, mas nós acabamos de lançar o Korn e o White Stripes. Temos alguns grandes artistas com a negociação em estágio avançado e estão na lista, mas não posso falar sobre isso. Claro que o AVA está nessa. O Blink não está lá, mas nós acabamos de voltar e não vamos forçar nada goela abaixo das pessoas, sabe. Nós criamos uma plataforma livre para os artistas e protege tudo que eles têm, mas os dá a chance de receberem inscrições, ganhar dinheiro com publicidade, pay-per-view, vendendo músicas, filmes, fazerem transmissões ao vivo, salas de chat interativas, festas e encontros VIP, vendas de ingressos. É louco. 8 em cada 10 fãs sempre continuam voltando. O nível de satisfação é enorme. Porque pela primeira vez, um artista pode pegar uma câmera de Idaho e falar para 10.000 outros fãs. Nós estamos muito contentes. Estamos conversando com a NASCAR, artistas de música country, poetas, autores e universidades que estão fazendo expedições. Acho que o Modlife tem uma grande chance de ser algo revolucionário. O artista acaba aproveitando 75% de cada dólar que ele ganha e eles não têm despesas, eles têm direito sobre tudo. Com certeza isso está irritando as gravadoras.

Falando no Blink, “Up All Night” está quase pronta, mas vocês não tem controle, se tocarem ela ao vivo, cairia no YouTube. Esse tipo de problema acontece com o modlife?

Quando você leva em consideração como um artista ganha dinheiro, percebe que são de várias formas. E uma dessas formas do artista ganhar dinheiro é quando seu material é reproduzido no YouTube, mas tentar juntar todo esse material é muito difícil. Modlife mantém tudo centralizado. Tudo está em sua própria página no site. Quando nós fizemos a música do Blink, estava quase finalizada, nós ficamos preocupados pois seria reproduzida em vários lugares e não teríamos controle sobre isso. E nós ficamos preocupados também, pois a primeira impressão não seria de que tivemos um trabalho duro para gravá-la. No estúdio você pode fazer algo realmente especial. Dois meio-termos: um é criar a arte, e o outro é divulgá-la. Eu sempre sinto que você deve anunciá-la depois que você a criou.

Você sente que escrever a música contribuiu para vocês, criativamente falando?

Acho que sim. A melhor parte foi cair na estrada e experimentar o que uma banda faz com as outras pessoas. A música está incrível, por falar nisso. Está provavelmente no entre as 3 melhores músicas que nós já escrevemos. Demais. Mas nós primeiro voltamos juntos e mostramos uns aos outros o que nós aprendemos e nos envolvemos e chegamos em um acordo, com certeza.

Você precisa dividir sua cabeça entre o Angels e o Blink? São duas metades agora?

É o que eu tento explicar para as pessoas. Eu estou inteiramente nas duas bandas, mas as pessoas acham que eu penso com duas personalidades. Eu leio livros sobre política, leio livros sobre história alternativa, eu estudo. São coisas que eu faço para me educar sobre o mundo a minha volta. Mas no meio disso eu conto piadas idiotas, fico maluco e ajo como um imbecil com os meus amigos. Não é como se eu estivesse com um cachimbo e usando uma gravata. Eu ainda gosto de piadas de pinto. É muito engraçado como as duas bandas são. Antes de um show com o Angels & Airwaves é muito diferente. Pessoas contam piadas como se estivéssemos em uma igreja com pessoas chorando, têm lasers e é super épico. Já com o Blink eu detono o Van Halen e fico muito bêbado e vemos o que acontece.

Há preocupação pelo fato de você estar envolvido em tantos projetos? Você se sente mais como um cara de negócios do que um artista às vezes?

Não, porque o legal é que eu tenho muitas pessoas comigo. O Modlife é operado por um dos caras que começou o “Guitar Hero” e o “Rock Band”. Tem várias pessoas legais administrando as coisas. Eu sou como um visionário, mas eu realmente sou um músico. É com isso que eu gasto a maior parte do meu tempo. Tenho algumas reuniões por semana onde eu posso contrubir, mas eu normalmente causo mais estragos do que ajudo. O Angels & Airwaves toma quase todo o meu tempo. Agora que o Blink voltou, nós só temos uma coisa em mente, e essa coisa é a turnê. Então veremos o que acontecerá após essa turnê para ver quais são os próximos planos. Estamos falando precipitadamente sobre a Europa, óbviamente estamos falando sobre o próximo album, mas tem que se encaixar na rotina de cada um, e todos temos nossas próprias coisas e elas não irão acabar, então temos que calcular tudo.

E o que há de novo com a Macbeth?

Bem, a Macbeth está indo muito bem. Nós fizemos tênis em parceria com o Mike Dirnt, do Green Day. Estamos muito animados em relação a ele. Eu tenho este novo que eu estive trabalhando no ano passado que se chama “The Brighton” e acabou de ser lançado. Levou anos para as pessoas entenderem que você pode criar uma companhia de calçados baseada em música e esta é provavelmente uma idéia tão esquisita quanto a idéia de criar uma marca de calçados esportivos chamada Nike (risos). Mas nós realmente prometemos fidelidade aos nossos modelos clássicos que nós criamos. Nós baseamos todos nossos calçados em coisas que os músicos amariam, ou pelo menos o nosso estilo de músicos. Dos Adidas Samba, ou o Converse Chuck Taylor. Coisas que os punks e músicos alternativos irão usar sempre. Nós fazemos coisas para bandas como Muse e My Chemical Romance. Nós fizemos um ótimo trabalho de caridade com eles. Temos artistas legais que trabalham junto conosco. Tegan & Sara, aquelas garotas do Canadá. As coisas delas são tão modernas. Nós somos pequenos, mas crescemos com a pior economia de todas. Estou muito feliz.

Tenho certeza que vocês têm um plano provavelmente para daqui uns 18 meses. Se você está conciente disso ou não, onde você se vê daqui 5 ou 10 anos?

Meu maior medo é de ter duas bandas gigantes (risos). Eu não conheço mais ninguém que tenha feito isso e isso me assusta, pois o que eu quero fazer é simplificar. Agora eu estou com 33 anos e tenho 2 filhos. Não tenho certeza… não sei. Em 5 anos eu vejo o Angels & Airwaves como uma banda de rock gigante fazendo tudo o que quisermos, do cinema à tecnologia e um monte de coisas diferentes, artísticas e ambiciosas. Essa banda será pioneira. Com o Blink, se nós fizermos o álbum direito, nós poderemos lotar estádios. Essa turnê prova isso. Eu realmente acho. Talvez não, mas pra mim parece que esse é o caminho. Mas terá que ser um álbum bom, e nós temos que nos focar nisso. Então eu acho que nos próximos 5 anos, eu poderia ter essas duas coisas que serão monstruosas, mas ao mesmo tempo serão igualmente gratificantes. Sabe, eu realmente não sei. Eu te chamo daqui 5 anos e te conto (risos).

