Archive for the ‘Exclusivas’ Category

Entrevista com Jai Al-Attas (Parte 2)

Friday, March 5th, 2010

Introdução:

Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”

Em 1994, morreu aquele que fez com que cena musical underground fosse posta no mainstream: Kurt Cobain. Com sua morte, o grunge se foi e o punk rock passou a ser o estilo musical presente no cenário daquela época. No mesmo ano, um trio, não muito conhecido, do norte da Califórnia chamado Green Day lançara o disco “Dookie”, alcançando mais de 19 milhões de cópias vendidas. Ainda na mesma época, o Offspring lançou o “Smash”, disco que alcançou o status de maior vendagem de um selo independente, o Epitaph.

Fat Mike (NOFX), Tim Armstrong (Rancid), Billie Joe (Green Day), Mark Hoppus (Blink-182), Tom DeLonge (Blink-182), Greg Graffin (Bad Religion), Dexter Holland (The Offspring), Kevin Lyman (Warped Tour) foram algumas das pessoas com quem Jai pode conversar e extrair informações preciosas dessa época tão movimentada na música que era feita nos Estados Unidos.

E quem melhor para narrar toda essa história? Tony Hawk, a maior lenda viva do skate mundial.
One Nine Nine Four descreve como o punk rock dos anos 90, oriundo da obscura cena de meados dos anos 80, ressurgiu na costa leste dos Estados Unidos agregando o movimento do surf e skate do Sul da Califórnia que culminou no início de um dos principais eventos da música alternativa independente que dura até hoje: a Warped Tour.

Jai Al-Attas conversou quase duas horas conosco do Action182.com (Bruno Bld e Colombia182)e com Tony, do  TenhoMaisDiscosQueAmigos.com, e falou sobre como surgiu a idéia de fazer este documentário, sobre a experiência de participar de algo que influenciou sua vida pessoal e profissional, de estar cara a cara com seus principais ídolos e sobre as dificuldades de realizar um projeto como este.
Falou ainda sobre o mundo da música atual, sobre Green Day, Blink-182, NOFX, Lagwagon, sobre o mercado discos de vinil, entre tantas outras coisas.

Ainda não leu a PRIMEIRA PARTE da entrevista? CLIQUE AQUI!


Confira agora a segunda parte da entrevista:

Bruno-ACTION182: Bandas como Paramore, Set Your Goals e Bomb The Music Industry! têm usado camisetas, tocado covers, e fazendo com que o mundo todo saiba sobre o amor deles em relação a bandas como Blink-182, Reel Big Fish e New Found Glory. Você acha que a gente está começando a fazer parte de uma nova cena baseada e imensamente influenciada pelas bandas dos anos 90?
Jai: Eu acho que é natural. Nos anos 90 você tinha as bandas pop punk do momento com camisetas do Clash, Replacements, Husker Du. Sempre será assim porque são as suas influências e você quer que as pessoas saibam quem elas são, então as usa com orgulho no seu peito. Uma coisa que eu não entendo é como a música ficou tão ruim nos últimos 8 anos. As bandas eram definitivamente influenciadas pelas músicas dos anos 90 mas mesmo assim faziam um som “screamo” que soava horrível. Eu espero que a próxima geração perceba quão ruim a música se tornou e comece a fazer bandas que soem como NOFX ou Lagwagon denovo.

Tony-TMDQA!: Aqui no Brasil a gente tá passando pela fase das bandas coloridas…
Jai: Podecre. Elas são apenas pequenos times de marketing próprio.Eu acho que há música boa em cada década, mas a última foi provavelmente a pior pra mim.

Tony-TMDQA!: Eu acho que foi uma década ruim até mesmo pra música mainstream. Tipo, a gente vai olhar pra trás e lembrar de quem? Linkin Park?
Bruno-ACTION182: A última década foi do hip-hop. Você concorda?
Jai: É, acho que sim, esse tipo de música foi muito popular. Mas eu também vejo como a década das bandas de rock “derivadas”. Todo ano tinha uma banda nova que era “hype” e fazia um álbum bom e sumia na obscuridade porque eles não eram mais o sabor do mês.

