Archive for the ‘Entrevistas’ Category

O Rock’n Roll acaba com os neurônios?

Thursday, September 2nd, 2010

O blog das bandas da NME, revista musical do Reino Unido, entrevistou o Tom DeLonge no sessão “Does Rock’n Roll Kill Braincells?”, algo como “O Rock’n Roll acaba com os neurônios?”. A NME faz pergunta aos artistas e caso a pessoa acerte, eles dão pontos, caso contrário eles dizem qual é a resposta certa. Ao final da conversa os artistas se avaliam.

A entrevista testa as lembranças de DeLonge que procura em suas memórias fatos da época do Flyswatter, da premiação no Teen Choice Awards, passando pela época do Travis Barker no The Aquabats, entre outros assuntos. Confiram essa bem humorada conversa com o guitarrista e vocalista do Blink-182/Angels & Airwaves!

NME: Quais eram as duas versões cover que apareceram na ‘Flyswatter’, primeira demo do Blink de 1993?
Tom: “Eu não tenho certeza quais eram as que estão nela, mas nós fizemos cover de ‘Freak Scene’ do Dinosaur Jr e depois uma música do King Weasel.”
NME: Meio ponto. Era a música do Dinosaur Jr, ‘Freak Scene’ e a do NOFX, ‘The Longest Line’.
Tom: “Que merda, nós tocamos ‘The Longest Line’. Agora eu me lembro de tocá-la, todos esses anos atrás. Essa é uma música muito boa.”

NME: continuando… Quem era a principal atração acima do Blink-182 na última vez que vocês tocaram no Reading and Leeds Festival em 2003?
Tom: “Fácil. Linkin Park.”
NME: Correto.

NME: Qual era o video do N’Sync que é parodiado no vídeo de ‘All the Small Things’?
Tom: “Eu não consigo me lembrar o nome dele! Tudo que lembro é o quanto foi engraçado fazer e quão perfeita era a música para fazermos o que fizemos mas eu realmente não lembro o nome da música.”
NME: Errado. ‘Tearin’ Up My Heart’
Tom: “Eu não podia imaginar uma música com o nome de ‘Tearin’ Up My Heart’! Esse é o melhor nome que eu já ouvi… e o fato de não ter o ‘g’ (Tearin ao invés de Tearing) faz ela ser melhor ainda.”

NME: Que música de vocês tem a participação do Robert Smith?
Tom: “Essa é fácil, é ‘All Of This’ que é nossa melhor música. Nós trouxemos o Robert Smith uma vez pra cantar no palco ‘Boys Don’t Cry’, mas nós tocamos como uma banda punk, umas 10 vezes mais rápido. Ele estava bêbado e ficou perdido e ele estava com toda a sua maquiagem e olhando para nós com uma cara de quem está dizendo, ‘O que vocês estão fazendo?’”
NME: Correto!

NME: Qual era o nome de palco do seu baterista Travis Barker quando ele estava tocando no The Aquabats?
Tom: “Não era algo como… Tito ou algo do tipo? Bons tempos aqueles, quando ele usava aqueles óculos e roupas de banho e todas aquelas coisas. As pessoas amavam o The Aquabats, cara, eles eram muito engraçados.”
NME: Meio ponto. Era The Baron Von Tito

NME: Adivinhe de que música esses versos foram tirados: “At the risk of sounding rude/Just who the fuck do you think you are/To tell me what you expect of me today?”
Tom: “É ‘Fentzooler’ do nosso primeiro álbum. Mesmo assim eu tenho que admitir que se você me pedisse pra recitar a letra dessa música, não haveria jeito que eu não poderia. Quando foi que tocamos? Oh, deve ter sido a uns 15 anos atrás.”
NME: Correto!

NME: Quais foram os três prêmios que o Blink-182 ganhou no Teen Choice Awards?
Tom: “Eu ainda tenho a prancha dele… Eu acho que eles foram dados para a Melhor Banda ou Melhor Banda de Rock, algo do tipo.”
NME: Meio ponto. Foi Melhor Grupo (2000) e Melhor Grupo de Rock (2001) para a banda, e Melhor Música de Amor (2004) para ‘I Miss you’
Tom: “Legal! Essa é uma boa música de amor!”

NME: Qual era o título do episódio de 2003 dos Simpsons que o Blink-182 participou?
Tom: “Oh, Eu não me lembro o título, mas era algo como o 200º episódio ou algo do tipo, e tudo que eu me lembro é que o Tony Hawk estava nele.”
NME: Errado. O episódio se chamava ‘Barting Over’, que aconteceu quando Bart saiu de casa e descobriu que ele estava morando no mesmo prédio que o Tony Hawk, que deu uma festa com o Blink.
Tom: “Nós tocamos em uma festa do Tony Hawk, recentemente. Ele estava arrecadando fundos em Los Angeles para um skate park e coisas do tipo. Nós só fazemos coisas que estão nos Simpsons!”

NME: Em qual música do álbum do Box Car Racer (projeto paralelo do Tom e Travis) o Tim Armstrong do Rancid e o Jordan Pundik do New Found Glory aparecem?
Tom: “É em ‘Cat Like Thief’. Essa é bela uma música. O que eles fizeram naquela música é realmente único.”
NME: Correto!

NME: Em American Pie, qual membro do Blink-182 fala, “Go, trig boy! It’s your birthday!” enquanto assistem o Jim tentando perder sua virgindade na webcam?
Tom: “Claro que foi o Mark [Hoppus], ele sempre foi o melhor em improvisos. Eu assisti a pouco tempo, e ele parece tão jovem.”
NME: Correto!

Total de pontos: 6.5/10
Tom:“Hmm… bem, é claro que nós não somos o tipo de pessoa que olha pra trás em seus feitos e tenta mantê-los organizados e arquivados para usar no futuro! Nós apenas fazemos as coisas e vamos em frente. Vejo vocês no Reading and Leeds!”

Como ouvir o álbum do Blink antes de estar pronto!

Thursday, September 2nd, 2010

Leia abaixo uma entrevista feita com o Tom pela RockRadio.co.uk durante a turnê europeia:

O Blink-182 não concluiu o seu álbum de retorno – mas o vocalista Tom Delonge diz que você pode ouvir exatamente como ele vai ser, ouvindo os projetos paralelos dos três membros.


Além do mais, não tem exigido um grande esforço para uni-lo, pois a banda está trabalhando melhor do que quando eles seguiram caminhos separados em 2004.

Falando em Leeds, no aniversário de morte do amigo deles, DJ-AM, Delonge disse a Andrew Watson da Rock Radio: “A banda parece ter duplicado ou triplicado em tamanho desde a separação. É explosivo, é elétrico – não precisamos fazer qualquer trabalho nisto.

Eu me sinto como um garotinho cheio de admiração. Eu não posso compreender o tamanho desses shows. Nós estamos ficando melhor do que nós sempre fomos, e há uma confiança lá agora. Nós amamos o que fazemos e sabemos que fazemos isso muito bem.

Discutindo a sequência do lançamento do auto-intitulado álbum de 2003 , Delonge explica: “O álbum vai ser muito moderno, relevante, rápido e divertido. Vai ser uma mistura de bateria e baixo, indie rock e stadium rock. Eu não posso dizer que fizemos isso antes, mas você pode ver a ponta do iceberg no último álbum.”