Tony Hawk entrevista Tom Delonge

Monday, June 29th, 2009

A entrevista foi dada para o Dissent TV do site Shredordie.com. Confira abaixo:

Dissent TV: Tony Hawk with Tom Delonge of Blink 182 from DissentTV

“É ótimo dizer: ‘Eu sou o Mark do Blink182′.”

Saturday, May 2nd, 2009

Mark com a gripe suína? Nada disso, apenas uma leve inflamação na garganta! E ontem quando Mark chegou no estúdio ele encontrou essa declaração de amor do Travis:

Óbvio que essas não são as principais notícias sobre o Mark. Lembram quando ele foi para a Austrália e deu algumas entrevistas por lá? Pois bem, essa semana a Blunt Magazine com a matéria sobre o baixista foi publicada. A revista traz duas páginas com o Mark, uma delas com a entrevista, confira abaixo os scans da revista e no final do corpo desse post a tradução da entrevista:

Thanks to www.blink-182online.com

Quanto ao David, ele apareceu na Modcam no dia 15 de abril e falou sobre o dia que ele anunciou a volta do Blink-182. Confira o vídeo abaixo:

Estamos providenciando a tradução do áudio desse vídeo.

Saiu mais um pedaço do Fix Your Face Vol. 2 da dupla TRV$DJAM. Travis atualizou seu Twitter com o link. Para baixá-lo clique aqui.

E a última notícia vinda do Modlife é da mais nova banda a integrar o site. Confira aqui a página do KoRn.

___________________________________________

Tradução: pan182

Blunt Magazine: Porque o Blink 182 se reuniu depois de todo esse tempo?

Mark Hoppus: Eu acho que depois do acidente do Travis, nós ficamos juntos apenas como amigos, conversando. Acho que nós todos sentíamos falta do que tínhamos juntos. Nos quatro anos passados todos tiveram a chance de crescer e fazer as coisas que precisávamos e que queríamos fazer. Acho que todos nós estávamos no lugar onde nós queríamos o Blink denovo.

BL: Como a recuperação do Travis está indo?

MH: Travis está indo bem. Ele voltou a tocar sua bateria hoje, e eu estou muito empolgado por isso!

BL: Tom Delonge mencionou em algumas entrevistas do Angels & Airwaves depois da separação que o Blink era infantil e embaraçoso. Como você encara esse desgosto?

MH: Basicamente, todos nós dissemos coisas que não queríamos dizer nas entrevistas. Nós damos risada sobre isso agora. “Hey, e aquele monte de merda que nós dissemos uns para os outros nas entrevistas”. Tinham coisas que os dois lados diziam que não poderiam ter sido tratadas de outra maneira, mas acho que as pessoas gostam de um drama mais que tudo. Eu me lembro de fazer a primeira entrevista pelo +44 e o entrevistador continuava falando sobre Blink e Tom; “Tom disse isso” e “Tom disse aquilo” e realmente tentando atiçar alguma coisa. Travis disse: “Olha, foda-se Tom Delonge, vamos falar sobre nossa banda, que estamos fazendo agora. Vamos falar sobre nosso novo projeto. Ele tem as coisas novas dele e nós temos as nossas e está tudo bem.” As citações, claro, eram “Foda-se Tom Delonge!” [risos]. Pessoas gostam de um drama, e eu mais que todos. Nós apenas deixamos isso tudo isso rolar.

BL: O que o futuro aguarda para o +44 e o Angels & Airwaves? Elas vão continuar?

MH: Acho que sim. Eu amo o Shanne e o Craig. Eles são grandes guitarristas e bons amigos e eu adoraria fazer outro álbum com eles. Os planos do Tom são de continuar com o Angels & Airwaves com competência, mas agora todos os nossos esforços estão no Blink.

BL: Vocês já começaram a escrever para um novo álbum?

MH: Nós começamos a gravar idéias. Eu tive várias idéias que eu estive trabalhando como a gravadora estava pedindo por um projeto solo e também por um próximo álbum do +44. Tom teve algumas idéias também, então nós pulamos pra dentro e começamos a trocar idéias!

BL: Então como vocês determinam qual idéia vai funcionar pra cada banda?

MH: Ainda está no começo, então nós estamos sentindo as vibrações. Tem uma música que Tom trouxe como uma música do Blink e nós começamos a trabalhar nela, mas não parecia com uma música do Blink. Até mesmo o Tom achou isso e ele disse, “Eu não acho que isso soa como Blink. Isso soa como uma música do AVA.”. E eu e o Travis estávamos tipo, “É, você está certo”. Então essa provavelmente vai ser uma música do AVA. Tudo que eu tenho eu estou trazendo para o Blink, tudo que o Tom tem ele está trazendo para o Blink e o Travis está apenas tocando bateria, como sempre! Na verdade o Travis está mais do que escrevendo (por enquanto). Ele sempre escreveu conosco e foi incrível com os arranjos, e ele sempre vem com os mais impressionantes ritmos. Coisas que você nunca iria pensar. Mas ele é muito mais do que progressoões de acorde, composições nos teclados e batidas na bateria agora. É muito legal porque todos estão realmente trabalhando juntos em todos os aspectos da música.

BL: Como as influências da banda tem mudado com o tempo? Blink obviamente veio de um longo caminho, musicalmente, do estilo punk do Descendents no Cheshire Cat para o Self-Titled. O que inspira vocês agora?

MH: Eu realmente não sinto que nós somos uma banda de punk rock. Eu sei que temos fundamentos de punk rock e essa é a a essência do que nós somos. Na verdade não, eu vou voltar! Nós somos uma banda de punk rock! Acho que nós expandimos nossa visão do que o punk rock é. Eu acho que o novo álbum vai ser uma combinação de um monte de coisas diferentes. Essa é a magia do Blink-182. Eu acho que o Blink está no seu melhor quando todos nós temos idéias diferentes. Tom é muito imponente com suas metas. Ele é muito ambicioso: ele ouve U2, Coldplay, The Police e The Who. E acho que eu trago um elemento de coisas mais ‘indie’; bandas menores que talvez um monte de pessoas não conhecem. Travis está em todo o mapa musical. Ele virá no estúdio um dia e estará falando sobre uma banda chamada The Glitch Mob e depois, no outro dia vai estar todo “Eu amo aquele álbum das T.a.t.u” Quando os três estivermos juntos, acho que será uma estranha mistura de tudo isso.

BL: Você recentemente produziu o álbum do New Found Glory e está prestes a produzir o Motion City Soundtrack. Como você ficou do outro lado da mesa de mixagem?