Bruno-ACTION182: Você gosta de Blink-182 hoje em dia? Ou só a era dos anos 90? O que você achou da volta dos caras em 2009 e o que isso significa para a cena punk rock atual?
Jai: Sim, eu ainda gosto de Blink-182. Eu gosto de todos os álbuns deles, obviamente mais de alguns do que de outros mas eu diria que eles são uma das minhas bandas favoritas. Eu vi 4 shows deles na turnê da volta ano passado em eventos diferentes e foi muito legal, foi muito bom vê-los juntos novamente. No que diz respeito à cena punk rock atual eu não sei, porque eles não têm sido parte dessa cena há algum tempo e as bandas com quem eles têm mais afinidade, os fall out boys e all american rejects não são bandas de punk rock.

Bruno-ACTION182: Eu também. Eu fui a Nova York pra ver os shows e foi maravilhoso.
Colombia-ACTION182: Você nunca os viu na Austrália? Era tipo um segundo lar pra eles…

Jai: Sim, eu vi eles algumas vezes na Austrália nos anos 90. Eu também saí em turnê com eles uma vez em 2004, logo antes de terminarem. Eu tinha contratado o Brand New pra minha gravadora e eles estavam abrindo alguns shows, foi muito legal.

Bruno-ACTION182: E o Rick DeVoe, que ajuda, gerencia e fez tantas coisas pro Blink-182. Ele é um nome importante na música também.
Jai: Sim, o Rick é maravilhoso. O cara mais legal de todos!

Nota do editor: Caso você não conheça muito sobre Rick DeVoe, clique aqui e veja a entrevista EXCLUSIVA que o Action182 fez com o próprio.

Bruno-ACTION182: Definitivamente a explosão da banda veio em 1999 com o “Enema Of The State”. Você acha que o Blink-182 foi a última banda a lançar algo realmente significativo nos anos 90?
Jai: Eles lançaram no finalzinho dos anos 90, então sim. Mas várias outras bandas estavam se tornando bem populares no final dos anos 90 e explodiram nos anos 2000, como o New Found Glory e o Ataris. O Blink pavimentou o caminho para eles, e sem o “Enema” talvez elas nunca tivessem conseguido suas chances. E sem o “Dookie”, o Blink provavelmente não teria sua chance.

Bruno-ACTION182: Bandas como o Blink-182 e o Green Day estão fazendo sons completamente diferentes daqueles que os fizeram famosos nos anos 90. Você acha que esse caminho é natural e que se eles tivessem continuado fazendo a mesma coisa não teriam tanto sucesso?
Jai: Eu fico feliz que eles tenham evoluído porque caso contrário seria muito chato. Pra que ficar criando o mesmo som, com o tempo ele fica chato e sem graça.

Tony-TMDQA!: O Tony Hawk é o narrador do documentário. Ele é o cara que levou o skate ao seu lugar mais alto mundo afora. Na sua opinião o skate e o surf ajudaram o punk rock a crescer e chamar atenção do mundo todo?
Jai: Sim. O skate e o surf ajudaram essas bandas a conseguirem fãs antes do rádio e da Mtv. Principalmente com seus vídeos que tinham bandas de punk rock como trilha sonora. Aqui na Austrália o Unwritten Law e o Pennywise têm discos de Ouro. E muito disso ter acontecido é por causa dos vídeos de skate e surf.

Bruno-ACTION182: O Tom está com o Angels And Airwaves agora. Que tipo de música você acha que eles tocam, comparado ao punk rock dos anos 90?
Jai: Não faço ideia.. Pop rock?

Tony-TMDQA!: Eu diria “chato-rock”, mas é só minha opinião. hahaha Eu sou do time +44, sabe.
Jai: hahaha eles têm algumas músicas boas mas obviamente eu prefiro Blink-182. Tanto +44 quanto AvA só provam que esses caras atingem seu melhor nível quando estão juntos. É tipo os trabalhos de Lennon e McCartney depois dos Beatles, eles tinham algumas músicas boas mas nada se comparava a quando eles estavam juntos.

