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Os 13 melhores duetos de Mark Hoppus e Tom DeLonge

Autor Por Mona em 16/01/2013

Começa no Action182 mais um especial sobre o blink-182. Toda semana, nossa equipe reunirá o melhor do blink-182 em diversas listas, e para você dar sua opinião, basta ficar ligado nas enquetes que acontecem em nossa página do Facebook.

A primeira lista conta com os melhores duetos de Mark Hoppus e Tom DeLonge, e a votação rolou dia 15/01 em nossa fanpage.

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13. Dogs Eating Dogs (2012)

Sobre a música, Tom DeLonge conta que “soa como uma banda de punk-rock que deu continuidade ao seu trabalho”.

 

12. Kaleidoscope (2011)

Segundo Tom DeLonge, esse é um de seus duetos preferidos com Mark Hoppus. “É um pop punk técnico — o tipo de coisa que nós crescemos ouvindo”.

 

 

11. Boxing Day (2012)

Para Mark, a música passa o sentimento triste do dia posterior ao natal. “Depois de toda sua ansiedade para abrir seus presentes no natal, no dia seguinte você fica, ‘Oh, tenho que esperar outro ano inteiro por isso. Abri todos os meus presentes e agora não há mais nada para esperar. Tudo está tão longe agora’”.

 

10. Easy Target (2003)

Tom conta que música surgiu com a história de um amigo: “quando ele era jovem, foi convidado para ir à casa da garota mais bonita do colegial. Ele pegou sua bicicleta e foi o mais rápido possível, e quando chegou, simplesmente o deram um banho de mangueira. Ele voltou para casa molhado, triste e humilhado”.

 

9. Up All Night (2011)

Foi a primeira música que a banda escreveu para Neighborhoods. “Nos primeiros dias da volta da banda, nós começamos a escrever essa música,” Hoppus disse. “Eu sei que há muita comparação com o Angels & Airwaves,” disse DeLonge sobre a recepção inicial, “mas é porque eu estou com o AVA há sete anos, e nesse tempo eu aprendi a cantar melhor, compor melhor, a produzir, a fazer tudo. Então se eu não usasse essas habilidades, minha contribuição para o álbum seria terrível.”

 

 

8. Man Overboard (2000)

 

7. Pathetic (1997)

 

6. Everytime I Look For You (2001)

Nas palavras de Mark Hoppus: “eu honestamente não faço ideia sobre o que é essa música”.

 

5. After Midnight (2011)

A música nasceu de uma sessão de composição de última hora, após o cancelamento da turnê pela Europa. After Midnight (anteriormente chamada de “Travis Beat”) é a música favorita do baterista Travis Barker, de acordo com Tom Delonge. “É como a continuação de I Miss You”, ele disse. “Essa música começou com ele. Começou com uma batida dele e ele foi guiando a coisa toda. Mark escreveu o refrão em LA, eu escrevi os versos em San Diego,” ele continua. “É louco ver como fazem sentido, mesmo que nós não tenhamos contado um ao outro no que estávamos pensando.”

 

4. I Miss You (2003)

Travis contou que a parte do primeiro verso sobre “Jack & Sally” foi feita para sua ex-mulher, Shanna Moakler.

 

3. Stockholm Syndrome (2003)

Para Hoppus, a música fala sobre paranóia e morte. “O começo dessa música contém cartas que meu avô escreveu para a minha avó durante a II Guerra Mundial. Joanne Whalley foi ao estúdio e as leu. Criamos uma música triste a partir da carta. A música em si é sobre paranóia, estar com medo do mundo, convicto de que as pessoas conseguem ouvir os seus pensamentos”. O nome Stockholm Syndrome (Síndrome de Estocolmo, em português) se refere a um estado psicológico que ocorre com pessoas que são vítimas de sequestro e desenvolvem certo grau de simpatia com o sequestrador, identificando-se emocionalmente com ele.

 

2. Stay Together For the Kids (2001)

Sobre a música, Mark Hoppus disse: “divórcio é um saco, é uma merda, mas eu não sou o único a passar por isso. Nossos pais são pessoas também. Simplesmente se tranque no seu quarto, o meu era meu santuário pessoal.”

 

1. Feeling This (2003)

Segundo Mark Hoppus, a música lida com os dois lados do sexo. A paixão do momento quando você se sente completamente perdido e seu lado mais romântico. É sobre a dualidade do sexo. Essa foi a primeira música escrita para o Self-Titled, e a batida nos pratos da bateria do Travis no começo da música foi feita à moda antiga, usando apenas duas máquinas de gravação. Mark e Tom escreveram a música separados, sem discutir seu conteúdo, e a letra se encaixou perfeitamente.

Tom conta, “o refrão no qual eu grito foi feito em uma sala de estar de 30 pés, com microfones que estavam de 10 a 15 pés de distância de mim”.