Archive for the ‘Mark Hoppus’ Category

City (Comma) State: Mark, Travis?

Monday, September 6th, 2010

Numa entrevista ao site tcdcmedia.com, Justin Siegel(baixo) e Joanna Pacitti(vocal) falaram sobre o Mark, Travis e outras coisas… Confira abaixo algumas partes da entrevista:

Vocês lançaram sua primeira música “City of Dreams” no Absolutepunk.net, com um pouco de reações diversas, até mesmo de ódio desnecessárias. Como você acha que a reação tem sido?

Joanna: Eu acho que realmente estávamos do tipo preparados para isso, porque as pessoas sabiam que Mark Hoppus estava envolvido. Todo mundo está tão animado com o novo álbum do Blink, eu quero dizer que eu estava também – muito animada. Nós meio que nos preparamos, mas além do ódio, recebemos uma grande quantidade de feedback positivo.

Justin: Sim, quero dizer – Eu estou realmente feliz com a reação, você sabe? Positiva ou negativa, as crianças estão falando sobre isso.

Eu sei que Alex Gaskarth e Mark Hoppus escreveram algumas das canções com vocês. Como foi trabalhar com eles?

Joanna: Uma coisa que tem acontecido desde o dia 1 deste projeto é que tudo se encaixou, nós nunca forçamos nada. Com Mark, nós estávamos no estúdio um dia e ele passou a ouvir as nossas coisas desde o começo e gostou muito, que é tipo como ele se envolveu. Com Alex, o mesmo tipo de coisa aconteceu. Nós trabalhamos em algumas canções que Mark e Alex começaram e nós terminamos com eles. Certa noite estávamos todos saindo e aconteceu às 5 da manhã e nós dissemos: “Ei, vamos terminar essa música”. Nós nunca conversamos sobre isso, meio que por acaso.

Há uma demo de 30 segundos com Mark Hoppus no vocal chamada “Barely Breathing”. Você pode nos contar um pouco sobre isso?

Justin: Essa música realmente se chama “You Crush My Heart”. Nós estávamos apenas tentando algumas coisas no estúdio, mas a versão com a sua voz não estará no álbum, infelizmente.

Há um monte de boatos que Travis Barker aparecerá no álbum. É verdade?

Joanna: Não, eu gostaria, haha. Desculpa Justin! Justin está tocando bateria na gravação, mas ele está tocando baixo ao vivo.

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Blink-182 na Kerrang!

Friday, September 3rd, 2010

Falando em Kerrang!, o videocast da revista postou uma entrevista que os membros You Me At Six, Josh Franceschi e Dan Flint, fizeram com o Mark Hoppus! Confiram:

Thanks, Blinkdisasters.com!

O Rock’n Roll acaba com os neurônios?

Thursday, September 2nd, 2010

O blog das bandas da NME, revista musical do Reino Unido, entrevistou o Tom DeLonge no sessão “Does Rock’n Roll Kill Braincells?”, algo como “O Rock’n Roll acaba com os neurônios?”. A NME faz pergunta aos artistas e caso a pessoa acerte, eles dão pontos, caso contrário eles dizem qual é a resposta certa. Ao final da conversa os artistas se avaliam.

A entrevista testa as lembranças de DeLonge que procura em suas memórias fatos da época do Flyswatter, da premiação no Teen Choice Awards, passando pela época do Travis Barker no The Aquabats, entre outros assuntos. Confiram essa bem humorada conversa com o guitarrista e vocalista do Blink-182/Angels & Airwaves!

NME: Quais eram as duas versões cover que apareceram na ‘Flyswatter’, primeira demo do Blink de 1993?
Tom: “Eu não tenho certeza quais eram as que estão nela, mas nós fizemos cover de ‘Freak Scene’ do Dinosaur Jr e depois uma música do King Weasel.”
NME: Meio ponto. Era a música do Dinosaur Jr, ‘Freak Scene’ e a do NOFX, ‘The Longest Line’.
Tom: “Que merda, nós tocamos ‘The Longest Line’. Agora eu me lembro de tocá-la, todos esses anos atrás. Essa é uma música muito boa.”

NME: continuando… Quem era a principal atração acima do Blink-182 na última vez que vocês tocaram no Reading and Leeds Festival em 2003?
Tom: “Fácil. Linkin Park.”
NME: Correto.

NME: Qual era o video do N’Sync que é parodiado no vídeo de ‘All the Small Things’?
Tom: “Eu não consigo me lembrar o nome dele! Tudo que lembro é o quanto foi engraçado fazer e quão perfeita era a música para fazermos o que fizemos mas eu realmente não lembro o nome da música.”
NME: Errado. ‘Tearin’ Up My Heart’
Tom: “Eu não podia imaginar uma música com o nome de ‘Tearin’ Up My Heart’! Esse é o melhor nome que eu já ouvi… e o fato de não ter o ‘g’ (Tearin ao invés de Tearing) faz ela ser melhor ainda.”

NME: Que música de vocês tem a participação do Robert Smith?
Tom: “Essa é fácil, é ‘All Of This’ que é nossa melhor música. Nós trouxemos o Robert Smith uma vez pra cantar no palco ‘Boys Don’t Cry’, mas nós tocamos como uma banda punk, umas 10 vezes mais rápido. Ele estava bêbado e ficou perdido e ele estava com toda a sua maquiagem e olhando para nós com uma cara de quem está dizendo, ‘O que vocês estão fazendo?’”
NME: Correto!

NME: Qual era o nome de palco do seu baterista Travis Barker quando ele estava tocando no The Aquabats?
Tom: “Não era algo como… Tito ou algo do tipo? Bons tempos aqueles, quando ele usava aqueles óculos e roupas de banho e todas aquelas coisas. As pessoas amavam o The Aquabats, cara, eles eram muito engraçados.”
NME: Meio ponto. Era The Baron Von Tito

NME: Adivinhe de que música esses versos foram tirados: “At the risk of sounding rude/Just who the fuck do you think you are/To tell me what you expect of me today?”
Tom: “É ‘Fentzooler’ do nosso primeiro álbum. Mesmo assim eu tenho que admitir que se você me pedisse pra recitar a letra dessa música, não haveria jeito que eu não poderia. Quando foi que tocamos? Oh, deve ter sido a uns 15 anos atrás.”
NME: Correto!

NME: Quais foram os três prêmios que o Blink-182 ganhou no Teen Choice Awards?
Tom: “Eu ainda tenho a prancha dele… Eu acho que eles foram dados para a Melhor Banda ou Melhor Banda de Rock, algo do tipo.”
NME: Meio ponto. Foi Melhor Grupo (2000) e Melhor Grupo de Rock (2001) para a banda, e Melhor Música de Amor (2004) para ‘I Miss you’
Tom: “Legal! Essa é uma boa música de amor!”

NME: Qual era o título do episódio de 2003 dos Simpsons que o Blink-182 participou?
Tom: “Oh, Eu não me lembro o título, mas era algo como o 200º episódio ou algo do tipo, e tudo que eu me lembro é que o Tony Hawk estava nele.”
NME: Errado. O episódio se chamava ‘Barting Over’, que aconteceu quando Bart saiu de casa e descobriu que ele estava morando no mesmo prédio que o Tony Hawk, que deu uma festa com o Blink.
Tom: “Nós tocamos em uma festa do Tony Hawk, recentemente. Ele estava arrecadando fundos em Los Angeles para um skate park e coisas do tipo. Nós só fazemos coisas que estão nos Simpsons!”

NME: Em qual música do álbum do Box Car Racer (projeto paralelo do Tom e Travis) o Tim Armstrong do Rancid e o Jordan Pundik do New Found Glory aparecem?
Tom: “É em ‘Cat Like Thief’. Essa é bela uma música. O que eles fizeram naquela música é realmente único.”
NME: Correto!

NME: Em American Pie, qual membro do Blink-182 fala, “Go, trig boy! It’s your birthday!” enquanto assistem o Jim tentando perder sua virgindade na webcam?
Tom: “Claro que foi o Mark [Hoppus], ele sempre foi o melhor em improvisos. Eu assisti a pouco tempo, e ele parece tão jovem.”
NME: Correto!

Total de pontos: 6.5/10
Tom:“Hmm… bem, é claro que nós não somos o tipo de pessoa que olha pra trás em seus feitos e tenta mantê-los organizados e arquivados para usar no futuro! Nós apenas fazemos as coisas e vamos em frente. Vejo vocês no Reading and Leeds!”

Mark Hoppus: na ponta da língua!

Wednesday, September 1st, 2010

Confira abaixo a tradução de uma entrevista do Mark à FUSE, onde ele responde à 20 perguntas aleatórias, e em seguida assista ao vídeo:

Mark Hoppus: E aí, meu nome é Mark Hoppus e isto é o que está na ponta da minha língua!