Tony-TMDQA!: O documentário passou no Festival Internacional de Filmes em Calgary no ano passado. Qual foi a recepção das pessoas? Você pretende mostrá-los em outros lugares antes do lançamento oficial?
Jai: A recepção em Calgary foi muito boa, eu acho que a gente foi aplaudido de pé e eu fiz uma sessão de perguntas e respostas que foi muito legal. Não sei se a gente irá mostrá-lo em outros festivais, a gente não o inscreveu em nenhum, mas se rolar algum convite com certeza a gente vai dar uma olhada. O objetivo agora é resolver a parada das músicas pra finalizar tudo.

Colombia-ACTION182: E como o documentário será distribuído, qual será sua cobertura?
Jai: Na Austrália a gente tem um distribuidor e está trabalhando para conseguir no Japão e EUA agora. Quanto à América do Sul eu não sei, mas eu gostaria de lançá-lo em todos os lugares, então se vocês souberem de algo, me avisem.

Tony-TMDQA!: Além do documentário, como você se envolveu com música e o que tem feito ultimamente?
Jai: Eu me envolvi com música em 2000 quando comecei meu próprio selo. Basicamente o objetivo era criar um selo parecido com a Fat Wreck Chords, Epitaph e SubPop. Eu me saí muito bem com isso e fiz conexões que possibilitaram a criação do documentário. Eu tenho trabalhado em terminar o “1994″ e meu próximo filme, além de produzir um desenho animado que estamos bolando.

Tony-TMDQA!: A última pergunta seria: O nome do meu site significa “Tenho Mais Discos Que Amigos!”. Você tem mais discos que amigos?
Jai: Quase definitivamente. Eu só tenho tipo 3 amigos, e dois deles são meus pais.

Tony, Bruno, Colombia: Muito obrigado pela entrevista Jai! Foi muito legal da sua parte.
Jai: Valeu pessoal, foi muito divertido, obrigado.

Esperamos que você tenha gostado muito dessa entrevista, além de ter sido muito divertido e um enorme prazer fazê-la, é uma enorme satisfação divulga-lá e poder passar esse tipo de informação para os outros, pois tem muita informação legal ai, que o pessoal mais velho vivenciou e os mais novos aprendem com a história! E muito obrigado também ao Jai que sempre foi muito atencioso conosco. Até a próxima entrevista galera!

Entrevista exclusiva com Jai Al-Attas (Documentário “1994″)

Thursday, March 4th, 2010

Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”

Confira essa mega entrevista que foi feita por mim (Bruno), Tony (TMDQA!) e Colombia182 no site do Tenho Mais Discos Que Amigos, clicando aqui!

Lembrando que a primeira parte da entrevista é esta que está no site do TMDQA e a segunda parte (mais focada em blink-182) estará aqui no Action182 amanhã as 22hrs.

Não perca!

Amanhã começa a tour do The Early Strike!

Thursday, October 8th, 2009

The Early Strike no Brasil

A banda fará uma Tour no Brasil em outubro e você poderá ver o show e participar de promoções aqui no Action182. Confira a agenda:

09/10 – Hangar 110 @ São Paulo – SP – A PARTIR DAS 19hrs
10/10 – Cerveja Azul @ São Paulo – SP
11/10 – Matriz @ Belo Horizonte – MG
14/10 – Hall Bar @ Jundiaí – SP
15/10 – Bar Budo @ Florianópolis – SC
18/10 – D’Vinci Music Bar @ Rio Claro – SP

Mais informações e promoções:

http://www.fotolog.com.br/xlivemusic

Ouça a banda: http://www.myspace.com/theearlystrike

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O Action182 entrevistou a banda The Early Strike. Para quem não se lembra, a banda iria abrir o show do Plus 44 que na época estava parado gravando um suposto segundo álbum. E eles são produzidos por Steve Kravac, que também já produziu o blink-182 no passado. Confira a pequena entrevista em português:

Em 2007, vocês anunciaram uma tour com o Plus 44 quando eles estavam parados para gravar o segundo álbum. Alguns acreditaram, outros falaram que era falso desde o começo. Quando o dia chegou, o show não acontece. Como vocês explicam isso? Qual foi a reação de seus fãs sobre isso?