MH: Eu nunca estive planejando produzir. Eu sempre gostei de descobrir novas bandas, descobrir novas músicas e tentar ajudar outras bandas que eu pensava ter muito talento e que não estivessem recebendo a atenção que mereciam. Eu realmente adorei o primeiro álbum do MCS, “I AM The Movie”, e nós colocamos eles na nossa turnê pela Europa e Japão. No final eles perguntaram se eu estaria interessado em produzir o próximo CD deles. Eu nunca produziria uma banda antes, mas eu amo muito estar em estúdio e eu amo tanto o processo de criação que eu trabalhei no álbum deles. Eu amei e depois outras bandas começaram a vir. É algo que eu realmente tenho o prazer de fazer.

BL: Em 2009, o Pop-Punk está de volta de uma grande forma. Como é ter bandas que estão com muito sucesso como o All Time Low, creditar o Blink como a razão deles existirem? Blink tem inteiramente o legado.

MH: É realmente incrível, é realmente louco. O estranho é que eu acordei há alguns dias atrás e percebi que “What’s My Age Again?” tem 10 anos! É 2009 e ela foi lançada em 99! Com as bandas, Panic At The Disco disseram que começaram como uma banda cover de Blink e All Time Low disseram que são grandes fãs. Um monte de bandas que estão aparecendo agora e mandando muito bem estão citando Blink com inspiração. É muito gratificante e desanimador, me faz sentir ótimo e velho ao mesmo tempo!

BL: Agora você está na Austrália para a MTV. Quando podemos esperar os shows do Blink de volta na Austrália?

MH: Eu estava no telefone como nosso empresário hoje. Será nesse verão. Será nos EUA e Canadá e depois disso no mundo inteiro. Eu mal posso esperar para voltar pra estrada. Na verdade essa é minha 12ª viagem à Austrália. É estranho porque eu estou fazendo essa entrevista pelo Blink aqui, estamos viajando, mas não temos as datas. Estamos gravando mas não sabemos como soa. Mas é realmente bom, não, é ótimo dizer: “Oi, eu sou o Mark do Blink-182.”

Tradução: pan182

Entrevista com o Mark (Billboard.com)

Saturday, May 2nd, 2009

O site da Billboard publicou uma entrevista que foi feita com o Mark, onde ele fala sobre o Blink-182, a produção do álbum do MCS, e ainda disse que há chances do Motion City Soundtrack entrar em turnê com o Blink nesse verão. Confira a tradução:

O líder do Blink-182 Mark Hoppus disse que a banda já escreveu um número de novas músicas, mas não espere um álbum seguido do Self-Titled de 2003 antes da grande turnê de reunião neste verão.

“Nós começamos a escrever há alguns meses e fomos bem até o processo de escrita, mas agora nós tivemos que deixar a gravação do próximo álbum meio que de lado e estamos ensaiando para a turnê que está por vir”, Hoppus contou para a Billboard.com.

Depois de um hiato de quatro anos, Hoppus, Travis Barker e Tom DeLonge apareceram no palco do Grammy Awards 2009 e anunciaram a volta do Blink-182.

Hoppus também esteve ocupado no estúdio com o Motion City Soundtrack, produzindo o quarto álbum da banda – estreiando em uma gravadora maior – para Columbia Records. Hoppus trabalhou com a banda pela última vez em 2005, no lançamento de “Commit This to Memory”.

“Eu acho que o ‘Commit This to Memory’ é um grande álbum,” disse Hoppus. “Para mim junta tudo o que o Motion City Soundtrack é e o que podem fazer. Agora eles querem fazer um álbum que siga essa linha, mas que os leve ainda mais longe.”

Para o novo material da banda de electro-pop de Minnesota, Hoppus disse que os fãs vão ouvir um lado mais experimental, pesado da banda. “Há uma parte nesse álbum que eu estou animado pra entrar”, ele disse. “Mas ainda tem toda a pegajosidade de tudo que eu pessoalmente amo no Motion City Soundtrack. Como um fã, é realmente animador poder trabalhar com eles novamente e ajudá-los a aperfeiçoar essa nova visão deles mesmos.”

Com uma longa amizade e respeito mútuo, Hoppus não descarta a possibilidade de colocar o Motion City Soundtrack em turnê com o Blink-182. “Nós ainda estamos agendando a turnê do Blink para esse verão, então nós veremos como isso vai funcionar.” Ele disse. “Eu adoraria sair em turnê com o Motion City. Eles são uma banda muito legal de viajar e eles são ótimos ao vivo. Então eu não ficaria bravo por isso.”

Como um prato cheio, o baixista/produtor de 37 anos não está reclamando. “Eu sentia que eu tinha alguns anos para relaxar, e eu amei esses anos, mas há um monte de coisas caminhando agora e está muito divertido.”

Tom Delonge em entrevista com Brian Adler

Sunday, April 5th, 2009

E aí galera, tudo bem? Eu sou o Luuh, um dos novos news poster do Action182, espero que vocês gostem!

Bem, recentemente, Tom Delonge foi entrevistado por Brian Adler- um jornalista que entrevista várias estrelas do mundo da música.  Tom, tratou de assuntos ligados ao blink-182, angels and airwaves e também falou sobre drogas

Os vídeos seguem abaixo.

Entrevista com o Tom.

Friday, March 6th, 2009

O site Sneaker Freaker entrevistou o dono da Macbeth, o Tom DeLonge, conhecido de muitos por aqui como o guitarrista e vocalista das bandas blink-182 e Angels and Airwaves. Na entrevista o Senhor Macbeth falou sobre a empresa de um modo geral, de onde veio o nome, quem participa da família Macbeth, da relação que a empresa tem com o meio-ambiente, entre outras coisas. Clique aqui para conferir a entrevista em inglês.

Breve a tradução.

Entrevista com Mark (Alternative Press)

Friday, February 20th, 2009

“A segunda parte da entrevista para a AP está no ar. Esses caras estão com tudo! Você pode lê-la aqui.”

Esse foi o post do Mark em seu blog sobre a segunda parte da entrevista que ele deu à revista Alternative Press, e abaixo segue a tradução da mesma (Primeira e Segunda Parte):

O que se passava pela sua cabeça segundos antes de subir no palco no Grammys?
Eu queria um chiclete. Ainda bem que o Travis tinha porque meu hálito estava bem ruim.

A reação do público lá foi a esperada?
Sinceramente, tem sido bem gratificante a recepção de todos desde que anunciamos que continuaríamos o blink-182. Me deixou muito feliz.

Mas na festa, você achou que a galera reagiu como você queria ou foi tudo estranho?
[Risos] A coisa mais estranha foi que nos mandaram para o palco e nós não sabiamos onde tinhamos que ir. Não havia um palanque ou algo do tipo. Eu fui o primeiro a sair e se você ver no vídeo, eu estou meio que andando sem direção por uns 5 segundos. Um microfone saiu do chão e aí percebi que era pra lá que deviamos ir. Mas quando sai eu olhei para os câmera e para o palco todo e eu não fazia idéia de onde eu tinha que ir, e eu sabia que estavamos ao vivo, então foi bom que o microfone apareceu.