Quem ouve a minha banda ‘Angels and Airwaves’ vai saber aonde eu me situo musicalmente. Se você imaginar isso, misturado com o que os outros caras fazem em seu tempo livre, você consegue. Vai ser uma colaboração muito grande do melhor de três gêneros diferentes de música.

Enquanto o Blink está curtindo tocar no Reino Unido e Europa, com Delonge agradecido pela paixão da multidão durante a turnê, ele diz que os shows não são tão espetaculares quanto os que eles tocaram nos Estados Unidos.

Ele explica: “Nós trouxemos o palco grande, mas tivemos que cortá-lo um pouco para trás. Há um muito grande, pesado e complexo sistema de manipulação que usamos quando Travis Barker está voando sobre a sua bateria. Nós construímos um novo aqui e somos muito bem capaz de fazer aquilo que queremos, mas ainda não é o que nós fizemos nos Estados Unidos.”

DJ-AM, cujo verdadeiro nome é Adam Goldstein, morreu de uma overdose acidental de drogas em 28 de agosto do ano passado. Ele e seu freqüente colaborador Barker foram os únicos sobreviventes do acidente aéreo de 2008, que conduziu diretamente a reunião do Blink 182. Barker postou no Twitter: “Hoje é um dia bruto. Descanse em poder e paz meu irmão – queria que você estivesse aqui. Você nos deixou cedo demais. Tocando pra caralho para você esta noite.” Mark Hoppus postou: “Pensando em Adam hoje. RIP, meu amigo.”

Rock Radio transmite um especial Reading/Leeds esta tarde (domingo, 29 de agosto) às 2, com o Rock DJ Tom Russell apresentando algumas das bandas que tocam este ano, enquanto olha para trás a procura de atos que apareceram no passado.

Delonge assumirá a Rock Radio no futuro próximo – esta semana é a vez do Zakk Wylde da Black Label Society reproduzir as faixas de sua escolha e explicar porque são importantes para ele.

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Mark Hoppus: na ponta da língua!

Wednesday, September 1st, 2010

Confira abaixo a tradução de uma entrevista do Mark à FUSE, onde ele responde à 20 perguntas aleatórias, e em seguida assista ao vídeo:

Mark Hoppus: E aí, meu nome é Mark Hoppus e isto é o que está na ponta da minha língua!

FUSE: +44

MH: +44… novo, criativo, emocionante, diferente, radical.

FUSE: Warped Tour

MH: Warped Tour… Warped Tour desafiou tudo, eu quero dizer… isto realmente solidifica e cristaliza tudo o que esta cena era.

FUSE: Randall’s Island

MH: Oh meu Deus, Randall’s Island é o show mais sujo da Warped Tour.

FUSE: Punk

MH: Punk Rock… estilo de vida, ponto de vista crítico, criativo, sem regras… o que eu sempre amei no punk rock era o sentido de comunidade, quando uma banda buscava a outra e pessoas buscavam outras… é um diálogo de todas estas idéias diferentes.

FUSE: NOFX

MH: NOFX foi uma das primeiras bandas que realmente se expuseram, politicamente, eles e o Bad Religion, eu não posso falar das duas ao mesmo tempo, e acho que ambas possuem letras inteligentes. Eu amo como o NOFX sempre põe um senso de humor sobre eles mesmos, tocam em um grande show (…) Mantido a partir do que eles acreditaram e só fizeram músicas boas ao longo dos anos.

FUSE: Green Day

MH: Green Day abriu portas para cada banda de pop-punk que veio depois, eles realmente mudaram o panorama musical, eu acho, de um jeito muito semelhante ao Nirvana, você sabe… eles saíram e mudaram o que a música estava fazendo no momento e só bateram nas portas para todos. Incrível.

FUSE: What’s my age again?

MH: “What’s my age again” foi um vídeo que realmente abriu portas para o blink-182, foi nós sendo nós mesmos, correndo pelados, tipo, nos marcou por alguns anos… tipo de coisa que fizemos até a morte depois e eramos conhecidos como a banda de peladões por um bom tempo e ainda somos, mas ao mesmo tempo eu achei que era um bom vídeo, eu achava que era a merda mais engraçada, e bons tempos…

FUSE: Moicano

MH: Moicano, o estilo de cabelo o qual eu não posso me submeter… o amigo Travis faz isso muito bem!

FUSE: Stars Wars

MH: Star Wars, melhor filme sempre! mudança de vida, hum… declaração de missão… Isso é tudo que eu vou dizer, Star Wars é uma declaração de missão… Lições de vida, que a Força esteja com você… não tentar, fazer ou não fazer, não há tentativa… me ajude Obi-Wan Kenobi são minha única esperança(?), estas são as alegrias que você está procurando, vamos…

FUSE: Princesa Leia

MH: Deusa, deusa… eu preciso conhecê-la! É isso, é tudo o que eu vou dizer, eu não preciso dizer mais… por isso estou me calando.

FUSE: Homer Simpson

MH: Ohh, Homer Simpson… falar de apoio a uma inspiração… um deus entre os homens, Homer Simpson… todo mundo se identifica, a voz de cada homem na América, ele é radical.

FUSE: Donuts

MH: Donuts… quando eu costumava andar de skate com meus amigos, nós costumávamos passar numa loja de donuts às 3 da manhã porque os donuts cozidos frescos saíam logo em seguida… iríamos ver quem comeria mais e eu botei 11 pra baixo de uma vez, eu paguei o preço mas foi do caralho cada vômito e diarréia. (risos)

FUSE: Moist

MH: Moist, por alguma razão pensei em biscoitos hostess, eu vou no biscoito hostess… a forma da cobertura de cima, como eles conseguem essas malditas coisas em espirais perfeitas? Alguém é um gênio.

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Thanks to @duksfts, @Lycantrope182 and Kawmadie for the help!

Fotos dos vinis do Self-Titled!

Monday, August 30th, 2010

Direto do blog da Mightier Than Sword Records

Amigos,

Finalmente! Nós temos todos os discos aqui e temos empacotado como loucos nos últimos dias. Os primeiros pedidos serão enviados amanhã pela manhã, então fiquem de olhos abertos para qualquer pacote que chegar nesta semana.

Eu tirei algumas fotos de cada tipo de LP, vocês podem olhar abaixo.

Obrigado!

RJ

Blink-182 já planeja nova turnê no Reino Unido!

Monday, August 30th, 2010

Matéria do RockSound.TV:

Com o Leeds ainda na mente e com o encerramento do Reading 2010, vocês acham que o Blink-182 tem muito o que pensar. Mas, apesar de toda a euforia a banda já está fazendo planos para retornar ao Reino Unido para mais shows. Boas notícias, nós achamos.

“Nós já tivemos um encontro sobre planos pra turnê hoje,” Mark Hoppus disse à Rock Sound alguns minutos atrás. “Eu acho que nós tentaremos e voltaremos aqui no verão do ano que vem. Tudo depende de quão rápido nós escreveremos nosso próximo disco mas nós já estamos fazendo planos pra voltar o mais rápido possível.”

Por que essa pressa toda em cair na estrada? Bem, é bem simples, a banda está amando o que estão fazendo.

“Voltar a fazer isso após seis anos e ter isso tão grande como nunca foi incrível para nós,” o baixista continuou. “Nós estamos agradecendo a cada pessoa que veio nos ver. Olhando para trás, nós estávamos tão apanhados que só nos demos conta de como era muito bom e que era pra ser no Blink-182.”