FUSE: +44

MH: +44… novo, criativo, emocionante, diferente, radical.

FUSE: Warped Tour

MH: Warped Tour… Warped Tour desafiou tudo, eu quero dizer… isto realmente solidifica e cristaliza tudo o que esta cena era.

FUSE: Randall’s Island

MH: Oh meu Deus, Randall’s Island é o show mais sujo da Warped Tour.

FUSE: Punk

MH: Punk Rock… estilo de vida, ponto de vista crítico, criativo, sem regras… o que eu sempre amei no punk rock era o sentido de comunidade, quando uma banda buscava a outra e pessoas buscavam outras… é um diálogo de todas estas idéias diferentes.

FUSE: NOFX

MH: NOFX foi uma das primeiras bandas que realmente se expuseram, politicamente, eles e o Bad Religion, eu não posso falar das duas ao mesmo tempo, e acho que ambas possuem letras inteligentes. Eu amo como o NOFX sempre põe um senso de humor sobre eles mesmos, tocam em um grande show (…) Mantido a partir do que eles acreditaram e só fizeram músicas boas ao longo dos anos.

FUSE: Green Day

MH: Green Day abriu portas para cada banda de pop-punk que veio depois, eles realmente mudaram o panorama musical, eu acho, de um jeito muito semelhante ao Nirvana, você sabe… eles saíram e mudaram o que a música estava fazendo no momento e só bateram nas portas para todos. Incrível.

FUSE: What’s my age again?

MH: “What’s my age again” foi um vídeo que realmente abriu portas para o blink-182, foi nós sendo nós mesmos, correndo pelados, tipo, nos marcou por alguns anos… tipo de coisa que fizemos até a morte depois e eramos conhecidos como a banda de peladões por um bom tempo e ainda somos, mas ao mesmo tempo eu achei que era um bom vídeo, eu achava que era a merda mais engraçada, e bons tempos…

FUSE: Moicano

MH: Moicano, o estilo de cabelo o qual eu não posso me submeter… o amigo Travis faz isso muito bem!

FUSE: Stars Wars

MH: Star Wars, melhor filme sempre! mudança de vida, hum… declaração de missão… Isso é tudo que eu vou dizer, Star Wars é uma declaração de missão… Lições de vida, que a Força esteja com você… não tentar, fazer ou não fazer, não há tentativa… me ajude Obi-Wan Kenobi são minha única esperança(?), estas são as alegrias que você está procurando, vamos…

FUSE: Princesa Leia

MH: Deusa, deusa… eu preciso conhecê-la! É isso, é tudo o que eu vou dizer, eu não preciso dizer mais… por isso estou me calando.

FUSE: Homer Simpson

MH: Ohh, Homer Simpson… falar de apoio a uma inspiração… um deus entre os homens, Homer Simpson… todo mundo se identifica, a voz de cada homem na América, ele é radical.

FUSE: Donuts

MH: Donuts… quando eu costumava andar de skate com meus amigos, nós costumávamos passar numa loja de donuts às 3 da manhã porque os donuts cozidos frescos saíam logo em seguida… iríamos ver quem comeria mais e eu botei 11 pra baixo de uma vez, eu paguei o preço mas foi do caralho cada vômito e diarréia. (risos)

FUSE: Moist

MH: Moist, por alguma razão pensei em biscoitos hostess, eu vou no biscoito hostess… a forma da cobertura de cima, como eles conseguem essas malditas coisas em espirais perfeitas? Alguém é um gênio.

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Thanks to @duksfts, @Lycantrope182 and Kawmadie for the help!

Filme “secreto” e a “volta” do Box Car Racer!

Friday, August 27th, 2010

Pra que tanta aspas?!

A primeira para ironizar o quão secreto é o filme que será exibido na Austrália no dia 29 de setembro.
Hoje a página do Facebook do “One Nine Nine Four”, documentário musical que aborda o nascimento, crescimento e a explosão do punk rock feito no anos 90 na música mundial, postou o convite, no mínimo estranho, para um evento organizado pela “One Meaning Communicated Differently” e pela Macbeth Footwear:

ONE MEANING COMMUNICATED DIFFERENTLY & Macbeth Footwear apresentam

Uma secreta exibição de um documentário musical que pode ou não ser sobre punk rock, skateboarding e surfe na década de 90.

Entrada grátis para todas as idades.

Se vocês procurarem direitinho pelo Action182 ou pela internet, saberão que o “One Nine Nine Four” trata justamente disto. Um documentário narrado pelo Tony Hawk e que traz depoimento de diversos artistas que explodiram na respectiva década, inclusive Mark Hoppus e Tom DeLonge, e falam de como a música, a cultura skate/surfe influenciaram e continuam influenciando a música atualmente.

Pesquisando um pouco mais sobre este evento em si, esta empresa, a “One Meaning Communicated Differently” foi criada pelo Jai Al-Attas, escritor e direto do “One Nine Nine Four”. Ou seja, se esta exibição não for a estréia, após 4 anos, do documentário em questão, eu não sei o que vai ser então!

Por falar em Jai Al-Attas, o Action182.com e o TenhoMaisDiscosQueAmigos.com fizemos uma entrevista com o próprio. Clique aqui e aqui para conferir!

E por falar em TMDQA.com, e relembrando o fatídico dia em que o Box Car Racer “voltou” aqui no Action182, o nosso amigo Tony Aiex fez um belíssimo post sobre o vinil do único disco deste projeto do Tom DeLonge, Travis Barker e David Kennedy.

O álbum, que leva o nome da banda, foi lançado recentemente pela HotTopic com apenas 2 mil cópias disponíveis nesta que parece ser uma edição única. Tony escreveu uma breve matéria e recheou-a, como de costume, com várias fotos do vinil, visto por diversos ângulos e de vários detalhes da capa e do disco em si. Para conferir este e outros post do TMQDA, clique aqui.

Mais um teaser do “A Different Spin”

Thursday, August 26th, 2010

Sim! Outro cômico vídeo promocional do programa do Mark – “A Different Spin with Mark Hoppus” – só para deixar os fãs mais ansiosos. Neste, ele conta quais são as melhores partes de filmar esse programa. Veja abaixo.

Ouça a música de estreia do City (Comma) State!

Wednesday, August 25th, 2010

Hoje mesmo foram anunciados os integrantes do City (Comma) State, projeto que o Mark comentava direto nos últimos meses, aguçando a curiosidade dos fãs. O Mark não é membro da banda, mas ajudou a compor a música de estreia, que se chama “City of Dreams”. Além dele, Alex Gaskarth (All Time Low) também ajudou na composição. Para ouvir a música, clique aqui.

Revelação: “City Comma State”!

Wednesday, August 25th, 2010

Após vários boatos rolando em torno do que seria esse tal “projeto do Mark”, foram anunciados os nomes dos seus integrantes… e ao contrário do que esperávamos, o Mark não está entre eles.

Veja abaixo quem está por trás da banda:

Da esquerda para a direita:

Drew Langan: Bateria ( @drewlangan )

Joanna Pacitti: Vocal ( @JPacittiMusic )

Frogs: Guitarra ( @frogsfrogs )

Justin Siegel: Baixo ( @justinsiegel )

Mas, será que o Mark está envolvido no projeto de alguma forma? Fiquem ligados para mais informações!

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Thanks to absolutepunk.net!

Spinner entrevista Mark Hoppus

Tuesday, August 24th, 2010

O site Spinner fez uma entrevista com o Mark, onde ele fala sobre o álbum e a turnê Europeia, entre outras coisas. Leia abaixo a tradução.

O blink-182 conseguiu chamar a atenção do mundo desde sua reunião em 2009 e o mês de agosto de 2010 marca a primeira vez que eles pisam no Reino Unido novamente, com a banda encabeçando o Reading and Leeds festivals e também fazendo dois shows na Escócia. O baixista/vocalista Mark Hoppus contou ao Spinner o que os fãs podem esperar.

Vocês têm um novo álbum em planejamento — ele voltará às raízes ou continuará com o som mais maduro mais recente?

Acho que será provavelmente o próximo passo do self-titled. Acredito que nós sempre teremos um forte senso de melodias memoráveis nas nossas músicas — também queremos experimentar coisas novas, mas continuará sendo o blink-182 de sempre.

Você sabe quando será lançado?

Bem, assim que voltarmos dessa turnê nós iremos continuar as gravações. Nossa meta é entregá-lo para a gravadora no fim do ano, mas vamos ver como as gravações andarão. Pode ser mais cedo ou pode ser um pouquinho mais tarde — mas a coisa mais importante é escrevermos um álbum que nós realmente acreditamos.

Presumo que haverá uma turnê completa pelo Reino Unido após do lançamento do álbum?