É claro que tudo já estava acontecendo a mais do que alguns dias antes do Grammys, mas a notícia de que vocês apresentariam um prêmio começou a vazar uns três ou quatro dias antes da cerimônia. Vocês ficaram desapontados com o fato da notícia ter vazado?
Não, sinceramente eu fiquei surpreso que o segredo foi mantido por algum tempo. Tanta gente tinha que saber disso para que pudéssemos estar lá que com isso vazando só uns três ou quatro dias antes foi bem legal. Porque aí as pessoas que nos assistiam não sabiam exatamente o que iria acontecer, se iriamos tocar or não, então foi bem ter todos assistindo quando finalmente anunciamos.

Havia alguém no backstage dizendo “Sem piadas sobre pinto. Sem piadas sobre peido.”?
[Risos] Não, mas estávamos no backstage e eles queriam que ensaiássemos nossas falas e tínhamos apenas umas três frases pra falar. Eles ficaram nos lembrando “Por favor, diga apenas o que etá na tela.” Não queriam que a gente zoasse.

Quando as conversar sobre a reunião começou?
Provavelmente algumas semanas depois de voltarmos a conversar. Sei lá, talvez tenha demorado um pouco mais, mas eu me lembro de estar sentado no estúdio – eu, o Travis e o Tom – e estavamos lá conversando. O Tom tinha vindo para L.A. por um dia e eu me lembro que ele disse “Então, o que você acham? Onde estão com a cabeça?” e eu disse “Eu acho que a gente deveria continuar o que temos feito nos últimos 17 anos. Acho que deveríamos voltar para a estrada e para o estúdio e fazer o que amamos.”

Foi literalmente isso?
Não sei se foi exatamente isso, mas foi algo do tipo.

Foi um sentimento mútuo ou ouve algum questionamento?
Não ouve nenhum questionamento. Eu acho que todos nós chegamos a um ponto onde queriamos continuar o que começamos. Foi natural. Tem sido, bata na madeira, uma experiência bem positiva até agora. Todos estão em um posição boa e ajudando um ao outro de uma forma que não ocorria em bastante tempo.

Qual foi a primeira música que vocês tocaram quando voltaram ao estúdio?
Ainda não tocamos. Não estivemos juntos em uma sala com instrumentos ainda. A forma como estamos compondo agora é apenas trazendo idéias. Estamos apenas no início da criação de um álbum. Temos várias músicas em pontos diferentes. Eu tenho umas 10 idéias de músicas que eu trouxe, e o Tom e o Travis têm idéias também. Então meio que começamos com umas coisas nas quais eu trabalharei e depois passarei para o Tom e o mesmo com o Travis. Mas ainda não nos juntamos para tocar como uma banda.

Isso é estranho pra você?
Não, é apenas a forma como a gravação está funcionando agora e a forma como trabalhamos como artistas. Foi assim no último álbum do blink também. Tínhamos tocado algumas músicas ao vivo, algumas músicas nós compusemos uns pedaços e as juntamos em uma música só. E tenho certeza de que continuaremos a compor. É bom ter as duas ferramentas ao alcance, onde podemos nos juntar, tocar e compor junto, ou apenas fazer um rascunho e compor a partir disso. Há varias ferramentas que podemos usar criativamente. Acho que essa é uma resposta longa.

O produtor Jerry Finn, que faleceu ano passado, foi com certeza uma grande parte da banda durante a última década. Como vocês aceitaram a idéia de gravam um CD novo em ele?
Sinceramente, estavamos agora mesmo no estúdio ouvindo umas músicas antigas do blink e relembrando o Jerry no estúdio conosco. Ainda sinto que ele está no estúdio com a gente pois tudo sobre gravações e estúdio que eu sei, aprendi com o Jerry. Ele era tão incrível como produtor, amigo e colaborador e era tão aberto com seu conhecimento, amor por música e com o jeito das coisas funcionarem. Ele não era um produtor que ficava por trás fazendo seu trabalho, ele estava envolvido com tudo. Era muito generoso com seu conhecimento e eu sinto que aprendemos tudo por trabalhar com ele. Então ainda sinto que ele está conosco.

Um grande motivo para vocês se reconectarem foi o acidente do Travis, mas houve algum tipo de manifestação após a morte do Jerry?
Na verdade, não. Já conversamos muito sobre a morte do Jerry. Quando a missa para o Jerry aconteceu, o Travis ainda estava no hospital e não pode ir, então eu fui o único que pude estar lá.

Vendo a música que você e o Tom fizeram desde o hiatus do blink, há alguma música em particular que te acertou como uma música muito boa?
Eu acho “The Adventure” uma música muito boa. Acho que tem uma boa composição.

Quanto tempo demorou para que você viesse a realmente ouvir Angels & Airwaves após seu lançamento?
Acho que ouvi de verdade logo na primeira vez. Apesar de todo o resto, como um fã de música e da música do Tom, espero que tenha sido de verdade.

As músicas novas do blink-182 são idéias de músicas em geral ou são músicas pensadas especialmente para o blink?
As músicas que eu tenho criado são com as idéias nas quais eu tenho trabalhado nos últimos anos. Acho que o mesmo acontece com o Tom e o Travis. E acho que é meio assim que a gente sempre trabalhou – todos dão idéias, mas a mágica acontece quando os outros dois colocam suas mãos em uma idéia e a transformam em algo melhor do que já era. Isso é algo que eu sempre amei com relação ao blink: Eu posso ter uma idéia e o resultado é muito diferente do que eu imaginei. O modo como o Travis lida com seus arranjos, ritmos e as idéias que ele traz é algo em que eu nunca pensaria. Leva todas as nossas idéias a um patamar superior. E o mesmo acontece com o Tom. Ele aparece com idéias novas e comigo, particularmente, se eu componho algo, eu amo entregar isso ao Tom e ao Travis e ver o que eles fazem com isso. Essa é a força. Há uma batalha no blink-182 com essas idéias e tudo mais que todos trazem e há uma tensão – não de forma negativa – e essa força que tira idéia de nos três me empolga.

Há algum álbum anterior do blink-182 para o qual esse novo álbum se direciona?
Eu acho que estamos todos num ponto onde tudo é possível nesse CD. Da mesma forma como nos sentimos com o último CD do blink. Se quisemos compor algo inspirado em música eletrônicas, nós o faríamos. Nós ainda amamos tocar músicas realmente de rock com bateria, baixo e guitarra, então sempre haverá bastante disso. Não estamos nos limitando de forma alguma, e isso que foi maravilhoso com relação ao último CD do blink. Acho que esse álbum vai ser uma continuação daquele.