Para ler mais sobre essa entrevista com o Blink-182, você vai ter que comprar a próxima edição da Rock Sound.

Confira fotos do Blink-182 no Reading 2010 clicando aqui.

Entrevista com Tom e Mark no Leeds Festival

Sunday, August 29th, 2010

Ontem o blink-182 tocou no Leeds Festival, e o site NME conversou com Tom e Mark, que falaram sobre a volta da banda, a pressão de tocar em festivais grandes e o futuro do blink: gravar um novo álbum e fazer turnês.


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Fotos:

Veja abaixo algumas fotos do show.

Entreviste o Blink-182!

Thursday, August 26th, 2010

Oportunidade concedida pelo site da Rock Sound:

Enviem suas perguntas, em inglês para o email: rsvp@rocksound.tv com seu nome completo e de onde você é. Se o pessoal gostar, sua pergunta estará na próxima edição da Rock Sound Magazine. Vocês tem até hoje para enviarem!

Spinner entrevista Mark Hoppus

Tuesday, August 24th, 2010

O site Spinner fez uma entrevista com o Mark, onde ele fala sobre o álbum e a turnê Europeia, entre outras coisas. Leia abaixo a tradução.

O blink-182 conseguiu chamar a atenção do mundo desde sua reunião em 2009 e o mês de agosto de 2010 marca a primeira vez que eles pisam no Reino Unido novamente, com a banda encabeçando o Reading and Leeds festivals e também fazendo dois shows na Escócia. O baixista/vocalista Mark Hoppus contou ao Spinner o que os fãs podem esperar.

Vocês têm um novo álbum em planejamento — ele voltará às raízes ou continuará com o som mais maduro mais recente?

Acho que será provavelmente o próximo passo do self-titled. Acredito que nós sempre teremos um forte senso de melodias memoráveis nas nossas músicas — também queremos experimentar coisas novas, mas continuará sendo o blink-182 de sempre.

Você sabe quando será lançado?

Bem, assim que voltarmos dessa turnê nós iremos continuar as gravações. Nossa meta é entregá-lo para a gravadora no fim do ano, mas vamos ver como as gravações andarão. Pode ser mais cedo ou pode ser um pouquinho mais tarde — mas a coisa mais importante é escrevermos um álbum que nós realmente acreditamos.

Presumo que haverá uma turnê completa pelo Reino Unido após do lançamento do álbum?

Quando o álbum sair nós iremos definitivamente fazer uma turnê aí. O Travis está em um navio partindo para a turnê agora [para os shows de agosto no Reino Unido]. Obviamente, ele não voa. Então, para provar nosso nível de dedicação, ele está em uma jornada de 12 dias só pra chegar no Reino Unido para os shows. Ele tem que sair de Los Angeles, atravessar os EUa de ônibus e depois pegar o navio.

Houve alguma sensação estranha na volta de vocês ao estúdio?

Não houve nenhuma sensação diferente. O motivo pelo qual estamos em turnê depois que o blink voltou é que nós queríamos voltar ao ponto em que éramos uma banda respeitável, e não apenas três caras em um estúdio. Na primeira vez que nos reunimos, estávamos todos muito respeitáveis uns com os outros, e não é necessariamente a melhor forma de criar música. As pessoas precisam ter a habilidade de ser completamente sinceras umas com as outras e falar claramente e verdadeiramente sem medo de alguém ficar com um sentimento estranho, sabe? Então queremos voltar para a estrada e não só voltarmos a ser amigos novamente, mas sim uma banda de verdade. Não apenas três caras no estúdio junto — queremos ser o blink-182 novamente, onde é normal fazer gozação uns dos outros de uma boa forma, ou dizer, “sabe, acho que é uma idéia legal, mas e se a gente tentasse desse jeito?”

A reunião pareceu nascer do acidente do Travis, em 2008. Até que ponto isso foi essencial?

Foi definitivamente essencial. Mesmo antes do acidente nós estávamos, em nossas mentes, preparados para reformar pelo menos nossas amizades — óbviamente nós não falamos sobre a banda de forma alguma. Acho que todos nós estávamos prontos para deixar o passado para trás e ao menos voltarmos a ser amigos, pois ficamos juntos por muito tempo para apenas esquecermos tudo.

Você acha que o blink-182 ainda é um nome relevante na cena musical em 2010?

Sim, com certeza — só pelo acompanhamento e interesse pela turnê no verão passado e a expectativa que estamos trazendo pro Reino Unido também. Na verdade, eu estava muito atordoado e surpreso com a enorme reação de quando o blink voltou. Não sabíamos se as pessoas ainda ligariam. Nós ficamos separados por cinco anos e poucas bandas têm a chance de voltar e ter a reação que nós tivemos, então cabe a nós fazermos um grande álbum para retribuir.

Você notou a visível mudança na cena musical enquanto vocês estavam separados?

Tudo é cíclico, sabe? O Pop vai e vem em ciclos, o rock vai e vem em ciclos, o hip-hop vai e vem em ciclos, então tudo muda e envolve coisas diferentes. Nós somos o blink-182 e temos apenas que manter nossas cabeças baixas e fazer o nosso negócio, sem se preocupar com o mundo lá fora.

Falando em música pop, você ouviu o cover de “All The Small Things” do Jedward?

Eu ouvi o cover. É engraçado, pois de repente nos forums online e no meu Twitter as pessoas começaram a falar dessa banda fazendo cover de All The Small Things — era tudo desde “finalmente uma banda boa tocando essa música” até “como vocês podem deixar alguém fazer um cover de suas músicas?” — nós nunca demos permissão para eles, mas não acho que deveríamos. Acho que qualquer um pode fazer covers de músicas de qualquer pessoa.


Não ouviu esse cover? Então clique aqui e tire suas próprias conclusões.

Você acha que eles acabaram com a música?

Acho que não — é grudenta e eles podem fazer o que quiserem, é a banda deles. Eles escrevem as próprias músicas? Não conheço muito sobre a banda, pelo que eu vi parece que eles só fazem covers. Eu ouvi a música e realmente não tenho nada a dizer – eles só estão fazendo o trabalho deles, tá tudo bem.

Vocês tocarão no Reading and Leeds festival no fim de agosto. Você acha que o blink-182 é uma boa banda para festivais?

Sim, sempre é interessante quando você toca em seus próprios shows, mas quando você toca em festivais você tem que converncer outras pessoas, então é mais difícil. Eu estou animado para os festivais. Crescer tocando baixo na garagem do meu pai e vendo na televisão bandas como Green Day, Nirvana e Sonic Youth e todas essas bandas no Reading — é tipo um festival ícone para tocar e ter que voltar e tocar novamente. É bem legal.

#MusicMonday: Travis Barker

Wednesday, August 18th, 2010

Confira abaixo a tradução de uma pequena entrevista feita com o Travis pela MTV News:

Realmente, você deveria estar escutando música todos os dias, mas graças ao Twitter, segunda-feira se tornou o melhor dia da semana para descobrir novas músicas, mostrar um pouco de amor à música que atualmente domina sua playlist do iPod e silenciosamente julgar os hábitos musicais de seus amigos mais próximos. Sim, é o #MusicMonday, um dos Trending Topics mais duradouros do Twitter. Assim é, “#MusicMonday da MTV News”, um olhar semanal às canções que suas estrelas favoritas estão curtindo.