Quando o álbum sair nós iremos definitivamente fazer uma turnê aí. O Travis está em um navio partindo para a turnê agora [para os shows de agosto no Reino Unido]. Obviamente, ele não voa. Então, para provar nosso nível de dedicação, ele está em uma jornada de 12 dias só pra chegar no Reino Unido para os shows. Ele tem que sair de Los Angeles, atravessar os EUa de ônibus e depois pegar o navio.

Houve alguma sensação estranha na volta de vocês ao estúdio?

Não houve nenhuma sensação diferente. O motivo pelo qual estamos em turnê depois que o blink voltou é que nós queríamos voltar ao ponto em que éramos uma banda respeitável, e não apenas três caras em um estúdio. Na primeira vez que nos reunimos, estávamos todos muito respeitáveis uns com os outros, e não é necessariamente a melhor forma de criar música. As pessoas precisam ter a habilidade de ser completamente sinceras umas com as outras e falar claramente e verdadeiramente sem medo de alguém ficar com um sentimento estranho, sabe? Então queremos voltar para a estrada e não só voltarmos a ser amigos novamente, mas sim uma banda de verdade. Não apenas três caras no estúdio junto — queremos ser o blink-182 novamente, onde é normal fazer gozação uns dos outros de uma boa forma, ou dizer, “sabe, acho que é uma idéia legal, mas e se a gente tentasse desse jeito?”

A reunião pareceu nascer do acidente do Travis, em 2008. Até que ponto isso foi essencial?

Foi definitivamente essencial. Mesmo antes do acidente nós estávamos, em nossas mentes, preparados para reformar pelo menos nossas amizades — óbviamente nós não falamos sobre a banda de forma alguma. Acho que todos nós estávamos prontos para deixar o passado para trás e ao menos voltarmos a ser amigos, pois ficamos juntos por muito tempo para apenas esquecermos tudo.

Você acha que o blink-182 ainda é um nome relevante na cena musical em 2010?

Sim, com certeza — só pelo acompanhamento e interesse pela turnê no verão passado e a expectativa que estamos trazendo pro Reino Unido também. Na verdade, eu estava muito atordoado e surpreso com a enorme reação de quando o blink voltou. Não sabíamos se as pessoas ainda ligariam. Nós ficamos separados por cinco anos e poucas bandas têm a chance de voltar e ter a reação que nós tivemos, então cabe a nós fazermos um grande álbum para retribuir.

Você notou a visível mudança na cena musical enquanto vocês estavam separados?

Tudo é cíclico, sabe? O Pop vai e vem em ciclos, o rock vai e vem em ciclos, o hip-hop vai e vem em ciclos, então tudo muda e envolve coisas diferentes. Nós somos o blink-182 e temos apenas que manter nossas cabeças baixas e fazer o nosso negócio, sem se preocupar com o mundo lá fora.

Falando em música pop, você ouviu o cover de “All The Small Things” do Jedward?

Eu ouvi o cover. É engraçado, pois de repente nos forums online e no meu Twitter as pessoas começaram a falar dessa banda fazendo cover de All The Small Things — era tudo desde “finalmente uma banda boa tocando essa música” até “como vocês podem deixar alguém fazer um cover de suas músicas?” — nós nunca demos permissão para eles, mas não acho que deveríamos. Acho que qualquer um pode fazer covers de músicas de qualquer pessoa.


Não ouviu esse cover? Então clique aqui e tire suas próprias conclusões.

Você acha que eles acabaram com a música?

Acho que não — é grudenta e eles podem fazer o que quiserem, é a banda deles. Eles escrevem as próprias músicas? Não conheço muito sobre a banda, pelo que eu vi parece que eles só fazem covers. Eu ouvi a música e realmente não tenho nada a dizer – eles só estão fazendo o trabalho deles, tá tudo bem.

Vocês tocarão no Reading and Leeds festival no fim de agosto. Você acha que o blink-182 é uma boa banda para festivais?

Sim, sempre é interessante quando você toca em seus próprios shows, mas quando você toca em festivais você tem que converncer outras pessoas, então é mais difícil. Eu estou animado para os festivais. Crescer tocando baixo na garagem do meu pai e vendo na televisão bandas como Green Day, Nirvana e Sonic Youth e todas essas bandas no Reading — é tipo um festival ícone para tocar e ter que voltar e tocar novamente. É bem legal.

Novo teaser do “A Different Spin”!

Monday, August 23rd, 2010

Veja abaixo o novo teaser postado pelo Mark no seu blog:

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Thanks to notnow182.net!

HMNIM: Sobre o Highfield Festival

Monday, August 23rd, 2010

Leia abaixo o que o Mark escreveu em seu blog:

Ontem nós tocamos no Highfield Festival aqui na Alemanha. Como tipicamente nesses festivais de verão, o evento acontece em um grande lugar. Um dia antes de chegarmos choveu e inundou o local, forçando o cancelamento de todos os shows do nosso dia. Mas o show deve continuar, e a chuva parou, deixando um grande campo de lama. Um ônibus atolou. Um grande caminhão atolou. Daí ontem nós chegamos com um céu ensolarado e lama. Até a hora do show. Mais ou menos uma hora antes de entrarmos no palco, uma enorme tempestade chegou com chuva, vento e relâmpagos. A banda antes de nós teve que parar por um tempo para avaliar a situação. Chuva, relâmpago, vento, luzes, eletricidade, geradores, aparelho de som e um grande palco revestido de metal podem ser uma combinação não-cooperativa. Mas todo mundo ficou lá, a tempestade passou e nós tivemos um show muito divertido. Obrigado a todos que ficaram na chuva e no vento. Espero que vocês tenham se divertido assim como nós nos divertimos. Agora, um dia de folga em Hamburg. Depois de quatro shows seguidos em grandes campos sujos, nossa equipe está aproveitando uma pausa merecida antes de seguirmos em frente… Aqui estão algumas fotos de ontem, ANTES da tempestade chegar.

MAIS teasers do “A Different Spin”

Friday, August 20th, 2010

Site do “A Different Spin” é lançado!

Thursday, August 19th, 2010

A FUSE.tv lançou o site do “A Different Spin with Mark Hoppus”!

Nele você pode conferir novas fotos e vídeos! Acesse: www.trustmeiminaband.com

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Thanks to blinkdisasters.com!

The Daily Dose entrevista Mark Hoppus em Glasgow

Tuesday, August 17th, 2010

Hoje o blink-182 fez o segundo show da turnê europeia em Glasgow. O site The Daily Dose aproveitou para fazer algumas perguntas para o Mark. Confira a tradução abaixo.

Terá alguma música nova nesses shows de agosto?

Nenhuma música nova será tocada nos shows, a não ser que nós venhamos com algo na estrada agora.

E isso é provável?

Bom, estamos próximos de finalizar algumas músicas novas – eu duvido que iremos tocá-las ao vivo porque tudo já está integrado com o show de luzes, planos de palco e tudo mais. Além disso, uma turnê não é necessariamente o melhor lugar para estrear uma nova música – como um fã de música, eu não gosto de ir a um show e a banda dizer “nós vamos tocar uma nova música agora”.

Então, sem músicas novas. Nem no Reading and Leeds Festival?

Só os nossos hits.

Você sentiu que estaria traindo o Blink-182 quando formou o +44?

Não acho que estava traindo o Blink-182, mas eu senti que era diferente do Blink-182 e mesmo enquanto estávamos gravando (com o +44) eu sempre pensava “oh, essa é uma parte bem legal da música, eu me pergunto o que o Tom faria na guitarra nessa parte.” – isso sempre passava na minha cabeça porque eu sempre escrevi músicas com o Tom. Mas também foi uma ótima oportunidade para experimentar novas coisas e idéias fora do Blink-182, e no fim eu acho que estarmos nessas bandas diferentes não só nos permitiu ver o que cada um conseguiu fazer sozinho, como nos permitiu a apreciar o talento das outras pessoas na banda.

Você ficou com ciúmes pelo fato de não ser convidado para fazer parte do Angels and Airwaves?

Não. Isso é algo que o Tom precisava e queria fazer. Era, obviamente, algo que ele queria fazer fora do Blink-182, então nem passou pela minha cabeça.

Parece que você inspirou milhões de aspirantes a baixistas e guitarristas. É uma honra ou quase uma responsabilidade em algum aspecto?

Com certeza é uma honra. É bastante animador quando as bandas dizem que os inspiramos, ou alguém diz que começou a tocar baixo ou guitarra por causa da nossa música. É uma coisa incrível – faz meu dia quando eu ouço algo assim. Na maior parte das vezes parece um elogio insincero. As pessoas vêm e dizem, “Eu comecei a tocar guitarra/baixo por causa da música de vocês e aprendi todas as suas músicas em uma semana”.