Quando você acha que o primeiro show será?
Não sei ainda. Estamos falando sobre sair em turnê no verão. Ainda estamos organizando isso, então não sei quando a primeira data confirmada será. Na verdade, essa semana estamos começando a fazer ligações e conversar sobre onde será nosso primeiro show e como tudo vai funcionar. É bem empolgante para nós três estarmos de volta nesse mundo fazendo o que amamos e o que fazemos a tanto tempo.

Em Dezembro, a banda Forever The Sickest Kids anunciou em um dos seus shows que eles estariam de volta no ano seguinte com o blink-182. Depois de um tempo, o cantor da banda, Jonathan Cook, disse que isso era uma piada. Ele sabia de algo ou foi tudo uma coincidência?
Foi totalmente uma conicidência.

Você já ouviu essa banda?
Não. Eu ouvi bastante sobre o que eles falaram e se estaríamos em turnê com eles, mas ainda não tive a chance de ouvir a banda. Eu meio que não tenho ouvido as novas banda ultimamente, e fico meio envergonhado disso. Eu tenho alguns CDs que eu curto e acabo ouvindo eles repetidamente.

Você já se decidiu sobre o futuro do (+44)?
Eu não considero a banda acabada. Nunca diremos nunca para nada. Assim que você diz “eu não vou mais fazer tal coisa”, você se enfia em algo que te faz querer fazer essa coisa. O Shane e o Craig são guitarristas incríveis e é muito divertido tocar com eles, então de forma alguma diremos que a banda acabou. Mas é claro que, no que se é possível prever, toda nossa energia está sendo posta no blink-182. Isso não é temporário. Nem estamos chamando isso de reunião. É uma continuação. Quando eu ouço sobre uma banda se reunindo, me soa falso, e essa não é nossa situação. Todos nós estamos colocando 100% de esforços na continuação do que sempre fizemos. Não vamos apenas fazer uma turnê e dar um tempo e fazer isso outras vezes. Estamos continuando o blink-182 como sempre fizemos.

Quando você gostaria de ter o novo álbum pronto?
Espero conseguir ainda em 2009. Estivemos falando sobre isso, e tudo tem corrido muito mais rápido do que imaginamos. Há alguns meses nós mal nos falavamos e agora já temos 6 músicas do CD novo, estamos planejando uma turnê e tudo parece estar se encaixando. Então eu não sei quando o cd estará pronto, ainda estamos vendo. Tem sido bem confortável estar trabalhando em nossa banda de novo – blink-182. Levará um tempo, mas tem sido bem positivo. Não nos sentimos pressionados com alguma data em mente para o lançamente do CD. Vamos apensas gravar conforme for melhor até termos um álbum que amamos completamente.

Há algum objetivo antigo do blink-182 que você realmente queira trazer para essa nova fase?
Essa é uma pergunta complicada pois tudo que conseguimos com o blink é mil vezes maior do que pensamos que fosse possível. Nos sentimos previlegiados de poder fazer o que fazemos, da nossa forma, e do fato de que sempre conseguimos levar a banda assim. Apenas queremos continuar escrevendo grandes músicas, fazendo turnês e shows divertidos como sempre fizemos, sendo amigos. Esse é o maior objetivo que qualquer um de nós já teve para a banda.

Entrevista com a Rolling Stone! (Com Scan!)

Thursday, February 19th, 2009


Thanks Supjustin.com

O Blink-182 concedeu uma pequena entrevista para a Rolling Stone, que pode ser encontrada na mais recente edição da revista na versão da gringa. Confiram abaixo:

Quando o Blink-182 acabou em 2005, eles estavam enjoados da fama. “O gigantesco veículo da banda estava determinando tudo”, disse o baixista Mark Hoppus. “Soa brega, mas nós precisávamos de um tempo para nos encontrar.”

Depois do baterista Travis Barker sofrer um acidente de avião em setembro, o guitarrista e vocalista Tom DeLonge – que não estava se comunicando com seus colegas de banda desde sair abruptamente – se aproximou.
“Eu coloquei a besteira de lado e lhe escrevi uma carta”, DeLonge disse. “Não houve grandes conversas; depois de alguns telefonemas, as coisas estavam de volta ao normal.”

Agora o trio está no princípio da gravação seu auto-produzido sexto álbum. “Nós estamos falando sobre usar uns teclados analógicos dos anos 60”, disse DeLonge, que está à frente da banda emo-rock Angels and Airwaves depois de sair do Blink. “As pessoas ficarão sem fôlego”.

Divulgadores esperam que a turnê do trio seja um sucesso. (Sua última turnê, em 2004, acumulou $6.9 milhões). “No site do Warped Tour, nós perguntamos aos fãs quem eles querem ver, e o Blink aparece o tempo todo,” disse o fundador do evento, Kevin Lyman. Para uma nova geração de fãs e bandas de emo, a tomada irreverente e animada do punk rock do Blink, com hits como “What’s My Age Again?” e “All the Small Things”, foi extremamente influente. “Eles são os avós do punk-pop,” disse o vocalista do The Academy Is… William Becket – que não era velho o suficiente para dirigir, durante o ápice do Blink no final dos anos 90. “Quando eu soube que eles estavam se reunindo, eu enlouqueci em meu blog.”

Mark fala sobre reunião do blink-182! [Traduzida]

Saturday, January 10th, 2009

-> Tradução no Leia Mais.

Em uma entrevista para a Mtv News, Mark Hoppus falou sobre esse post de seu blog, sobre sua amizade com o Tom e sobre o futuro do blink-182.

A entrevista está dividida em duas partes, ontem saiu a primeira. Confiram clicando aqui.

A segunda parte será publicada na próxima quarta-feira e trará informações do +44, e segundo a matéria da Mtv: The answer might surprise you….

- Tradução:

Exclusivo:Mark Hoppus fala sobre reunião do Blink-182.

“O futuro está bem aberto”, Hoppus diz para MTV News na primeira de duas partes da entrevista.

Em Novembro, Mark Hoppus causou fofoca na internet com um simples post no blog.

Foi a primeira fez que ele atualizou seu site desde que seu melhor amigo (e colega de banda) Travis Barker escapou da queda de um avião em chamas na Carolina do Sul, a qual matou quatro pessoas, incluindo o assistente de Barker, ‘Lil’ Chris Baker – com quem também Hoppus era próximo – e o segurança particular Charles ‘Che’ Still. E enquanto as palavras de Hoppus sobre a morte (e fuga) dos amigos eram sem dúvida tocantes, elas não foram o que fizeram os fóruns de discussão ativos .