Esta semana, o baterista do Blink-182 Travis Barker apóia a obra-prima mais recente do Big Boi.

Apesar de Travis Barker ser conhecido como o cara que mantém o tempo para ícones do pop-punk Blink-182, seus esforços musicais tem esticado muito mais do que isso. Ele tem trabalhado com um número de artistas de hip-hop (incluindo Paul Wall, Soulja Boy, Drake, Black Eyed Peas e Bun B), se aventurou no mundo da dance music (suas colaborações com o falecido DJ AM) e uniu um número de colaborações ecléticas no meio. Por isso, não deveria ser surpresa que, quando se trata de ouvir música mesmo, Barker tem girado um dos álbuns mais ecléticos de 2010.

“Eu estou escutando o novo álbum do Big Boi sem parar”, Barker disse durante uma visita à MTV News, que também o viu sentar em um freestyle com Fat Joe no “MTV News’ RapFix Live”. “Ele só faz música boa. Ele é um grande rapper, há uma grande produção no álbum. É ganhar ou ganhar.”

O novo álbum do Big Boi “Sir Lucious Leftfoot: The Son of Chico Dusty” é um dos hip-hops completos mais comentados do ano. Longo na produção, o álbum contém o single assassino “Shutterbugg”, assim como a produção do Organized Noize e do companheiro membro do Outkast, Andre 3000, bem como pontos do convidado do T.I., B.o.B, George Clinton e Jamie Foxx.

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Thanks to blink-182Media.com!

The Daily Dose entrevista Mark Hoppus em Glasgow

Tuesday, August 17th, 2010

Hoje o blink-182 fez o segundo show da turnê europeia em Glasgow. O site The Daily Dose aproveitou para fazer algumas perguntas para o Mark. Confira a tradução abaixo.

Terá alguma música nova nesses shows de agosto?

Nenhuma música nova será tocada nos shows, a não ser que nós venhamos com algo na estrada agora.

E isso é provável?

Bom, estamos próximos de finalizar algumas músicas novas – eu duvido que iremos tocá-las ao vivo porque tudo já está integrado com o show de luzes, planos de palco e tudo mais. Além disso, uma turnê não é necessariamente o melhor lugar para estrear uma nova música – como um fã de música, eu não gosto de ir a um show e a banda dizer “nós vamos tocar uma nova música agora”.

Então, sem músicas novas. Nem no Reading and Leeds Festival?

Só os nossos hits.

Você sentiu que estaria traindo o Blink-182 quando formou o +44?

Não acho que estava traindo o Blink-182, mas eu senti que era diferente do Blink-182 e mesmo enquanto estávamos gravando (com o +44) eu sempre pensava “oh, essa é uma parte bem legal da música, eu me pergunto o que o Tom faria na guitarra nessa parte.” – isso sempre passava na minha cabeça porque eu sempre escrevi músicas com o Tom. Mas também foi uma ótima oportunidade para experimentar novas coisas e idéias fora do Blink-182, e no fim eu acho que estarmos nessas bandas diferentes não só nos permitiu ver o que cada um conseguiu fazer sozinho, como nos permitiu a apreciar o talento das outras pessoas na banda.

Você ficou com ciúmes pelo fato de não ser convidado para fazer parte do Angels and Airwaves?

Não. Isso é algo que o Tom precisava e queria fazer. Era, obviamente, algo que ele queria fazer fora do Blink-182, então nem passou pela minha cabeça.

Parece que você inspirou milhões de aspirantes a baixistas e guitarristas. É uma honra ou quase uma responsabilidade em algum aspecto?

Com certeza é uma honra. É bastante animador quando as bandas dizem que os inspiramos, ou alguém diz que começou a tocar baixo ou guitarra por causa da nossa música. É uma coisa incrível – faz meu dia quando eu ouço algo assim. Na maior parte das vezes parece um elogio insincero. As pessoas vêm e dizem, “Eu comecei a tocar guitarra/baixo por causa da música de vocês e aprendi todas as suas músicas em uma semana”.

Você nunca pensou em se tornar tão influente por estar numa banda de punk rock?

Não, nunca. Nem por um segundo. Nós só queríamos tocar um punk rock alto e nos divertirmos, e eu acredito que conseguimos fazê-lo.

Então fama e fortuna não foram planejadas?

Bom, eu nunca nem havia pensado nessa possibilidade. Uma banda de punk rock tocando em clubes pequenos de San Diego – nossa maior meta era poder fazer turnês e fazer shows fora da nossa própria cidade, e nós pensávamos que a fama e a fortuna nunca entrariam nessa.

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Thanks to 182online.com!

Capas do vinil do Self-Titled!

Monday, August 16th, 2010

Direto do blog da Mightier Than Sword Records. Postado no dia 12 de agosto:

Olá, amigos,

Nós finalmente recebemos as capas na tarde de ontem, e receberemos os encartes hoje ou amanhã. Metade dos vinis serão mandados esta semana, e a outra metade na semana que vem. Nós estaremos empacotando e enviando tudo o mais rápido possível. Agora, olhem as fotos da capa abaixo, a mancha brilhante sobre o rosto sorridente negro parece incrível! Eu estarei postando fotos do livreto, assim que eles chegarem!

Com amor,
RJ

Novo produto!

Monday, August 16th, 2010

Aparentemente, o Blink-182 vai lançar novos produtos na turnê européia que começa hoje em Aberdeen, na Escócia.

Diretamente da página da TSURT no Facebook:

Sorria Aberdeen! Os fãs já estão na fila do lado de fora e estão lá desde ontem! Muito obrigado!

Travis Barker e Fat Joe no ‘RapFix Live’

Saturday, August 7th, 2010

O Travis e o Fat Joe participaram de uma entrevista em um programa da MTV chamado ”RapFix Live”, onde falaram sobre diversos assuntos. Leia abaixo um resumo geral da entrevista e, em seguida, confira tudo o que rolou no vídeo:

A entrevista do Fat Joe ao “RapFix Live” nesta sexta-feira (06 de agosto) foi pesada em destaques. O letrista Bronx falou sobre enfrentar o nemesis do hip-hop 50 Cent, suas memórias do falecido Big Pun e sua relação tensa com Remy Ma. No entanto, um dos momentos mais surpreendentes surgiu quando o roqueiro Travis Barker se juntou ao rapper Terror Squad.

Barker – nos escritórios da MTV News para uma entrevista separada – cumprimentou Joe, que lembrou dos momentos com os velhos amigos do Travis, DJ AM e Lil Chris. Enquanto Travis pode ser melhor conhecido como o baterista das bandas de rock Blink-182 e +44, ele já se ramificou, tornando-se uma figura conhecida no cenário hip-hop. Barker remixou músicas com estrelas como Soulja Boy e subiu ao palco com Jamie Foxx e T-Pain. Joe até o apelidou de “nosso baterista de hip-hop. Ele manda. Não há ninguém como ele.”

Barker falou que foi inspirado pelo rock e rap há muito tempo.