Você nunca pensou em se tornar tão influente por estar numa banda de punk rock?

Não, nunca. Nem por um segundo. Nós só queríamos tocar um punk rock alto e nos divertirmos, e eu acredito que conseguimos fazê-lo.

Então fama e fortuna não foram planejadas?

Bom, eu nunca nem havia pensado nessa possibilidade. Uma banda de punk rock tocando em clubes pequenos de San Diego – nossa maior meta era poder fazer turnês e fazer shows fora da nossa própria cidade, e nós pensávamos que a fama e a fortuna nunca entrariam nessa.

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Thanks to 182online.com!

Mais vídeos do “A Different Spin with”

Monday, August 16th, 2010

Mark Hoppus no Stonehenge

Wednesday, August 11th, 2010

Mark postou em seu blog:

Sim. Visitei um gigante amontoado de pedras organizadas hoje. Esse local esta lá há 5000 anos, nada de mais. Parece que há muita discussão sobre o porquê dele ter sido construído, e ninguém quis ouvir minha teoria de que na verdade esse foi o primeiro drive-thru. De qualquer forma, olhei, apreciei sua grandeza, e agora estou seguindo em frente com a vida.

“A Different Spin” já tem data de estreia!

Sunday, August 8th, 2010

De acordo com o site da Fuse, o programa que terá nosso querido baixista como anfitrião, “A Different Spin with Mark Hoppus”, estreia no dia 16 de setembro.

Teasers do “A Different Spin”

Saturday, August 7th, 2010

Veja abaixo quatro vídeos curtos do Mark fazendo palhaçadas para seu programa, “A Different Spin With Mark Hoppus”.


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thanks to blink-182media.com!

“Uma entrevista com o Mark Hoppus”

Friday, August 6th, 2010

O Mark, numa entrevista recente ao site examiner.com, falou sobre o novo álbum do Blink, sobre seu programa de TV, Epicenter, Turnê e muitas outras coisas que você pode conferir abaixo:

Matt Baldwin: O Blink está se preparando para ir à Europa. Como tem sido tocar no Blink desde que vocês se juntaram?

Mark Hoppus: Tem sido realmente bom. Especialmente com a turnê do verão passado e agora novamente em turnê neste verão eu acho que estamos de volta ao ponto em que precisamos estar para entrar no estúdio e gravar como uma banda. Quando voltamos, todos foram muito respeitosos uns com os outros, um pouco até demais, a fim de voltar à estrada e nos reunirmos, não apenas como uma banda, mas como amigos e ter esse tipo de “taquigrafia” que as bandas têm quando estão juntas.

MB: Você acha que a separação e o tempo distante realmente fortaleceram a banda?

MH: Eu, absolutamente, acho que sim. Estar separados por cinco anos não só permitiu uma melhor perspectiva sobre a banda, mas assim como nós mesmos e uns aos outros e o que os nossos pontos fortes e fracos são e o que cada um de nós traz para o projeto e coisas que gostamos e coisas em que nunca trabalhamos antes. Eu acho que estamos mais fortes do que jamais estivemos como uma banda agora.

MB: Você acha que os projetos paralelos realmente ajudaram?

MH: As coisas que fizemos na época absolutamente nos permitiram tentar experimentos e coisas diferentes. Eu acho que também nos ajudou a descobrir em que cada um de nós estava bem, e também nos permitiu reconhecer os talentos que os outros dois possuem. Todos nós conversamos sobre isso quando voltamos. Agora você percebe tipo, “uau, Tom traz esse ótimo elemento e Travis traz esse incrível elemento e isto é o que eu trago.” Eu acho que os projetos paralelos permitiram que todos se reconhecessem.

MB: Você falou em voltar ao estúdio de gravação. Você fará isso no começo do ano, correto?

MH: Não, nós faremos isso que assim que voltarmos da turnê.

MB: Ah ok. Vocês têm canções já escritas, e qual vai ser o som para este álbum? Será que vai ser uma continuação do álbum passado (2003 – Blink-182) em termos de progressão?

MH: Eu acho que vai ser o próximo passo além do álbum passado. Nós começamos a escrever músicas juntos quando o Blink voltou há um ano. Temos trabalhado aqui e fora o tempo todo e nós realmente estamos mergulhando nele depois desta turnê. Parece que vai ser o próximo passo além do álbum passado. Nós sempre teremos melodias “pegajosas” no cerne da nossa banda, mas nós definitivamente queremos esticar e tentar idéias diferentes também.

MB: Vocês estão tocando no KROQ Epicenter show. Esse é o seu único show na América este ano, correto?

MH: Sim.

MB: O que os atraiu ao evento?

MH: Bem, KROQ sempre foi um enorme defensor do Blink-182. Temos amigos que trabalham lá. Nós achamos que eles são a melhor estação de rádio no sul da Califórnia, e parecia muito divertido, e como uma boa maneira de encerrar a seção de turismo do Blink e colocar-nos direto à gravação. Parecia um ajuste natural para completar a turnê européia e voltar para casa e fazer um show e ir direto para o estúdio.

MB: Vocês estão tocando com um monte de banda que vocês já tinham tocado antes. Obviamente, Bad Religion e depois Jim (Lindberg, formalmente do Pennywise), com a sua nova banda. Há alguma banda que você esteja realmente animado para ver?

MH: Eu ainda não sei exatamente quem está na conta (risos)

MB: Ah, é, pelo que eu li Bad Religion, 30 Seconds to Mars, Rise Against, Jim da banda Pennywise. Acho que vi Suicidal Tendencies…

MH: Impressionante.

MB: …E, em seguida, uma banda chamada A Day to Remember. Não me lembro de mais ninguém.

MH: Oh, legal. Sim, muitas dessas bandas já saíram em turnê conosco e são nossos amigos e eu estou realmente animado para ver a nova banda do Jim com certeza. Eu quero ver o que ele está fazendo… Porque eu sempre tive muito respeito por ele como um intérprete e artista e eu quero ver o que ele está fazendo neste lado do Pennywise também.

MB: Na verdade eu fiz uma entrevista com ele, talvez uns dias atrás, na verdade, e ele tinha um monte de coisas boas a dizer sobre o Blink.

MH: Ah bom. O respeito mútuo definitivamente vai dos dois lados. Pennywise foi uma enorme influência não apenas sobre Blink, mas um defensor do Blink desde o primeiro dia e nós realmente devemos-lhes muito tanto quanto nos trazer ao mundo.

MB: O que o legado do Blink significa para você pessoalmente e como músico?

MH: O nosso legado (risos). O nosso legado é algo que eu realmente não penso ativamente, mas aparece de vez em quando e absolutamente significa o mundo pra mim. Coisas como quando eu estava no telefone com você e o que você disse no começo da nossa conversa e como a música do Blink o ajudou na sua vida e ajudou a definir quem você é. Quando você escuta coisas como essas das pessoas, é provavelmente a experiência mais gratificante em todo o mundo. E não é algo que nós sempre nos esforçamos para fazer, nós estávamos sempre fazendo nossas coisas e mantendo nossas cabeças baixas e sendo verdadeiros com nós mesmos, mas saber que temos impactado todos os tipos de pessoas pelo mundo é muito humilde e extremamente gratificante.

MB: Eu passarei longe do Blink um pouquinho aqui. Obviamente, Tom continua com o Angels And Airwaves. Quando você não está com o Blink, o que você está fazendo?

MH: A minha principal coisa com o Blink não é estar em turnê agora. Eu comecei um programa de TV no FUSE chamado “A Different Spin with Mark Hoppus,” que começará a ser transmitido em setembro e é nisso que eu estarei trabalhando no resto do ano enquanto o Blink está gravando, e depois eu tenho que voar de volta para Nova Yorque a cada duas semanas por alguns dias e estar no estúdio aqui gravando o programa, e depois voar de volta a Los Angeles e gravar o álbum. Então o resto do ano vai ser louco, talvez, para mim, mas vai ser emocionante. E depois eu não sei se estarei fazendo alguma produção este ano só porque eu acho que não vou ter nenhum tempo.

MB: Eu tenho uma pergunta sobre a produção, mas antes, o que vai ser a premissa do seu show?

MH: O show é basicamente tudo de música. FUSE foi realmente super fantástico desde o início. Eles bateram em mim e disseram “nós queremos fazer uma hora de show de música, uma vez por semana.” E eu disse “certo, como é que isto vai funcionar?” E eles disseram “o que você quer que ele seja.” Então eu disse “legal, certo. Como é que isto vai funcionar? Quais tipos de bandas estarão lá? Qual é a visão de vocês sobre isso?” e eles disseram “tudo o que você quiser que seja, é o que nós queremos.” As pessoas que estão envolvidas no show são super profissionais e realmente legais e é basicamente o que queremos. Nós vamos ter performances de bandas ao vivo e no estúdio. Nós vamos ter entrevistas com artistas. Nós sairemos com as bandas enquanto elas estão no estúdio e enquanto estão em turnê. Temos correspondentes e vai ser muito inteligente e muito engraçado. Mas eu não sou um profissional nisto, então eu acho que vai ter este elemento de que as rodas podem desmontar a qualquer momento.