1. Ok, é bom que alguém tenha perguntado isso, assim muitas pessoas vão ler e nós podemos explicar o que aconteceu e deixar tudo claro. Nós não pretendíamos que “novos fãs” aparecessem fazendo o show em San Antonio, TX. HAHA isso é estúpido. O que aconteceu foi que o “Club Fyve” em San Antonio, TX veio oferecer para nós e várias outras bandas, a abertura de um show do +44 no St. Patrick’s Day. Mas assim que começamos a divulgar o show e ter conversado com algumas pessoas em Los Angeles, sobre a banda (+44) e o quais eram os planos deles, nós logo descobrimos que era um show falso. Nós ligamos para os donos da casa de shows para falar sobre essa mentira e eles ainda fingiram uma ligação com Travis e os outros no telefone dizendo que estavam putos. Depois disso, o club nos tirou do show e continuou divulgando que os shows teriam +44 no planejamento. Eles acabaram divulgando o show sem The Earky Strike e dizendo que +44 tocaria no Club Fyve. O dia do show chegou.. e nós ficamos em casa, provavelmente vendo algum filme, ou saindo pra algum lugar. Um monte de bandas de San Antonio, TX foram enganados pelo club sobre tocar com +44. Nós obviamente fomos acusados de inventar tudo isso, porque provavelmente teríamos muitos fãs de Blink-182 e outras pessoas que conheciam a banda (+44) e souberam do show por nós. Nós não tinha a intenção de fazer nada disso e também, não sabemos ao certo qual foi a reação dos fãs porque quando descobrimos tudo e fomos tirados do show, todos os nossos amigos próximos questionaram sobre e nós contamos a verdade. Pra resumir, o dono do club saiu depois de pouco tempo, tendo roubado mais de $500,000 da casa de shows e descobrimos também que os dois donos viviam disso, indo de club em club, mudando de nome e roubando o dinheiro… Foi uma situação estranha.. Nós avise se tiver qualquer outra pergunta sobre o show e toda a história, estaremos felizes em responder!

Como foi o sentimento de ter o album de vocês produzido por Steve Kravac, mesmo produtor do blink-182 no passado?

2. Fazer um album com Steve Kravac foi uma experiência maravilhosa. Ouvimos algumas histórias sobre o Blink-182 e de como eles eram jovens quando Steve trabalhou com eles. Eu fiquei muito empolgado em como o novo album soaria e acho que todos terão uma boa impressão deste nosso novo album!!! Steve Kravac é um produtor incrível e nos ajudou a chegar a um outro nível que é onde queremos estar!!!

Vocês já tiveram contato com algum dos membros do blink-182? Qual a música favorita de vocês e o que o blink-182 significa para vocês?

3. Sim, tivemos contato várias vezes com os membros do Blink-182 e sua equipe também algumas pessoas trabalhando com a banda. Eles são todos ótimas pessoas e tem ótimas ideias e muito talento. Nós reunimos e conversamos vezes principalmente com Travis, Chris (RIP), o técnico de bateria do Travis e Rick, o empresário. Confessamos que é difícil escolher uma só música preferida do Blink-182, todas são incríveis e a preferência muda de tempos em tempos. Por exemplo, agora nesse momento, seria Reckless Abandon.

Qual são as expectativas de deixar a Califórnia para tocar no Brasil? O que vocês esperam dos fãs brasileiros?

4. No Brasil, nós esperamos fãs adoráveis e loucos e pessoas prontas pra se divertir!!! Acho que será interessante ver como as coisas vão funcionar, é nossa primeira vez no Brasil, então estamos muito animados pra ver como tudo vai ser!!! Espero ver moshs, pessoas cantando e os fãs felizes, se divertindo!