“Dez anos atrás… eu estaria em turnê com o Blink ou Transplants, uma das minhas bandas de punk rock, e perguntariam: ‘O que você está ouvindo?’ Esperando que eu dissesse algo como ‘eu estou ouvindo Minor Theat ou Sex Pistols’, e eu diria… ‘Eu não consigo parar de ouvir Low End Theory, por Tribe Called Quest’, e eles ficariam chateados” revelou Barker. “Esta coisa mudou minha vida quando eu era criança. Eu sempre serei honesto e verdadeiro sobre isto. Escuto de tudo. Escuto Minor Threat tanto quanto escuto Tribe.”

De fato, Barker está trabalhando no projeto solo “Give the Drummer Some”, que conta com um elenco principal de talentos do hip-hop, incluindo Game, Lil Wayne, Swizz Beatz, Rick Ross e Beanie Sigel. Joe disse que os MCs respeitam o baterista porque ele está esbatendo as fronteiras do hip-hop e rock, trazendo os dois gêneros juntos.

“Para alguém como o Travis dizer ao Rick Ross ou Game, ‘Você, entre no estúdio’, e eles entram assim [estalar de dedos], isto só mostra o quanto eles apreciam o que ele está fazendo para a cultura do hip-hop ou rock ou o que quer que você queira chamá-la”, disse Joe, que recentemente lançou o The Darkside, Vol. 1.

Em seguida, as duas estrelas demonstraram que a colaboração rock e hip-hop se parece com uma performance improvisada. Barker brandia as baquetas, ele sempre as mantém na mão e levando-o de volta ao pátio do colégio, faz umas batidas num notebook rígido. Joe se recostou na cadeira e, com arrogância casual, começou a recitar uma rápida Freestyle.

“This that genocide talk/ They killing babies again/ And there’s lines around the block/ Like it’s the ’80s again/ Yeah, the dark side and you don’t wanna go to this place/ Where I got special powers/ I could punch a hole through your face”, rimou.

“Uma entrevista com o Mark Hoppus”

Friday, August 6th, 2010

O Mark, numa entrevista recente ao site examiner.com, falou sobre o novo álbum do Blink, sobre seu programa de TV, Epicenter, Turnê e muitas outras coisas que você pode conferir abaixo:

Matt Baldwin: O Blink está se preparando para ir à Europa. Como tem sido tocar no Blink desde que vocês se juntaram?

Mark Hoppus: Tem sido realmente bom. Especialmente com a turnê do verão passado e agora novamente em turnê neste verão eu acho que estamos de volta ao ponto em que precisamos estar para entrar no estúdio e gravar como uma banda. Quando voltamos, todos foram muito respeitosos uns com os outros, um pouco até demais, a fim de voltar à estrada e nos reunirmos, não apenas como uma banda, mas como amigos e ter esse tipo de “taquigrafia” que as bandas têm quando estão juntas.

MB: Você acha que a separação e o tempo distante realmente fortaleceram a banda?

MH: Eu, absolutamente, acho que sim. Estar separados por cinco anos não só permitiu uma melhor perspectiva sobre a banda, mas assim como nós mesmos e uns aos outros e o que os nossos pontos fortes e fracos são e o que cada um de nós traz para o projeto e coisas que gostamos e coisas em que nunca trabalhamos antes. Eu acho que estamos mais fortes do que jamais estivemos como uma banda agora.

MB: Você acha que os projetos paralelos realmente ajudaram?

MH: As coisas que fizemos na época absolutamente nos permitiram tentar experimentos e coisas diferentes. Eu acho que também nos ajudou a descobrir em que cada um de nós estava bem, e também nos permitiu reconhecer os talentos que os outros dois possuem. Todos nós conversamos sobre isso quando voltamos. Agora você percebe tipo, “uau, Tom traz esse ótimo elemento e Travis traz esse incrível elemento e isto é o que eu trago.” Eu acho que os projetos paralelos permitiram que todos se reconhecessem.

MB: Você falou em voltar ao estúdio de gravação. Você fará isso no começo do ano, correto?

MH: Não, nós faremos isso que assim que voltarmos da turnê.

MB: Ah ok. Vocês têm canções já escritas, e qual vai ser o som para este álbum? Será que vai ser uma continuação do álbum passado (2003 – Blink-182) em termos de progressão?

MH: Eu acho que vai ser o próximo passo além do álbum passado. Nós começamos a escrever músicas juntos quando o Blink voltou há um ano. Temos trabalhado aqui e fora o tempo todo e nós realmente estamos mergulhando nele depois desta turnê. Parece que vai ser o próximo passo além do álbum passado. Nós sempre teremos melodias “pegajosas” no cerne da nossa banda, mas nós definitivamente queremos esticar e tentar idéias diferentes também.

MB: Vocês estão tocando no KROQ Epicenter show. Esse é o seu único show na América este ano, correto?

MH: Sim.

MB: O que os atraiu ao evento?

MH: Bem, KROQ sempre foi um enorme defensor do Blink-182. Temos amigos que trabalham lá. Nós achamos que eles são a melhor estação de rádio no sul da Califórnia, e parecia muito divertido, e como uma boa maneira de encerrar a seção de turismo do Blink e colocar-nos direto à gravação. Parecia um ajuste natural para completar a turnê européia e voltar para casa e fazer um show e ir direto para o estúdio.

MB: Vocês estão tocando com um monte de banda que vocês já tinham tocado antes. Obviamente, Bad Religion e depois Jim (Lindberg, formalmente do Pennywise), com a sua nova banda. Há alguma banda que você esteja realmente animado para ver?

MH: Eu ainda não sei exatamente quem está na conta (risos)

MB: Ah, é, pelo que eu li Bad Religion, 30 Seconds to Mars, Rise Against, Jim da banda Pennywise. Acho que vi Suicidal Tendencies…

MH: Impressionante.

MB: …E, em seguida, uma banda chamada A Day to Remember. Não me lembro de mais ninguém.

MH: Oh, legal. Sim, muitas dessas bandas já saíram em turnê conosco e são nossos amigos e eu estou realmente animado para ver a nova banda do Jim com certeza. Eu quero ver o que ele está fazendo… Porque eu sempre tive muito respeito por ele como um intérprete e artista e eu quero ver o que ele está fazendo neste lado do Pennywise também.

MB: Na verdade eu fiz uma entrevista com ele, talvez uns dias atrás, na verdade, e ele tinha um monte de coisas boas a dizer sobre o Blink.

MH: Ah bom. O respeito mútuo definitivamente vai dos dois lados. Pennywise foi uma enorme influência não apenas sobre Blink, mas um defensor do Blink desde o primeiro dia e nós realmente devemos-lhes muito tanto quanto nos trazer ao mundo.

MB: O que o legado do Blink significa para você pessoalmente e como músico?

MH: O nosso legado (risos). O nosso legado é algo que eu realmente não penso ativamente, mas aparece de vez em quando e absolutamente significa o mundo pra mim. Coisas como quando eu estava no telefone com você e o que você disse no começo da nossa conversa e como a música do Blink o ajudou na sua vida e ajudou a definir quem você é. Quando você escuta coisas como essas das pessoas, é provavelmente a experiência mais gratificante em todo o mundo. E não é algo que nós sempre nos esforçamos para fazer, nós estávamos sempre fazendo nossas coisas e mantendo nossas cabeças baixas e sendo verdadeiros com nós mesmos, mas saber que temos impactado todos os tipos de pessoas pelo mundo é muito humilde e extremamente gratificante.