MB: Bem, isso faz com que seja divertido, certo?

MH: E isso é o que faz com que seja divertido. É como se… e Matt eu não sei se você já ouviu o podcast “Hi, My Name is Mark”, mas se você já pegou algum deles vai ser assim, mas com profissionais reais envolvidos.

MB: Eu também li que havia um projeto solo a caminho. Será que ainda está?

MH: Não, não mesmo.

MB: Não, ok.

MH: Não, não… Nenhuma aspiração solo. Quer dizer, houve um tempo hà alguns anos atrás quando eu tinha um monte de músicas sobrando enquanto o Plus-44 estava inativo e eu queria fazer algo com elas e era uma espécie de trabalhar em alguma coisa. Mas, assim que o Blink voltou, eu não tive nenhum interesse em fazer algo por conta própria e eu preferiria trazer canções que eu tinha começado a trabalhar para o Travis e o Tom colocar suas mãos nelas e ver o que acontece com essas idéias.

MB: Você mencionou que provavelmente não haverá produção este ano. O que você procura numa banda, no entanto, quando você está escolhendo um álbum para produzir?

MH: Eu na verdade ouço as demos que eles têm. Se uma banda tem um trabalho anterior, obviamente é importante. Principalmente falar com a banda e ver aonde querem ir e ouvir mesmo assim as demos. Idéias são o que realmente me interessa na produção de uma banda; se eu posso trazer algo produtivo para o projeto. Eu acho que existem algumas bandas que me ofereceram tipo “olha, não há algo completo que eu possa trazer à banda.” E eu tenho que amar a banda em primeiro lugar. Eu não quero passar um mês e meio num estúdio com música que eu não gosto e, felizmente, não tenho obrigação (risos). Para mim, na verdade, eu tenho que amar a banda, acreditar neles e achar que suas músicas são interessantes e boas.

MB: Ok. Como este é o blog punk de Anaheim examiner.com eu tenho que perguntar, onde estão seus locais favoritos para tocar em Orange County, ou quando você estava começando ou agora?

MH: Eu não sei se eu tenho um favorito. É sempre divertido tocar no sul da Califórnia, e é divertido por várias razões. Jogamos SOMA antes do dia em San Diego, e nós tocamos onde foi Irvine Meadows e agora é Verizon Wireless Amphitheater e ambos foram surpreendentes e divertidos. Eles fazem sentir em casa.

MB: E sobre seus locais favoritos em Orange County?

MH: Lugares em Orange County. Eu tenho algum lugar em Orange County? Eu gosto das praias de Orange County, as melhores. Eu acho que Orange County tem ótimas praias. Tudo a partir de Dana Point à New Point à Laguna; em todo o lugar.

MB: A maioria das pessoas diz Disneyland, e essa foi a única resposta que eu tive então é legal ouvir algo um pouco diferente.

MH: Bem, Disneyland, obviamente. Penso na Disneyland como seu próprio mundo. Eu não penso nela como Orange County. Eu penso nela como um próprio país (risos).

MB: Sem dúvida. Então, alguma coisa que você queira adicionar, Mark?

MH: Eu só quero que todo mundo saiba que eu sou super-incrível e um grande cara e muito legal para conversar e que eu aprecio todo o apoio.

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Thanks to 182online.com!

“É oficial”

Thursday, August 5th, 2010

Amy Schumer é a co-apresentadora do “A Different Spin”! Ela é muito engraçada, inteligente e cativante. E tem uma boca terrivelmente suja. E é ofensiva. Todos estão super felizes que por ela fazer parte da equipe. É melhor que ela não tire o brilho do apresentador, ou então… Nós fizemos algumas filmagens no estúdio ontem e em seguida tentaram tirar uma foto cafona. Eu acho que a foto cafona foi um sucesso.

Mark Hoppus no topo do mundo!

Wednesday, August 4th, 2010

O Mark postou em seu blog:

Outro dia em Nova York. Antes de nós gravarmos algumas coisas pro A Different Spin, eu tive a chance de ver tudo o que dava pra ver do topo do 30 Rock.

Rapidinhas182!

Monday, August 2nd, 2010

Lembram-se do projeto misterioso do Mark chamado “City Comma State”? Caso não se lembre, clique AQUI.

Foi postada a seguinte foto no Twitpic(@citycommastate) com a seguinte legenda: “Preparando-se”. O que será que vem por aí? (1)

Veja agora mais uma foto de um ensaio do Blink postada pelo Tom (2)

E mais, o Travis está na edição de Agosto da Rhythm Magazine! (3)

(1) (2) (3)

Continuando, confira abaixo algumas fotos e vídeos da festa de lançamento de Outono da Macbeth:

Vídeo 1

Vídeo 2

Thanks to Blink-182media, notnow.net and @tarcianalessa!

Primeiro comercial do “A Different Spin With Mark Hoppus” e mais

Friday, July 30th, 2010

Veja abaixo o primeiro comercial do programa do Mark na Fuse, que tem data de estreia prevista para setembro.

Além desse comercial, o Mark postou em seu blog algumas fotos dos ensaios do blink:

E ainda publicou um vídeo em sua recente conta oficial no youtube, mostrando o estúdio de ensaio e seu mais novo baixo.

Mark Hoppus em show do Justin Bieber

Friday, July 23rd, 2010

O vídeo abaixo mostra o Mark entrevistando uma garota em um show do Justin Bieber, aparentemente para seu programa – “A Different Spin With Mark Hoppus”.

Fotos da gravação promocional do “A Different Spin”!

Friday, July 23rd, 2010

Veja o que foi postado pelo Mark Hoppus no himynameismark.com:

“Dia 1 da gravação promocional para ‘A Different Spin’. Fiz cerca de dez comerciais hoje e farei denovo amanhã de manhã para um segundo dia cheio. Um monte de vídeos profissionais e sonoplastas, escritores, produtores, e executivos, todos lá para me ver falando sobre mim. É oficial agora que tanto os grupos de apoio de Nova Iorque quanto os de Los Angeles são impressionantes, inteligentes,engraçados, pessoas criativas para trabalhar. Isto vai ser divertido! Além disso, para aqueles de vocês que trabalham na indústria cinematográfica, por favor, me expliquem o que significa quando, após um exame, o diretor diz: “Bem, nós provavelmente devemos ir para a próxima filmagem, talvez ele consiga certo?”

Obs: Clique na foto para ampliar.


Rapidinhas 182! (Atualizado!)

Tuesday, July 20th, 2010

Iniciando com o Mark, ele postou no seu Facebook que começaram as filmagens do seu programa:

” Filmando uma parte do ‘A Different Spin’ amanhã aqui em LA. O show vai ao ar em setembro, mas estamos começando um pouco dele esta semana. Então, se você ver um cara com o cabelo espetado na frente de uma câmera, balbuciando como um idiota e tentando ser engraçado, pode ser eu. Entre compor no Blink-182, ensaiar e filmar o show, eu pretendo dormir de novo algum dia na próxima semana. Horários ocupados!”

Ainda sobre o programa, o Pete Wentz estará numa parte dele, de acordo com um tweet seu recente.

Continuando, confiram um vídeo que mostra o que rolou, há um ano atrás, por trás das câmeras do set de filmagem do filme “LOVE”:

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Sobre o Travis, ele anunciou no seu Twitter o nome do seu primeiro single e do álbum solo:

“Filmando o vídeo de ‘Carry It‘ do meu álbum GIVE THE DRUMMER SOME com @Tmorello @Rzawu e @Raekwonicewater na quarta. Na cidade dos anjos ~”

E mais, segundo ele cinco das dez múscias do seu álbum já estão prontas!

Vejam também o vídeo do Travis Barker com o YelaWolf – Pop The Trunk, na festa de lançamento da Famous Stars and Straps:

Thanks to Blink-182media and 182online!

Tradução: Mark e Tom na KROQ (Parte 1)

Monday, July 19th, 2010

Saiu a entrevista do Mark e do Tom na KROQ em vídeo. Não é a entrevista completa, mas sim alguns trechos, um “resumo”. Tentamos fazer uma legenda pra vocês, ia ficar bem legal, mas acabou não rolando por alguns problemas. Das próximas vezes tentaremos trazer algo bacana. Assista ao vídeo, dividido em duas partes clicando nos links abaixo.