Não, foi o último parágrafo do post, no qual ele escreveu que, devido ao acidente, ele e Barker começaram a passar o tempo com seu antigo companheiro de banda do Blink-182, Tom Delonge, que deixou a banda em circunstâncias decididamente raivosas em fevereiro de 2005. Foi a primeira vez em que os três ficaram juntos em um lugar em mais de 3 anos, e para muitos, isso significava somente uma coisa: finalmente, após todo este tempo, parecia que o Blink-182 voltaria.

É óbvio, não importava que, em umas poucas semanas, Barker tinha destruído esses rumores sobre a reunião. Pela primeira vez após um longo tempo, milhões de fãs do Blink tinham esperança. Sobretudo que, após começar toda a conversa sobre Blink, Hoppus não fez esforço para negá-la ele mesmo. Na verdade, ele não disse quase nada desde então.

Até agora, quer dizer. Na última semana, Hoppus concordou em conversar com o MTV News sobre o passado, presente e futuro (todos dos quais envolvem o Blink-182). Aqui, na primeira de duas partes da nossa conversa com ele – a segunda parte sai na quarta-feira – ele fala sobre o impacto de um simples post no blog, o conserto de seu relacionamento com Delonge e as perpectivas de uma plena reunião do Blink.

Sobre o post no blog: “Eu estou espantado com a resposta do que eu escrevi no meu blog. É incrível que tantas pessoas queiram saber o que está acontecendo. E eu sei que as pessoas têm muitas perguntas, então eu vou dizer tudo aqui nessa entrevista. Eu só estou falando por mim mesmo aqui. A resposta simples é, nós ainda estamos nos reconectando como amigos neste momento. Nenhum de nós sabe exatamente o que vai acontecer. Eu sei que nós todos estamos muito excitados de estarmos nos falando de novo, rindo e deixando o passado ficar no passado. Mas nós também estamos nos juntando depois de um rompimento extremamente amargo, muita raiva e frustração entre cada um de nós e 4 anos sem nos falarmos. Eu acho que nós precisamos voltar até um certo ponto como amigos antes que possamos entrar no palco juntos novamente, porque é nisso em que nós sempre baseamos tudo.”

Sobre seu relacionamento com DeLonge: “Neste momento, nós estamos apenas voltando a ser amigos. Eu falo com Tom várias vezes por semana, às vezes várias vezes por dia, e você sabe, ele é ainda o mesmo Tom com quem eu falava nos ônibus das turnês há quatro anos. Ele ainda fala sobre OVNIs e lasers e teorias da conspiração. Nós falamos sobre novas bandas que curtimos – Vampire Weekend – e o filme “Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall). Nós também fazemos piadas estúpidas de peido. Deus nos ajude, nós somos homens crescidos ainda fazendo piadas de peido… Quem sabe? Eu sei duas coisas: Uma, eu estou apenas contente que somos todos amigos novamente, e duas, nenhum de nós sabe nada mais para além disso.”

Sobre o futuro do blink-182: “O futuro está bem aberto. … Blink-182 não foi manufaturado por uma gravadora, e nós não estávamos fazendo música para ganhar dinheiro ou pela fama. Nós éramos três amigos numa banda, escrevendo músicas que amávamos. É aí que tudo começou e terminou. Antes que haja uma discussão sobre uma reunião, nós precisamos voltar àquele ponto novamente. Na verdade, nós precisaríamos passar daquele ponto, até um lugar onde você pode dizer para alguém, “Ei, cara, eu não estou realmente sentindo isso”, e pode discutir construtivamente sobre a música. Porque é aí que o melhor do Blink-182 veio à tona. A força entre as idéias que nós três tínhamos. Eu sempre achei que cada um de nós três trazia algo único e especial para as músicas, e a colisão desse elementos faziam a música ser o que era. Resumindo, nós precisaríamos voltar até estarmos próximos o suficiente como amigos e artistas para podermos dizer um ao outro, respeitosamente, “Foda-se”. Minha consideração final é essa: Se – e isso é um grande se – Blink-182 fosse algum dia voltar, teria que ser o mais incrível, ridículo, alucinante show e turnê de todos os tempos. Eu sinto que, por mais amarga que a nossa separação tenha sido, nós saímos fora no auge de nossa carreira, e nós teríamos que voltar ainda mais fortes e melhores que antes.

Então, se não existe uma reunião do Blink no futuro imediato, que tal a outra banda de Hoppus e Barker, +44? A resposta pode surpreendê-los. Veja o MTV News na quarta-feira para saber.

Tradução por MarceloCSC e Murillo. Qualquer erro, ou descuido, só avisarem que nós consertaremos. Obrigado.

AvA fala sobre Modlife e sobre o futuro!

Sunday, December 21st, 2008

Qual foi a idéia geral quando vocês lançaram o Modlife?

Atom: O Modlife meio que uniu tudo o que possui o MySpace, YouTube, Facebook , e até mesmo eBay, onde você pode fazer preticamente o que quiser com seu website. Assim, lhe apresento Tom DeLonge…

Tom: Nós somos muito ambiciosos com essa banda, e queremos fazer coisas diferentes, como filmes e diferentes tipos de mídia. Nós queremos construir uma base para os fãs com a qual possamos interagir. Então, quando o Modlife foi criado, não queríamos apenas ter conversas com nossos fãs, ou disponizar broadcasts. Isso nos deu a possibilidade de ter ferramentas para fazer tudo, desde uma pequena foto à algo maior como pay-per-view. É uma cápsula que armazena todas as coisas com as quais nossa banda está envolvida. É definitivamente uma benção, e uma ferramenta que nos desafiou em vários aspectos. Eu tenho orgulho disso. Eu amo isso, e honestamente, não posso pensar em nenhum outro site que eu preferiria fazer. Websites estão tornando-se complicados, e agora, é preciso ser econômico. Modlife não é só econômico, como tem tudo que você precisa. Continuará crescendo tanto quanto as ferramentas disponíveis para as bandas permitir.

Vamos um pouco mais a diante: na teoria, Modlife não é muito diferente dos websites de relacionamento como aqueles que você mencionou, e Last.FM. Qual é a diferença do Modlife?

Tom: Há algumas coisas diferentes no Modlife. Ele oferece um sistema de operações com recursos para os artistas que o usam, que podem se conectar ao vivo, vender suas própria música, colocar vídeos, fotos, pay-per-view, salas de bate-papo… Aquilo tudo que tem em sites.

David: E é realmente super fácil para o usuário. No MySpace e o resto, geralmente ocorre uma desconexão, já no Modlife, é tão simples quanto um clique no botão, literalmente, e o site é carregado. Para nós nos conectarmos, tivemos dificuldade por algum tempo, devido à fã clubes antigos, que nos levaram a usar MySpace ou Facebook. Para nós, é tão simples quando nos conectamos instantaneamente com as pessoas sem falhar. Como Matt, por exemplo, que está em outro nível com computadores…

Matt: Eu sou esperto.