MB: Eu passarei longe do Blink um pouquinho aqui. Obviamente, Tom continua com o Angels And Airwaves. Quando você não está com o Blink, o que você está fazendo?

MH: A minha principal coisa com o Blink não é estar em turnê agora. Eu comecei um programa de TV no FUSE chamado “A Different Spin with Mark Hoppus,” que começará a ser transmitido em setembro e é nisso que eu estarei trabalhando no resto do ano enquanto o Blink está gravando, e depois eu tenho que voar de volta para Nova Yorque a cada duas semanas por alguns dias e estar no estúdio aqui gravando o programa, e depois voar de volta a Los Angeles e gravar o álbum. Então o resto do ano vai ser louco, talvez, para mim, mas vai ser emocionante. E depois eu não sei se estarei fazendo alguma produção este ano só porque eu acho que não vou ter nenhum tempo.

MB: Eu tenho uma pergunta sobre a produção, mas antes, o que vai ser a premissa do seu show?

MH: O show é basicamente tudo de música. FUSE foi realmente super fantástico desde o início. Eles bateram em mim e disseram “nós queremos fazer uma hora de show de música, uma vez por semana.” E eu disse “certo, como é que isto vai funcionar?” E eles disseram “o que você quer que ele seja.” Então eu disse “legal, certo. Como é que isto vai funcionar? Quais tipos de bandas estarão lá? Qual é a visão de vocês sobre isso?” e eles disseram “tudo o que você quiser que seja, é o que nós queremos.” As pessoas que estão envolvidas no show são super profissionais e realmente legais e é basicamente o que queremos. Nós vamos ter performances de bandas ao vivo e no estúdio. Nós vamos ter entrevistas com artistas. Nós sairemos com as bandas enquanto elas estão no estúdio e enquanto estão em turnê. Temos correspondentes e vai ser muito inteligente e muito engraçado. Mas eu não sou um profissional nisto, então eu acho que vai ter este elemento de que as rodas podem desmontar a qualquer momento.

MB: Bem, isso faz com que seja divertido, certo?

MH: E isso é o que faz com que seja divertido. É como se… e Matt eu não sei se você já ouviu o podcast “Hi, My Name is Mark”, mas se você já pegou algum deles vai ser assim, mas com profissionais reais envolvidos.

MB: Eu também li que havia um projeto solo a caminho. Será que ainda está?

MH: Não, não mesmo.

MB: Não, ok.

MH: Não, não… Nenhuma aspiração solo. Quer dizer, houve um tempo hà alguns anos atrás quando eu tinha um monte de músicas sobrando enquanto o Plus-44 estava inativo e eu queria fazer algo com elas e era uma espécie de trabalhar em alguma coisa. Mas, assim que o Blink voltou, eu não tive nenhum interesse em fazer algo por conta própria e eu preferiria trazer canções que eu tinha começado a trabalhar para o Travis e o Tom colocar suas mãos nelas e ver o que acontece com essas idéias.

MB: Você mencionou que provavelmente não haverá produção este ano. O que você procura numa banda, no entanto, quando você está escolhendo um álbum para produzir?

MH: Eu na verdade ouço as demos que eles têm. Se uma banda tem um trabalho anterior, obviamente é importante. Principalmente falar com a banda e ver aonde querem ir e ouvir mesmo assim as demos. Idéias são o que realmente me interessa na produção de uma banda; se eu posso trazer algo produtivo para o projeto. Eu acho que existem algumas bandas que me ofereceram tipo “olha, não há algo completo que eu possa trazer à banda.” E eu tenho que amar a banda em primeiro lugar. Eu não quero passar um mês e meio num estúdio com música que eu não gosto e, felizmente, não tenho obrigação (risos). Para mim, na verdade, eu tenho que amar a banda, acreditar neles e achar que suas músicas são interessantes e boas.

MB: Ok. Como este é o blog punk de Anaheim examiner.com eu tenho que perguntar, onde estão seus locais favoritos para tocar em Orange County, ou quando você estava começando ou agora?

MH: Eu não sei se eu tenho um favorito. É sempre divertido tocar no sul da Califórnia, e é divertido por várias razões. Jogamos SOMA antes do dia em San Diego, e nós tocamos onde foi Irvine Meadows e agora é Verizon Wireless Amphitheater e ambos foram surpreendentes e divertidos. Eles fazem sentir em casa.

MB: E sobre seus locais favoritos em Orange County?

MH: Lugares em Orange County. Eu tenho algum lugar em Orange County? Eu gosto das praias de Orange County, as melhores. Eu acho que Orange County tem ótimas praias. Tudo a partir de Dana Point à New Point à Laguna; em todo o lugar.

MB: A maioria das pessoas diz Disneyland, e essa foi a única resposta que eu tive então é legal ouvir algo um pouco diferente.

MH: Bem, Disneyland, obviamente. Penso na Disneyland como seu próprio mundo. Eu não penso nela como Orange County. Eu penso nela como um próprio país (risos).

MB: Sem dúvida. Então, alguma coisa que você queira adicionar, Mark?

MH: Eu só quero que todo mundo saiba que eu sou super-incrível e um grande cara e muito legal para conversar e que eu aprecio todo o apoio.

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Tom Delonge fala sobre novo álbum do blink

Friday, August 6th, 2010

Em entrevista, Tom falou um sobre os tênis e o evento da Macbeth e comentou um pouco sobre o próximo álbum do blink. Veja abaixo o vídeo (pule para os 3min de vídeo para assistir a parte do Tom).

Sobre o álbum do blink, ele disse que acabaram de começar a gravá-lo e que será rápido, divertido, moderno… uma mistura do que eles curtem de drum’n'bass a staduim rock, até o indie rock. Ele ainda faz uma piada – “…e terá uma nova versão daquela música, Lollipop, mas eu mudarei a letra para ‘chupe meu pau.’” – Depois ele fala que a reunião da banda está sendo um ótimo momento na sua vida, pois nunca imaginava que isso aconteceria, e que fica impressionado todo dia ao ver o quão grande essa banda é.

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“É oficial”

Thursday, August 5th, 2010

Amy Schumer é a co-apresentadora do “A Different Spin”! Ela é muito engraçada, inteligente e cativante. E tem uma boca terrivelmente suja. E é ofensiva. Todos estão super felizes que por ela fazer parte da equipe. É melhor que ela não tire o brilho do apresentador, ou então… Nós fizemos algumas filmagens no estúdio ontem e em seguida tentaram tirar uma foto cafona. Eu acho que a foto cafona foi um sucesso.

Entrevista e nova colaboração do Travis Barker!

Thursday, August 5th, 2010

Confira a mais recente entrevista que o Travis Barker concedeu. Desta vez foi para a revista especializada no instrumento do membro do Blink-182, a Rhythm Magazine.

A entrevista relata diversas informações do álbum solo que o Travis irá lançar. Traz rápidas conversas com o Corey Taylor, do Slipknot, que participou do álbum; com o Tim Armstrong, parceiro do Travis no The Transplants; com Daniel Jensen, técnico de bateria que trabalha com Barker a mais de 10 anos; e com Pharrell Williams, outra figura da música mundial que está trabalhando com o Travis Barker.