Parte 1 | Parte 2

E como prometido, abaixo vocês podem ler a primeira parte da tradução dessa entrevista. Para ouvir a entrevista completa, enquanto você lê a tradução, clique aqui.

Narrador: Domingo, 26 de Setembro, segundo dia do Epicenter 2010 no Auto Club Speedway, em Fontana onde uma banda chamada Blink-182 vai fazer a sua ÚNICA apresentação em solo americano no ano de 2010… Mark e Tom, senhoras e senhores. No Kevin & Bean Show agora, que folgados que vocês são com apenas UM show no continente todo em um ano!
Tom: A gente só quer que dê certo! A gente quer fazer isso direito, requer muitos ensaios…
Narrador: Vocês estão gravando um álbum novo… não é isso?
Tom: Sim! Nós oficialmente começamos o novo álbum do Blink-182, e… isso é bem animador, porque… a gente tem esse show, nós estamos também indo para a Europa, então tem algumas coisas que estão acontecendo durante esse tempo, então está tudo meio embaralhado por enquanto, a gente está ocupado, daí…
Narrador: Então o quanto vocês já tem de álbum então? Tipo, uns 5%? 25%?
Tom: Sabe, é difícil de dizer isso, porque… esses dias… a gente começou de onde paramos no último álbum onde a gente trabalhou por muito tempo pra fazer ele direito, daí… sei lá, acho que estamos com uns 80% prontos.
Narrador: O que se traduziria em 20% que vocês tem pra completar e talz.
Tom: É… mas sério, isso tem sido bem empolgante pra nós todos! A gente tem várias… desde que nos juntamos denovo tem sido algo muito mais forte ou algo assim…
Narrador: Isso não é incrível? É, vamos falar sobre isso um pouco… porque para quem não seguiu a cronologia da coisa, o Blink-182 ficou junto por muito tempo, não foi? 15 anos ou algo assim, antes de vocês darem um tempo? Daí vocês sumiram e por algum motivo as pessoas não se esqueceram de vocês… ficava cada vez maior quanto mais tempo passava… e quando vocês voltaram, isso tem sido maravilhoso desde então… e todos pensaram assim que vocês decidiram voltar – a gente viu todo aquele anuncio durante o Grammy e tal – , a cada santo dia, talvez a cada hora, as pessoas tem dito: quando vai haver uma música nova Blink? Essa deve ser a parte mais frustrante da coisa toda…
Mark: Sei lá, eu acho que essa a parte mais interessante da coisa toda! Porque mesmo depois desse tempo todo as pessoas ainda querem ouvir a música que a gente faz, e…
Narrador: Por que vocês não a lançam então? (Risos)
Mark: Porque, a parada é que…
Tom: A gente se tornou grande!
Mark: Eu queria que a gente lançasse uma música que está mais adequado e talz… mas o negócio é que as pessoas querem ouvir qualquer coisa que fizermos agora, tem que ser ótimo! A primeira coisa que lançarmos agora tem que ser ótima, enquanto antigamente você podia incluir uma nova música numa apresentação ao vivo e ir trabalhando ela e talz, mas agora com toda essa pressão ela tem que ser “A música”!
Tom: Anos atrás quando a gente…
Narrador: Vocês não serão outro Guns N’ Roses, né?
Mark: Não, não, não…
Narrador: Chinese Democracy, 20 anos depois… tem que sair direito!
Tom: Sei lá…
Mark: Na verdade, eu acho que seria maneiro lançar algo ao estilo rápido, engraçado, idiota e talz só pra tirar a pressão, sabe?
Narrador: Vocês deveriam fazer algo ruim de propósito!
Tom: Ah, você sabe o que é engraçado…
Mark: É assim que fizemos nos nossos quatro primeiros discos! Simplesmente fazendo tudo errado…
Narrador: Tom?
Tom: Eu só estava pensando e achei engraçado o que o Mark disse… tipo, quando estávamos no nosso primeiro álbum grande, Enema of the State, quando a gente era muito mais novo… o seguinte a ele, todos os caras da gravadora vieram e, lembra? Tudo o que fizemos foi tocar ele e mais umas 3 músicas acústicas… a gente ficou gravando por meses esses álbums seguintes. Havia tanta pressão, daí a gente sentou e tocou essas 3 músicas acústicas que a gente ficou gravando e falamos “é isso que a gente veio trabalhando nos últimos nove meses”. Uma era sobre fazer sexo com a sua mãe, uma era sobre fazer sexo com Hitler e a outra sobre fazer sexo com cachorros! E literalmente, eles ficaram perplexos! Tipo, pasmos mesmo! E, sabe… a gente estava falando sério! A gente realmente…
Narrador: Ah, não brinca que vocês falavam sério?
Tom: Sério! A gente realmente as queria no álbum, daí houve uma grande discussão porque nos avisaram que só uma delas poderia ser colocada no álbum.
Narrador: Essa foi muito engraçada! Vocês podem tocar uma dessas músicas?
Tom: É, foi muito engraçado. Essa é uma ótima história para os envolvidos. Daí, na verdade, a música sobre fazer sexo com Hitler, eu me lembro, eu disse ao nosso gerente de turnê estava trabalhando com o Pearl Jam – ou ainda está, não sei ao certo – , eu estava dando uma volta com o Stone, guitarrista do Pearl Jam, e me lembro de ter falado com ele sobre essa música; daí eu acordei um dia e havia uma mensagem dele dizendo: “Hey, Tom, é o Stone. A gente estava só conversando, e… eu acho que você não deveria lançar uma música sobre o Hitler.” (Risos) Daí a gente acabou trocando ela pra…
Mark: Fazer sexo com o seu avô… o que se tornou muito…
Narrador: O que é muito mais palpável. É aceitável! Certo? (Risos) De alguma forma é bem melhor do que com Hitler.
Tom: Sabe, esse é o tipo de coisa que coisa comédia que fez a gente ser a banda que somos.
Narrador: Deixa eu te perguntar uma coisa… quando você contou a história sobre levar uma música à gravadora e ouvir o que ela pensa sobre a música… digo, o mesmo aconteceu com o Big Boi que teve o seu disco recentemente lançado e que eu gostei muito mesmo, e a gravadora disse: “Nós não queremos lançar isso porque não sabemos o que fazer com isso… porque não se encaixa nos padrões.”; esse é o mesmo cara do Outkast que “não se encaixou nos padrões do que deveria ser.” Nesse ponto do mundo, em 2010, vocês realmente precisam fazer algo de acordo com alguém? Vocês não podem simplesmente lançar algo vocês mesmos e fazer exatamente da forma com que querem?
Tom: Eu acho que sim. Creio que isso vai muito do quanto a gravadora investe no negócio. Até o artista se estabelecer. É estranho… eu acho que com a tecnologia e a forma com a qual as coisas estão indo, eu acho que você pode fazer o que quiser hoje em dia. As pessoas estão fazendo de tudo e jogando na internet, e simplesmente fazendo elas mesmas, então…
Mark: Eu acho que é uma coisa boa que você não necessariamente… porque, a gravadora… eu ficaria empolgado… tipo, isso é algo que nós não esperávamos de vocês. Isso é algo novo e sobre esse álbum [falando sobre o álbum do Big Boi], pelo que eu ouvi, escutei algumas músicas dele ontem à noite, e me pareceu ótimo!
Narrador: É! Foi o que eu também achei.
Mark: Eu estou animado com ele! Tipo, “nossa, isso é algo novo e diferente… vamos tentar algo novo com isso”, mas eu acho que muitas gravadoras ficariam com um pé atrás em relação a ele.
Narrador: Gravadoras não querem surpresas! (Risos) Então, qual é a estrutura de vocês? Vocês tem uma gravadora e a consultam antes ou vocês estão fazendo do jeito de vocês… como está sendo o processo por enquanto?
Mark: Ainda estamos na fase de produção mais nossa. É isso aí.
Narrador: Certo. E estão indo bem… estão felizes com o que tem saído até agora?
Tom: Sim!
Narrador: Porque nós estávamos preparados pra oferecer um novo acordo aqui hoje. (Risos)
Tom: Bem… o álbum todo é um pouco diferente hoje em dia. Toda a distribuição é completamente diferente. As gravadoras não ficam com tanto dinheiro quanto antes, então elas não podem… elas não tem tantos recursos.
Mark: Elas não podem esbanjar presentes e pedidos ridículos…
Tom: É, isso bem que acontecia mesmo.
Narrador: (Risos) Essa é boa!
Mark: É, elas realmente nos deixaram voar bem alto…
Tom: Eu me lembro de uma… literalmente, houve um dia específico no qual a gente recebeu uma ligação da gravadora e a mulher dizia: “Sabe o que, eles não vão pagar pelos jatinhos privados mais”…
Mark: (Risos) E você lembra? A gente ficou tipo “o quê?!” (Risos)
Narrador: É um ultrage! (Risos)
Mark: Inacreditável!
Narrador: Nós vamos dar uma pausa. Nós temos muito mais pra conversar com Mark e Tom da banda Blink-182. Talvez você tenha ouvido falar deles. Eles irão tocar no Domingo, 26 de Setembro… a propósito, esse será o Epicenter 2010! Vai ser um fim de semana do car*lho lá em Fontana! Digo, é inacreditável! Eminem, Kiss, Bush, B.O.B., Papa Roach, o Travis… Travis Barker irá fazer sua apresentação solo no Sábado ensaiando pra tocar com o Blink no Domingo; Rise Against, 30 Seconds To Mars, Bad Religion… a gente conversa mais com esses caras assim que voltarmos.
Narrador: KROQ, “road trip” nos EUA, temos a banda Phoenix no Lollapalooza em Chicago. Você concorre a incres…
Vinheta: Hey! Hey! E agora um momento com Kevin. (Risos)
Narrador: Você concorre a ingressos para Phoenix no Hollywood Bowl, além de poder concorrer a um carro 0 Km.
Mark: Eles são a atração principal no Madson Square Garden!
Narrador: O Phoenix está?
Mark: O Phoenix é a atração principal no Madson Square Garden.
Narrador: O Phoenix foi uma das principais do Coachella! É isso aí.
Tom: E quanto ao… Justin Bieber, o que ele fez?
Narrador: Bem… sei lá. (Risos)
Mark: Ele só…
Tom: E quanto ao HIM? Vocês querem falar sobre essas bandas, e quanto ao HIM?
Narrador: E o Justin. Esse é o amor do Justin… é isso que você está dizendo! Beleza, Mark e Tom, do Blink-182, estão aqui no estúdio. É o show de Mark, Tom e Travis, mas Travis não está aqui hoje, estamos conversando sobre o Epicenter 2010, que serão duas grandes noites em Setembro. 25 e 26 de Setembro. A primeira noite tem Eminem. E também o Kiss! Senhoras e senhores, por favor me digam que vocês adoram o Kiss tanto quanto eu; estou tão animado em relação a isso.
Tom: Eu adoro as calças deles.
Narrador: Eu adoro o Kiss. Eu já vi eles ao vivo várias vezes.
Tom: Eu me lembro bem de quando eles voltaram a ativa e bem fortes alguns anos atrás e o Gene usando aquelas calças. É a única imagem q eu tenho em minha mente. (Risos)
Narrador: O primeiro show deles com maquiagem depois de se reunirem foi no Weenie Roast.
Tom: É isso aí!
Narrador: Então ver aqueles caras tocando juntos novamente foi ótimo; um sonho se tornando realidade. Eu acho que vocês deveriam colocar um pouco de maquiagem e talz…
Mark: É!
Narrador: O show pirotécnico daquela noite foi totalmente organizado naquele mesmo dia, e o cabela da minha mulher pegou fogo!
Mark: Ah, fala sério!
Tom: Isso é sério?
Narrador: É, isso não foi tão divertido pra nós quanto foi pra você, Kevin. Mas olhando pra trás, foi realmente engraçado. Mas daí, no Domingo a noite o Blink-182 faz o seu único show nos EUA no ano juntos com Rise Against, outra banda fenomenal ao vivo, e também 30 Seconds To Mars, Bad Religion, A Day To Remember, Suicidal Tendencies e a lista vai embora. Mas falando do Blink e seus fãs malucos. Vocês provavelmente já encontraram durante os anos vários fãs com tatuagens em homenagem ao Blink, estou certo?
Mark: Sim! O nome dele é Tom. (Risos)
Tom: É. Eu mesmo tenho uma. Provavelmente eu fui o primeiro, daí o resto das pessoas foi e a copiou.