Entrevista por Bruno Clozel (@brunobld)
Perguntas por Márcio Medeiros (@colombia182)
Tradução por Júlia Oliveira (@ju182)

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Promoção Action182 + TenhoMaisAmigosQueDiscos! – THE EARLY TRIKE:

Colocação final:

@oitudobem_ = 1250 tweets
@NandaLandim = 1040 tweets
@aikra = 740 tweets

Prêmios:

Primeira colocada:

- 1 par de ingressos para ver o The Early Strike em qualquer um dos shows acima
- 1 camiseta Action182
- 5 adesivos
- Uma coletânea dupla em CD: Músicas Bacanas para Pessoas Descoladas Vol.2, com Dead Fish, Killi, Dance Of Days.
- Cartela de adesivos Idealshop

Segunda colocada:

- 1 par de ingressos para ver o The Early Strike em qualquer um dos shows acima
- 5 adesivos Action182
- 1 chaveiro

Terceira colocada:

- 5 adesivos

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Mais informações e promoções:

http://www.fotolog.com.br/xlivemusic

ActionCast #6 – Entrevista BrunoBLD

Friday, October 2nd, 2009

O ActionCast dessa semana é muito especial (e grande). Uma entrevista exclusiva com o dono do Action182.com Bruno “BLD” Clozel. Na entrevista feita por Pedro Bricio e Iuri Winchester, Bruno BLD conta como foi a viagem a NY e detalhes sobre os shows da Summer Tour do Blink 182, conta detalhes da Action Megazine #2 e muito mais. Ouça agora então o Episodio #6 do ActionCast

Promoção: A promoção ainda está rolando (Ultima Semana), para participar da promoção é simples, só enviar um arquivo em mp3 dizendo o porque você deve fazer parte da equipe do ActionCast. Enviar para: podcast@action182.com e/ou pedrobricio@gmail.com

ActionCast foi criado e apresentado pelo produtor musical Pedro HC Bricio. Para mandar suas perguntas, sugestões e críticas o e-mail do ActionCast é: podcast@action182.com

Créditos:

  • Apresentadores: Pedro Bricio e Iuri Winchester
  • Roteiro: Pedro Bricio e Action182
  • Edição: Bruna Nogueira

OBS: A entrevista é grande, então para alguns pode demorar a carregar!

Vamos relembrar: Entrevista com Rick DeVoe!

Monday, March 30th, 2009

O Action182 fez uma entrevista exclusiva ano passado com Rick DeVoe, empresário do blink-182, a entrevista foi feita dia 24 de junho de 2008, na época o blink-182 não tinha idéia de voltar e os fãs ainda não sonhavam com essa realidade tão perto e que hoje é completamente real.

Pelo motivo de muitas pessoas não saberem quem é Rick DeVoe e outras estarem comentando várias coisas no site depois do nosso último contato com o Rick Devoe e Mark Hoppus cujo o próprio Mark falou pelo Twitter que pode vir ao Brasil, iremos recolocar essa entrevista no topo para você matar a curiosidade e ver o que tava rolando na época e o que DeVoe falou ao Action182. Aproveite!

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Post oficial de 01/07/2008

Como prometi a tão esperada entrevista com Rick DeVoe, atual empresário do AVA e ex-empresário do Blink 182.

É uma honra para o Action182.com e para eu especialmente ter feito a entrevista e ser tão bem tratado pelo super atencioso Rick DeVoe.

Acredite Rick, todos nós também estamos com os dedos cruzados para a volta do Blink!

Boa leitura a todos e comentem!

Olá Rick, muito obrigado por esta chance de entrevista-lo.

De nada!

Rick, como foi a sua entrada no mundo da música, e claro, como começou com o Blink-182? Nos conte um pouco sobre você.

Eu entrei na música através de eventos relacionados com surfe, como premiações de filmes, torneios de terapia eletro convulsiva, e os combinei com música. Nós tínhamos bandas tocando nos eventos. Era muito divertido!

Além de ser manager do Angels And Airwaves, de quais outras bandas você participa? Como é sua relação com elas?

No momento, apenas administro o Angels and Airwaves, Timmy Curran, e uma marca chamada W.R.O.N.G., que possui de roupas de skate-surf para jovens.

Quais foram os cinco melhores shows em quais você já foi, e quais as cinco melhores banda que conhece?