David: E eu sou aquele cara que não sabe fazer nada além de checar os emails. E você pode perceber que eu tenho conseguido fazer certas coisas, e faço tudo no Modlife. Isso é um grande avanço para os artistas.

Tom: Isso é para os artistas. Para os fãs, que têm seu próprio site; não só uma página, e sim um site completo que além de os ajudar a comunicarem-se em tempo real com amigos, cria um espaço individual onde é possível distribuir o que quiserem no sistema. Então, é bem diferente do MySpace e Facebook. Há um componente de rede social, que ajuda o sitema pela primeira vez a dar aos artistas a habilidade de conectarem-se de diversas maneiras, e inovarem sempre; assim, têm o controle sobre suas próprias carreiras, e sobre o crescimento da arte.

David: Nós não podemos mais depender de outras corporações para investir em nossa banda. Nós temos que encarar a realidade, e o Modlife nos permite criar um mundo onde não ficamos comprometidos com outras pessoas. Isso nos dá mais liberdade.

Essas são parte das razões pelas quais vocês decidiram cobrar dos consumidores pela música, até mesmo por vídeos, podcasts, etc? Isso é pouco convencional, sendo que a maioria das bandas de hoje em dia fornecem tudo gratuitamente.

Tom: Isso depende da banda. Se uma banda escolhe abrir um site no Modlife e usa seu sistema de operações, ela pode escolher como usá-lo. É possível distribuir tudo de graça, ou apenas algumas coisas, como cobrar por apenas alguns eventos, festas, etc. Existem muitas maneiras de conseguir dinheiro com isso. A questão é que depende da banda.  Somente com o que conseguimos com o site do Angels and Airwaves, fomos capazes de financiar o filme do I-Empire. Agora é algo maravilhoso. É um recurso que nunca existiu, que nos permitiu pagar por um longa metragem, e que em nossas mentes, aprofundou as ambições da banda. Essa foi a coisa mais artística e desafiadora que fizemos, e mostra aos fãs o valor da banda, da música, e de nossa mensagem.

Atom: É aí que a frase ‘faça você mesmo’ entra. Pois é uma maneira de fazer o que você quer fazer, criar sua arte, e se expressar sem formas convencionais, como vender suas gravações. A venda de cds não é mais como antigamente, bandas que costumavam depender disso para fazer uma turnê, gravar músicas novas e outras coisas, já não existem mais.

O que você está dizendo é que o Modlife, na verdade, cria um novo e estável sistema de divulgação para as bandas? Até mesmo para as bandas menores?

Tom: Sim! Absolutamente.

David: A idéia é colocar o dinheiro de volta no seu negócio, você pode sair e fazer shows de dois dólares, ou até mesmo shows de graça. Se você cria seu próprio mundo, você tem seu próprio dinheiro. Nossa idéia foi como, “E se uma gravadora nos desse dinheiro, e nós pudéssemos divulgar nossa banda, o que faríamos com esse dinheiro?” Bem, nenhuma gravadora fez isso, definitivamente, ninguém chegou com cheque e disse “Vamos, divulgue sua banda como quiser”. Assim, nós estávamos sempre à mercê de como eles divulgariam nossa banda. Então, tentávamos descobrir um modo correto de investir nosso dinheiro em divulgação. Já não existe mais nenhum dinheiro vindo de gravadoras para divulgar alguma banda. Nós estávamos tentando criar um bom lugar para colocar nosso dinheiro, e ao mesmo tempo continuar com nossas idéias sobre o que gostaríamos de fazer. Ao final de tudo, as coisas custam caro. Custa muito caro desenvolver um site, fazer filmes. Você tem idéia do quanto custa só para fazer o chat, as modcams e todas essas coisas? E nós tentamos montar um ambiente muito legal, para o qual as pessoas dessem valor.

Tom: Se você perguntar para alguém que conhece o site, a resposta será que esse é o melhor site em a pessoa já esteve, o melhor site de banda em que já esteve, e que para isso, o dinheiro foi gasto da melhor forma possível.

David: Isso se tornou uma comunidade, e as pessoas começam a criar seus próprios círculos sociais…

Tom: O fato é que o Angels and Airwaves tem que trabalhar para fazer o melhor uso de seu dinheiro. Quando uma banda abre um site no Modlife, e não interage nele, nem se conecta com os fãs, as pessoas passam a pagar por nada, e a culpa passa a ser da banda. O Modlife dá as ferramentas, e tudo o que é necessário. Quando colocamos alguma foto, ou vídeo, escolhemos se isso estará disponível gratuitamente, ou não. Está à mercê da banda. Ela pode usar as funções do Modlife como quiser. E é muito empolgante.

Vocês acham que o Modlife será capaz de ‘corrigir’ a indústria da música?

Tom: Com certeza. Isso é enorme, e conforme cresce com o tempo, pode ter dez vezes mais importância do que a venda dos álbuns. Isso não acontecerá agora, mas pode acontecer. Eu acho que no futuro, isso será exatamente do que as bandas precisarão: sua própria forma de usar o Modlife. Divulgação, vendas, eventos especiais, pay-per-view, e espero que tudo isso junto.

David: Esperançosamente uma banda poderá se sustentar sem precisar de uma gravadora. Assim que uma gravadora descobre que você não tem nenhum valor, ela o passam para trás. E é estranho para algumas bandas, porém, essas não têm a possibilidade de se manterem sozinhas.

Tom: Nós tentamos fazer com que tudo desse certo no primeiro álbum, e não deu. A gravadora não podia pagar por isso.

David: E não podemos chegar à Austrália agora. É como se estivéssemos aqui agora, e não tivéssemos dinheiro para chegar na Austrália. Então queremos criar nosso próprio negócio, sem depender de mais ninguém. Assim, poderemos verdadeiramente fazer o que quisermos, sem a influência de ninguém. Espero que as pessoas queiram fazer parte disso tudo.

Atom: Ultimamente, não é apenas sobre a banda e o dinheiro, é sobre criar uma comunidade. Se as pessoas amam a banda, elas podem se envolver o quanto quiserem, e ficar perto de nós o quanto querem também. Quanto maior tempo eles passam no site, mais chances de nos verem online, conversarem ou fazerem qualquer coisa que fazemos no Modcast. É como um fanclub original. Como antigamente, quando era exclusivo para algumas pessoas, e essas conseguiam coisas especiais por participarem do fanclub. Isso traz a mesma idéia. Comprar um CD atualmente é muito difícil, e as pessoas não têm nem mesmo a cópia original. Têm apenas as músicas em seus iPods, não olham mais o design do encarte, então essa é a chance pra dar às pessoas imagens e vídeos.

David: No final, não temos que pagar por essa parte. Você ainda pode ter fotos no site, como sempre. Mas eu prometo, que ao se tornar um membro e ver o Tom tomando banho na webcam,  não vai se arrepender, entende? De repente, tudo isso virou um pequeno mundo, no qual você pode brincar.