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Tradução: @kevin182
Aguardem pela segunda parte!

Entrevista: Mark e Tom na KROQ

Saturday, July 10th, 2010

Ontem (9/07), o Tom e o Mark deram uma entrevista no programa Kevin & Bean Show, da rádo KROQ. Entre várias outras coisas, eles falaram sobre o álbum, turnê, Epicenter 2010 e ainda contaram histórias, fizeram piadas (como sempre) e conversaram com fãs pelo telefone. Você pode ouvir a entrevista completa clicando aqui.

A tradução está sendo providenciada. Nosso amigo @kevin182 está trabalhando na transcrição do vídeo, e assim que pudermos, teremos a tradução na íntegra pra vocês. Só pedimos um pouco de paciência, pois é uma longa entrevista, como devem ter notado!

AltPress: “Novas músicas do blink-182 estão a caminho… mas quando?”

Friday, July 9th, 2010

Em uma recente entrevista que o Mark concedeu ao site  AltPress.com, ele conta detalhes sobre seu programa, “Up All Night”, novo álbum… Confira a tradução abaixo.

A essa altura, podemos dizer que Mark Hoppus é um homem dinâmico. Mais conhecido por seu papel de boca-suja no Blink-182, ele é mais que um mero baixista, tendo feito produções respeitáveis, podcasts, colaborações, entre outras coisas nos últimos anos. Seu novo projeto? A Different Spin With Mark Hoppus, um pograma semanal de uma hora apresentado pelo próprio Mark, e que tem estréia prevista para setembro. Nós conversamos com Hoppus para tirar mais informações sobre o programa, e também para saber se iremos ou não ouvir uma nova música do Blink antes do mundo acabar em 2012.

Você está em Los Angeles hoje?

Não, nós estamos em Nova York. Estou falando de dentro do Radio City Music Hall.

Sério? O que você está fazendo aí?

Acabamos de fazer uma grande conferência de imprensa anunciando meu programa na Fuse.

Conferências de imprensa não são coisas que o blink-182 faz com frequência; não com a imprensa dos EUA, pelo menos. Como você age em uma conferência de imprensa? Você tem que dizer a si mesmo para não ser quem você é normalmente ou é algo simples?

Eu sou uma bosta em tentar ser algo que eu não sou. Então, eu apenas relaxo e tento ser eu mesmo – e eu sou uma bosta fazendo isso também, então…

Qual tipo de roupa é apropriado para coisas assim?

Me disseram para eu me vestir da forma que eu quisesse, mas minha esposa me disse que ao invés de usar bermuda, eu deveria usar calça, pois era mais apropriado.

Então, você tem esse programa na Fuse a caminho. Tem um título oficial?

A partir de agora se chama “A Different Spin With Mark Hoppus.”

Quanto controle criativo você terá no que faz o show?

Total. Não, realmente é muito legal porque tem sido uma colaboração absoluta com todos os envolvidos. As pessoas envolvidas têm a mesma mentalidade e são muito criativas e talentosas e inteligentes. Isso é meio como que queremos que o show seja. Desde o primeiro dia, sempre foi, “Vamos fazer esse show juntos e torná-lo irreverente, inteligente e engraçado.” Então, é isso que nós vamos fazer.

Obviamente você está muito ligado à música moderna agora e há um monte de bandas que você trabalha com produção ou sai em turnê ou são, por falta de uma palavra melhor, seus “brothers”. Como você cobre essas bandas no show sem parecer preconceituoso?

Provavelmente porque, bem, eu sou preconceituoso. Eu tenho tido mais diversão com as bandas que eu tenho amigos porque eu recebo para arruiná-los mais. Eu provavelmente terei que ter mais facilidade com pessoas que eu não conheço do que eu terei com bandas amigas minhas que já sairam em turnê comigo. Porque com eles, eu posso” tirar onda” e, você sabe, trazer coisas que os deixem desconfortáveis e eu terei que ser um pouco mais respeituoso com as pessoas que eu não conheço.

Esse show é definitivamente sua própria coisa. É realmente baseado na música e no amor pela música e não apenas em cobrir bandas que as pessoas conhecem, mas também introduzir novas bandas que essas pessoas talvez não tenham ouvido falar.

Como eu disse, nós queremos que seja engraçado e que seja um momento divertido, mas não é um show bobo. É mais um show inteligente sobre música e sua indústria e pessoas que nós gostamos ouvindo-a e trabalhando com ela.

Então você terá convidados no show e tocará vídeos de música?

Eu não acho que nós tocaremos vídeos de música, mas nós teremos um monte de convidados no show, performances ao vivo, visitas no estúdio, peças de backstage, segmentos em torno da cidade, peças correspondentes e todos os tipos de coisas. Estamos produzindo agora, então ainda estamos descobrindo exatamente o que as coisas serão. Mas a energia é tal que, se quiséssemos experimentar e ter uma banda tocando no topo do Empire State Building, nós tentaríamos fazer isso. Se quiséssemos visitar uma banda no estúdio na França, nós tentaríamos e iríamos fazer isso. Se quiséssemos sair com o Billy Corgan(líder do Smashing Pumpkins) para beber e falar sobre música, nós faríamos. Enquanto pensarmos que algo é divertido e legal, vamos fazê-lo.