Ainda na matéria, a Rhythm Magazine teve acesso exclusivo a 5 músicas do álbum e fez uma análise. Os nomes das músicas são: “Can The Drummer Get Some” (nome também do álbum) – com a participação de The Game, Swizz Beatz, Lil’ Wayne e Rick Ross, “If You Want” – participação do Lupe Fiasco e do Pharrell Williams, “My Uzi Weighs A Ton” – com os MCS Rizzo e Raekwon e do guitarrista Tom Morello (Rage Against The Machine e Street Sweeper Social Club), “Jump Down” – com o grupo The Cool Kids, “On My Own” – participação do Corey Taylor do SlipKnot e “Untitled”.

Antes dos scans, veja abaixo mais uma música em que o Travis dá um toque mais do que especial com seu talento na bateria. Desta vez é na música “Yeah You Know” do T.I., essa música, inclusive, faz parte do filme Trackers, do próprio T.I.:

Segue as scans. E lógico, em breve a tradução aqui no Action182.com:

Thanks to 182online.com and Blink-182media.com!

Blinkumentary também na Europa!

Thursday, August 5th, 2010

O pessoal do Blinkumentary postou ontem no seu Twitter e Facebook notícias sobre a continuação do Blinkumentary na turnê europeia do Blink-182:

Nós iremos filmar toda a turnê européia. É isso que vai acontecer!

Nós estamos editando o filme como já dissemos e dando muito duro nisso. Nós também queremos cobrir a turnê européia (que está bem perto) para todos vocês verem também. Vamos postar uma data de lançamento quando tivermos essa informação! Há muita coisa acontecendo e queremos mostrar pra vocês, os melhores fãs do mundo!!!!

E por falar em Blinkumentary e em European Tour. Aqui você pode ler mais uma entrevista com o Haven falando sobre sua carreira, sobre o documentário do Blink-182 e sobre sua banda que é composta por ele e sua noiva, Jill Boxberger, e que vai lançar o segundo álbum no final do verão norte-americano.

E sobre a European Tour, a KROQ está sorteando uma viagem com acompanhante para a Itália para ver o show que o Blink-182 vai fazer lá. Para concorrer a esta viagem, os ouvintes tem que ganhar na promoção diária rádio que sorteia 2 ingressos para o Epicenter Twenty Ten! Mas adiantando às perguntas que virão, sim, é apenas para os Estados Unidos. Clique aqui e confira.

Tradução: Mark e Tom na KROQ (Parte 1)

Monday, July 19th, 2010

Saiu a entrevista do Mark e do Tom na KROQ em vídeo. Não é a entrevista completa, mas sim alguns trechos, um “resumo”. Tentamos fazer uma legenda pra vocês, ia ficar bem legal, mas acabou não rolando por alguns problemas. Das próximas vezes tentaremos trazer algo bacana. Assista ao vídeo, dividido em duas partes clicando nos links abaixo.

Parte 1 | Parte 2

E como prometido, abaixo vocês podem ler a primeira parte da tradução dessa entrevista. Para ouvir a entrevista completa, enquanto você lê a tradução, clique aqui.