Tom: Você precisa imaginar. Eu recebi uma carta de um parente, esses dias, dizendo: “Tom, você tem uma parte extra em idiotice e perversão”. Como eu poderia ter feito isso sem o Modlife?

Certo. Olhando mais adiante, o que podemos esperar para próximo álbum?

Tom: No passado, falamos em fazer uma gravação mais punk rock. Todos nós temos muitas idéias, uma dela é gravarmos algo enquanto o Matt trabalha em algo diferente paralelamente. A música que criamos é muito boa, e pode ser boa por ela mesma, sem precisar de uma letra. Acho que seria muito legal gravarmos algo para as pessoas ouvirem quando não querem ligar a televisão, apenas viver e ter uma boa música de fundo. Vamos ver o que acontece.

Nós também ouvimos que vocês planejam gravar um álbum com remixes. Falem mais sobre isso, e vocês acham que podem passar a oferecer música gratuitamente no futuro?

Tom: Nós temos trabalhado muito nessa categoria. Estávamos trabalhando em alguns remixes, mas não tivemos tempo para terminar tudo. É nossa meta quebrar barreiras ao lançar um álbum, e adoraríamos lançar isso de graça. Mas também queremos fazer música que as pessoas comprem, músicas que tenham valor para elas. Nosso objetivo é fazer coisas diferentes.

Uma pergunta: qual das suas músicas tem um sentido especial pra você?

Tom: Às vezes, eu me refiro a “The Adventure” como um momento de reconhecimento, onde todo mundo pode entender onde essa banda quer chegar.

Matt: “The Adventure” é muito consistente, pois muitas pessoas podem relacioná-la à idéia de estar presa em uma situação, ou relação, da qual estão tentando escapar. Mesmo antes de entrar para a banda, eu ouvi a música, e foi uma coisa muito poderosa pra mim, já eu estava em uma situação na qual não queria continuar, tentando seguir em frente. Então, tocar essa música pela primeira vez foi um momento muito especial, e todos podem se relacionar com isso. É um bom sentimento ver todo mundo conectado ao mesmo tempo. E agora Atom vai rir de mim.

Atom (bate no ombro de Matt):   Ah, é uma coisa emocionante, e especial.

O que vocês vêem no futuro próximo do Angels and Airwaves?

Tom: Existe uma pequena cidade fora do Colorado chamada Vila YeahYeah, e YeahYeah é uma antiga palavra indiana para testículos.

David: Você se vê em testículos futuramente?

Tom: Eu me vejo na Vila Testículo.

Matt: Atom se tornará um velho caseiro.

Tom: Espero que estejamos fazendo música do nosso jeito, já que fazemos tudo como queremos, e mostraremos como nossas idéias são muito maiores que essa banda. Estaremos flutuando…

David: Poderemos atingir nossas expectativas.

Tom: Sim, e não haverá gravidade em nossos shows.

David: Na verdade, no futuro não tocaremos mais nada. Nós apenas olharemos para as pessoas e as engravidaremos telepaticamente.

Tom: Povoaremos a Terra como ouriços-do-mar. Vamos romper com a atmosfera.

David: Eu não acho que ouriços-do-mar fazem isso.

Tom: Eles devem fazer isso na água. Foi a única coisa que aprendi em biologia.

Tradução por Mona.

Fall Tour – 3º Episódio! E entrevista!

Friday, October 24th, 2008

O AvA publicou o terceiro episódio sobre a turnê com o Weezer! Confiram abaixo.

Um fã do Tom fez uma entrevista com ele esses dias e postou no youtube, confiram abaixo.

Entrevista com Tom DeLonge!

Friday, October 10th, 2008

Isso mesmo, o frontman do Angels & Airwaves deu mais uma entrevista. Desta vez foi para o site Straight.com.

Confiram no Leia Mais! E a entrevista em inglês pode ser conferida aqui.

Tradução: Kevin.

(more…)

pickRset entrevista Mark Hoppus!

Thursday, September 4th, 2008

O site pickRset entrevistou Mark Hoppus nessa semana. Mark fala de Plus 44, Blink-182, Jerry Finn e tudo que ta rolando na vida dele. Para ler a entrevista (em inglês) clique aqui. Em breve será postada a entrevista traduzida aqui no site.

Falando um pouco do novo site do Plus 44, algumas pessoas reclamam que ele está lento, e realmente, as vezes o site fica muito lento. Se alguém se cadastrou lá, pode ver que agora tem opções para adicionar outros usuários registrados, postar fotos, cada usuários tem um blog, enfim, um perfil tipo “MySpace”. Como o site é novo, pode está em fase de testes, por isso está tão lento.

Entrevista com o Tom, agora legendada!

Thursday, August 7th, 2008

Uma de nossas usuárias, Tarciana, fez a tradução e legendas da entrevista que o Tom DeLonge concedeu para o The Gunz Show e enviou para a gente os vídeos. Confiram abaixo:

Obrigado, Tarci!
Editado por brunobld.

Para ver a entrevista original sem as legendas clique em (more…)

ENTREVISTA EXCLUSIVA!

Monday, July 7th, 2008

Como falado anteriormente, o Action182.com fez uma entrevista exclusiva com Rick DeVoe, o ex-empresário do BLINK-182 e atual empresário da banda Angels And Airwaves!

Abordamos muitos assuntos interessantes, como o misterioso fim do Blink, as diferentes características do Blink para o AVA, sobre suas opiniões, entre outras coisas. Vocês podem ver um trecho dela logo abaixo:

Eu mantenho meus dedos cruzados para que um dia eles estejam em um mesmo palco novamente. Blink 182 é demais!”

O Blink costumava ser mais divertido, e o Angels é mais sobre fazer de você uma pessoa melhor com hinos espirituais.”

A entrevista completa colocaremos amanhã no site, fiquem ligados pois vale a pena conferir!

Até amanhã!

AVA no Fuse TV – Warped Tour

Tuesday, July 1st, 2008

Para quem quiser conferir, entrevista do AVA na Warped Tour para o Fuse TV:

Tom fala sobre as bandas que perdem a sua identidade por causa da Igreja além de falar sobre suas influências musicais.

Carregando...

Loading...

Login

Login:

Senha:

Lembrar-me

Registrar

Login:

E-mail:

A senha será enviada por e-mail.

Resgatar senha

Login:

E-mail:

A confirmação será enviada para seu e-mail.
    Usuários: 6 visitantes, 4 bots
    1 usuário navegando nesta página
    Usuários: 1 visitante
  • Nosso recorde de usuários online no site foi de 1558 fãs online em 3 de September de 2010 @ 5:19, quando o blink-182 anunciou a sua volta. Um record para ficar na história do blink-182 e claro, do Action182!