Quando você postou online que tinha um grande anúncio e que todos deveriam ouvir à KROQ, parece que o anúncio é que o Blink-182 vai tocar em um grande show da KROQ em setembro. Foi um momento infeliz ter essas duas notícias saindo ao mesmo tempo?

Bom, tocar aquele show é na verdade algo muito bom pro Blink, pois será o único show desse ano na América do Norte. Vamos estar no estúdio para o novo álbum. Eu não me toquei na hora, mas acho que a rádio estava passando comerciais fando uma certa ênfase nesse anúncio do show. Mas o que eles diziam é que você ouviria uma música nova. As pessoas acharam que seria uma música nova do Blink-182, que é claro que não seria ainda. Então, acho que as pessoas ficaram desapontadas pois acharam que ouviriam uma música nova do Blink. Nós não sabíamos que a rádio estava dizendo isso, mas criou uma confusão geral. E depois, o programa na Fuse é um anúncio totalmente separado e 10 vezes mais importante que qualquer coisa que pudesse acontecer hoje.

Você mencionou que o Blink não tem nenhuma música nova, mas quando nós conversamos no ano passado, vocês me contaram sobre “The Night The Moon Was Gone,” que depois se tornou “Up All Night.” Quantas músicas mais vocês têm que estão em alguma parte do processo de composição, e quando poderemos ouvir ao menos um pequeno trecho?

Espero que em breve. Quando o Blink se juntou novamente, nós fomos ao estúdio e começamos a colocar idéias em várias músicas. “Up All Night” é a que está mais completa até agora, definitivamente. Eu diria que está quase completa, mas nós não tivemos a chance de sentar e terminar de gravá-la. Quando nós entrarmos em estúdio e começarmos a escrever várias coisas novas, nós vamos pensar em qual será a melhor música pra liberar primeiro. Não estamos escondendo nada de ninguém. Nós queremos apenas que a primeira coisa que nós lançarmos seja algo muito bom, e no fim, pode ser que seja essa música mesmo.

No ano passado, no começo da turnê de reunião, a animação para um novo material do Blink era grande. Mas as pessoas desanimaram, porque vocês ficaram um pouco longe por uns meses este ano. Vocês estão preocupados que as pessoas tenham esfriado as expectativas para o novo material do Blink? Como motivam seus fãs

Acho que nós vamos continuar fazendo o que estamos fazendo. Pessoalmente, eu queria voltar no estúdio muitos meses antes, e o Tom queria gravar o álbum LOVE do Angels & Airwaves, que demorou mais do que ele imaginava. Ele fez a turnê e já terminou, agora nós estamos envolvidos e continuaremos com as gravações. Nós estamos muito felizes pelo fato dos nossos fãs nos apoiarem tanto, e esperançosamente, nós iremos fazer a espera valer a pena para eles, porque faz muito tempo. Eu entendo isso. Nós usaremos o resto do ano para gravar o álbum.

Vocês esperam que o álbum saia em 2011?

É o seguinte: Estamos tentando finalizá-lo em 2010. Não vamos lançar o álbum enquanto não sentirmos que é um ótimo álbum. Não vamos apressar algo que é ruim e não vamos demorar uma eternidade para lançar algo que não adoramos. Nós vamos ao estúdio, vamos trabalhar duro nesse álbum e lançar algo assim que conseguirmos. Se demorar três meses, tudo bem. Se tiver que demorar seis meses, vai demorar seis meses. Continuaremos assim até quando estiver pronto.

Vocês estão preocupados de que por não terem uma data certa para terminar, as músicas caiam no esquecimento?

É, foi o que fizemos no álbum de 2003. Demoramos o tempo que quisemos, nos preocupamos com os detalhes e cuidamos de um monte de coisas. Porque nós passamos muito tempo experimentando naquele álbum, acho que sabemos o que funciona e o que não funciona. Espero que esse processo seja mais rápido do que no outro. Eu adorei o processo de gravação do nosso último álbum.

Quando você diz o que funciona, e o que não funciona, quais são as coisas que você acha que não funcionaram no último álbum

Bom, nós usamos todas as idéias que nós tinhamos. Algumas coisas deram certo em algumas músicas e então poderíamos usálas em outras músicas. Eu não diria que há um selo de “isso não funciona”. Acho que nós aprendemos apenas confiando no nosso taco desde o começo, algo que é muito importante. No último álbum, nós escreveríamos uma música e colocaríamos ela em uma certa direção, e depois uma correção era feita propositalmente. Daí nós mudaríamos tudo e depois de nove vezes mudando, nós voltaríamos à idéia original. Então eu acho que a lição que nós levamos disso foi: experimentar o tempo todo e sempre confiar no seu taco.

Vários dos seus álbuns antigos estão sendo re-lançados em vinil pela primeira vez nesse ano. É algo importante pra você?

Eu amo vinis, e acho que uma coisa que está faltando na música hoje em dia é a colecionabilidade das coisas. Quando eu ia em lojas de discos, eu encontraria um vinil importado de um single do The Cure, e isso era muito legal. Era legal ter algo físico para ver a arte do álbum. Por causa da internet e da música serem tão acessíveis, em questão de horas você consegue ter todas as músicas de determinado artista. A colecionabilidade dos objetos musicais está se perdendo, mas eu acho que as pessoas estão re-descobrindo a diversão através do vinil. É definitivamente divertido olhar a capa de um vinil 12”, que você não pode ver em um mp3. Acho que a arte da capa está se perdendo do jeito que as coisas digitais estão. Muito do planejamento vai para a arte da capa, quais fotos serão usadas e o artista que fará algo incrível num álbum. Isso deveria ser tão importante quanto a música.

Então é possível dizer que, não importa o tanto que demore para o álbum ser finalizado, ele sairá em vinil?

Sim, é possível dizer isso.

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Obrigado @rutinha182 e @marinarehder182 por terem ajudado na tradução dessa entrevista!

Mark fala sobre seu programa de TV e mais!

Thursday, July 1st, 2010

Numa entrevista recente feita pelo Crushable.com, o Mark fala sobre o seu programa de TV, o novo álbum do Blink, entre outras coisas que você pode conferir abaixo!

” Mark Hoppus usa muitos chapéus: líder do Blink-182, produtor musical, marido e… apresentador de TV.

O canal de música Fuse contratou o roqueiro punk para a frente do seu próprio talk show semanal, intitulado A Different Spin With Mark Hoppus. A série estréia em Setembro, e contará com notícias de música, bandas emergentes e apresentações musicais, entre outras coisas que o Mark está envolvido.

“Todo mundo que é excitante para nós é bem-vindo no show” Diz Mark ao Crushable. “Nós somos grandes fãs de música e cultura pop, por isso queremos estar por dentro das novas bandas que ninguém ouviu falar, nós queremos que seja aonde as pessoas possam aprender mais sobre as suas bandas favoritas, queremos ir atrás do palco e no estúdio, cobrir festivais, seja o que for. Vamos ter correspondentes. Vamos ter um co-anfitrião e serei eu, à frente de tudo, administrando as coisas com um punho de ferro “.

Ele disse que a FUSE primeiramente mencionou a ideia de construir um espetáculo em torno dele. “Eu realmente sinto muito domínio disso, que é importante para mim manter o interesse de não apenas ser um rosto na TV, é como estar em uma banda para um show de TV”, diz ele, referindo-se a si mesmo como um ” Homem simpático “.

Mark – um cara sincero, com mais de 1,6 milhões de seguidores do Twitter – se reuniu com os colegas de banda Travis Barker e Tom DeLonge ano passado. Eles vão percorrer a Europa em agosto e, em seguida, mergulhar na gravação de um novo álbum.

“Vai ser muito bom com certeza”, diz ele. “Eu não sei aonde esse álbum vai nos levar. Eu acho que quando entrarmos no estúdio e começarmos a tocar música juntos, ele vai encontrar seu próprio caminho. Mas nós não estamos indo com qualquer ideia preconcebida do que ele vai ser. “

Então, o que o Mark anda ouvindo esses dias? Nativos. O nacinal. LCD Soundsystem. O álbum de “restabelecimento”do Eminem.

“O novo Eminem eu acho que é muito bom”, diz ele. “Eu acho que é muito emocional, bruto, descobrindo sua alma. Como artista, tenho muito respeito por ele ser tão aberto e honesto com si mesmo de forma pública. Quero dizer, ele coloca tudo lá fora, que eu acho que é realmente inspirador. “”

Thanks to Blink-182media and Blinkdisasters!



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