Bem, Blink-182 no Hollywood Palladeum, quando eles abriram para o NOFX no ano de 1995 ou 1996. Pennywise em Melbourne, Austrália, dezembro de 1995. Blink-182 no MTV Awards em NYC em 1999. Timmy Curran no teatro Arlington em 2006. Madness no Santa Barbara Bowl em 1997. Angels and Airwaves em Orlando, Flórida, fevereiro de 2008. Desculpe, falei 6.

Recentemente, estamos assistindo ao início de uma nova modinha: odeie os garotos “emo”. Bandas como Fall Out Boy, Panic! At The Disco, My Chemical Romance, etc; estão se tornando cada vez mais odiadas somente por causa de uma “classificação” que receberam Deus sabe de quem. Como você se sente sobre isso e o que você diria aos garotos que não tem personalidade e se juntam à essa modinha mesmo antes de ouvir as músicas das bandas?

Eu acho uma droga. Há ótimas bandas EMO e eu acho que as pessoas deviam parar de se preocupar com isso. Elas deviam focar suas energias em ajudar a comunidade, ou fazerem de si pessoas melhores. Odiar pessoas por causa do seu jeito de vestir ou por causa das músicas que escutam é muito ridículo. As pessoas estão de saco cheio.

Além da diferença de estilo musical, quais são as maiores diferenças entre Blink 182 e AVA?

O Blink costumava ser mais divertido, e o Angels é mais sobre fazer de você uma pessoa melhor com hinos espirituais.

Desde que o Blink se tornou grande que viamos câmeras filmando todos os shows da banda. Os fãs por aí continuam perguntando onde está todo esse material. Não houve nem mesmo um DVD de um grande show ao vivo que vocês fizeram (e eles não foram poucos). Você acha que é possível que cheguemos a ver algo desse material mesmo se o Blink não se juntar denovo?

Sempre existiram câmeras rolando pelos shows do Blink. Eu sei que existem algumas partes disso por aí, em algum lugar. E é sempre divertido rever coisas como essas, que te levam novamente para aqueles ótimos momentos.

Você ainda tem contato com Mark e Travis?

Somente com Mark.

Olhando para trás e situando-se na época que você começou a trabalhar com o Blink-182, como você analisa o desenvolvimento, principalmente do Tom e do Mark, em termos musicais, comparando com os projetos que os dois hoje em dia estão a frente, o Tom no AvA e Modlife.com e o Mark no +44 e produzindo tantas bandas?

Bom, os dois cresceram muito musicalmente falando. Os dois projetos permitiram os dois a entrarem em muitos cenários musicais que eles não conheciam enquanto estavam no Blink 182. Mark sempre teve um lado produtor, e acho que ele faz um ótimo trabalho com as bandas que produz. Modlife.com é o bebê do Tom, e ele é muito empolgado com tecnologia e o que isso pode trazer de bom para a indústria da música.

No final do Blink-182, pelo que ficamos sabendo, Mark e Travis foram chamados em um lugar para conversar, enquanto Tom não falou nada, e mandou seu empresário avisar sobre o fim da banda. Era você? Ou isso não aconteceu realmente?

Infelizmente, era eu. Tom me fez ligar para eles, e foi um momento triste para todos nós. Às vezes, as pessoas crescem e acontecem coisas como essas. Eu mantenho meus dedos cruzados para que um dia eles estejam em um mesmo palco novamente. Blink 182 é demais!

Muito obrigado por responder as perguntas, deixe uma mensagem para os fãs do site e todos fãs de seu trabalho com as bandas.

Para todos os fãs de Blink 182, Angels and Airwaves e Plus 44, obrigado por ficarem com esse caras. Eles são ótimos músicos, e ótimas pessoas. Obrigado por todo o apoio e devoção ao legado Blink 182.

Rick DeVoe.

Entrevista por Bruno Clozel (bld).

Traduções por Mona Carvalho e Nathália Behne.

Sugestões de perguntas por Mona, Kevin182, Colombia182 e Marcelo.

Exclusivo: Travis fala após tragédia

Wednesday, October 8th, 2008

Pela primeira vez após a tragédia, Travis deu entrevista. Conversando com a US WEEKLY, ele fala como se sente e qual seu estado atual.

Para conferir a entrevista clique em Leia Mais

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