Narrador: Domingo, 26 de Setembro, segundo dia do Epicenter 2010 no Auto Club Speedway, em Fontana onde uma banda chamada Blink-182 vai fazer a sua ÚNICA apresentação em solo americano no ano de 2010… Mark e Tom, senhoras e senhores. No Kevin & Bean Show agora, que folgados que vocês são com apenas UM show no continente todo em um ano!
Tom: A gente só quer que dê certo! A gente quer fazer isso direito, requer muitos ensaios…
Narrador: Vocês estão gravando um álbum novo… não é isso?
Tom: Sim! Nós oficialmente começamos o novo álbum do Blink-182, e… isso é bem animador, porque… a gente tem esse show, nós estamos também indo para a Europa, então tem algumas coisas que estão acontecendo durante esse tempo, então está tudo meio embaralhado por enquanto, a gente está ocupado, daí…
Narrador: Então o quanto vocês já tem de álbum então? Tipo, uns 5%? 25%?
Tom: Sabe, é difícil de dizer isso, porque… esses dias… a gente começou de onde paramos no último álbum onde a gente trabalhou por muito tempo pra fazer ele direito, daí… sei lá, acho que estamos com uns 80% prontos.
Narrador: O que se traduziria em 20% que vocês tem pra completar e talz.
Tom: É… mas sério, isso tem sido bem empolgante pra nós todos! A gente tem várias… desde que nos juntamos denovo tem sido algo muito mais forte ou algo assim…
Narrador: Isso não é incrível? É, vamos falar sobre isso um pouco… porque para quem não seguiu a cronologia da coisa, o Blink-182 ficou junto por muito tempo, não foi? 15 anos ou algo assim, antes de vocês darem um tempo? Daí vocês sumiram e por algum motivo as pessoas não se esqueceram de vocês… ficava cada vez maior quanto mais tempo passava… e quando vocês voltaram, isso tem sido maravilhoso desde então… e todos pensaram assim que vocês decidiram voltar – a gente viu todo aquele anuncio durante o Grammy e tal – , a cada santo dia, talvez a cada hora, as pessoas tem dito: quando vai haver uma música nova Blink? Essa deve ser a parte mais frustrante da coisa toda…
Mark: Sei lá, eu acho que essa a parte mais interessante da coisa toda! Porque mesmo depois desse tempo todo as pessoas ainda querem ouvir a música que a gente faz, e…
Narrador: Por que vocês não a lançam então? (Risos)
Mark: Porque, a parada é que…
Tom: A gente se tornou grande!
Mark: Eu queria que a gente lançasse uma música que está mais adequado e talz… mas o negócio é que as pessoas querem ouvir qualquer coisa que fizermos agora, tem que ser ótimo! A primeira coisa que lançarmos agora tem que ser ótima, enquanto antigamente você podia incluir uma nova música numa apresentação ao vivo e ir trabalhando ela e talz, mas agora com toda essa pressão ela tem que ser “A música”!
Tom: Anos atrás quando a gente…
Narrador: Vocês não serão outro Guns N’ Roses, né?
Mark: Não, não, não…
Narrador: Chinese Democracy, 20 anos depois… tem que sair direito!
Tom: Sei lá…
Mark: Na verdade, eu acho que seria maneiro lançar algo ao estilo rápido, engraçado, idiota e talz só pra tirar a pressão, sabe?
Narrador: Vocês deveriam fazer algo ruim de propósito!
Tom: Ah, você sabe o que é engraçado…
Mark: É assim que fizemos nos nossos quatro primeiros discos! Simplesmente fazendo tudo errado…
Narrador: Tom?
Tom: Eu só estava pensando e achei engraçado o que o Mark disse… tipo, quando estávamos no nosso primeiro álbum grande, Enema of the State, quando a gente era muito mais novo… o seguinte a ele, todos os caras da gravadora vieram e, lembra? Tudo o que fizemos foi tocar ele e mais umas 3 músicas acústicas… a gente ficou gravando por meses esses álbums seguintes. Havia tanta pressão, daí a gente sentou e tocou essas 3 músicas acústicas que a gente ficou gravando e falamos “é isso que a gente veio trabalhando nos últimos nove meses”. Uma era sobre fazer sexo com a sua mãe, uma era sobre fazer sexo com Hitler e a outra sobre fazer sexo com cachorros! E literalmente, eles ficaram perplexos! Tipo, pasmos mesmo! E, sabe… a gente estava falando sério! A gente realmente…
Narrador: Ah, não brinca que vocês falavam sério?
Tom: Sério! A gente realmente as queria no álbum, daí houve uma grande discussão porque nos avisaram que só uma delas poderia ser colocada no álbum.
Narrador: Essa foi muito engraçada! Vocês podem tocar uma dessas músicas?
Tom: É, foi muito engraçado. Essa é uma ótima história para os envolvidos. Daí, na verdade, a música sobre fazer sexo com Hitler, eu me lembro, eu disse ao nosso gerente de turnê estava trabalhando com o Pearl Jam – ou ainda está, não sei ao certo – , eu estava dando uma volta com o Stone, guitarrista do Pearl Jam, e me lembro de ter falado com ele sobre essa música; daí eu acordei um dia e havia uma mensagem dele dizendo: “Hey, Tom, é o Stone. A gente estava só conversando, e… eu acho que você não deveria lançar uma música sobre o Hitler.” (Risos) Daí a gente acabou trocando ela pra…
Mark: Fazer sexo com o seu avô… o que se tornou muito…
Narrador: O que é muito mais palpável. É aceitável! Certo? (Risos) De alguma forma é bem melhor do que com Hitler.
Tom: Sabe, esse é o tipo de coisa que coisa comédia que fez a gente ser a banda que somos.
Narrador: Deixa eu te perguntar uma coisa… quando você contou a história sobre levar uma música à gravadora e ouvir o que ela pensa sobre a música… digo, o mesmo aconteceu com o Big Boi que teve o seu disco recentemente lançado e que eu gostei muito mesmo, e a gravadora disse: “Nós não queremos lançar isso porque não sabemos o que fazer com isso… porque não se encaixa nos padrões.”; esse é o mesmo cara do Outkast que “não se encaixou nos padrões do que deveria ser.” Nesse ponto do mundo, em 2010, vocês realmente precisam fazer algo de acordo com alguém? Vocês não podem simplesmente lançar algo vocês mesmos e fazer exatamente da forma com que querem?
Tom: Eu acho que sim. Creio que isso vai muito do quanto a gravadora investe no negócio. Até o artista se estabelecer. É estranho… eu acho que com a tecnologia e a forma com a qual as coisas estão indo, eu acho que você pode fazer o que quiser hoje em dia. As pessoas estão fazendo de tudo e jogando na internet, e simplesmente fazendo elas mesmas, então…
Mark: Eu acho que é uma coisa boa que você não necessariamente… porque, a gravadora… eu ficaria empolgado… tipo, isso é algo que nós não esperávamos de vocês. Isso é algo novo e sobre esse álbum [falando sobre o álbum do Big Boi], pelo que eu ouvi, escutei algumas músicas dele ontem à noite, e me pareceu ótimo!
Narrador: É! Foi o que eu também achei.
Mark: Eu estou animado com ele! Tipo, “nossa, isso é algo novo e diferente… vamos tentar algo novo com isso”, mas eu acho que muitas gravadoras ficariam com um pé atrás em relação a ele.
Narrador: Gravadoras não querem surpresas! (Risos) Então, qual é a estrutura de vocês? Vocês tem uma gravadora e a consultam antes ou vocês estão fazendo do jeito de vocês… como está sendo o processo por enquanto?
Mark: Ainda estamos na fase de produção mais nossa. É isso aí.
Narrador: Certo. E estão indo bem… estão felizes com o que tem saído até agora?
Tom: Sim!
Narrador: Porque nós estávamos preparados pra oferecer um novo acordo aqui hoje. (Risos)
Tom: Bem… o álbum todo é um pouco diferente hoje em dia. Toda a distribuição é completamente diferente. As gravadoras não ficam com tanto dinheiro quanto antes, então elas não podem… elas não tem tantos recursos.
Mark: Elas não podem esbanjar presentes e pedidos ridículos…
Tom: É, isso bem que acontecia mesmo.
Narrador: (Risos) Essa é boa!
Mark: É, elas realmente nos deixaram voar bem alto…
Tom: Eu me lembro de uma… literalmente, houve um dia específico no qual a gente recebeu uma ligação da gravadora e a mulher dizia: “Sabe o que, eles não vão pagar pelos jatinhos privados mais”…
Mark: (Risos) E você lembra? A gente ficou tipo “o quê?!” (Risos)
Narrador: É um ultrage! (Risos)
Mark: Inacreditável!
Narrador: Nós vamos dar uma pausa. Nós temos muito mais pra conversar com Mark e Tom da banda Blink-182. Talvez você tenha ouvido falar deles. Eles irão tocar no Domingo, 26 de Setembro… a propósito, esse será o Epicenter 2010! Vai ser um fim de semana do car*lho lá em Fontana! Digo, é inacreditável! Eminem, Kiss, Bush, B.O.B., Papa Roach, o Travis… Travis Barker irá fazer sua apresentação solo no Sábado ensaiando pra tocar com o Blink no Domingo; Rise Against, 30 Seconds To Mars, Bad Religion… a gente conversa mais com esses caras assim que voltarmos.
Narrador: KROQ, “road trip” nos EUA, temos a banda Phoenix no Lollapalooza em Chicago. Você concorre a incres…
Vinheta: Hey! Hey! E agora um momento com Kevin. (Risos)
Narrador: Você concorre a ingressos para Phoenix no Hollywood Bowl, além de poder concorrer a um carro 0 Km.
Mark: Eles são a atração principal no Madson Square Garden!
Narrador: O Phoenix está?
Mark: O Phoenix é a atração principal no Madson Square Garden.
Narrador: O Phoenix foi uma das principais do Coachella! É isso aí.
Tom: E quanto ao… Justin Bieber, o que ele fez?
Narrador: Bem… sei lá. (Risos)
Mark: Ele só…
Tom: E quanto ao HIM? Vocês querem falar sobre essas bandas, e quanto ao HIM?
Narrador: E o Justin. Esse é o amor do Justin… é isso que você está dizendo! Beleza, Mark e Tom, do Blink-182, estão aqui no estúdio. É o show de Mark, Tom e Travis, mas Travis não está aqui hoje, estamos conversando sobre o Epicenter 2010, que serão duas grandes noites em Setembro. 25 e 26 de Setembro. A primeira noite tem Eminem. E também o Kiss! Senhoras e senhores, por favor me digam que vocês adoram o Kiss tanto quanto eu; estou tão animado em relação a isso.
Tom: Eu adoro as calças deles.
Narrador: Eu adoro o Kiss. Eu já vi eles ao vivo várias vezes.
Tom: Eu me lembro bem de quando eles voltaram a ativa e bem fortes alguns anos atrás e o Gene usando aquelas calças. É a única imagem q eu tenho em minha mente. (Risos)
Narrador: O primeiro show deles com maquiagem depois de se reunirem foi no Weenie Roast.
Tom: É isso aí!
Narrador: Então ver aqueles caras tocando juntos novamente foi ótimo; um sonho se tornando realidade. Eu acho que vocês deveriam colocar um pouco de maquiagem e talz…
Mark: É!
Narrador: O show pirotécnico daquela noite foi totalmente organizado naquele mesmo dia, e o cabela da minha mulher pegou fogo!
Mark: Ah, fala sério!
Tom: Isso é sério?
Narrador: É, isso não foi tão divertido pra nós quanto foi pra você, Kevin. Mas olhando pra trás, foi realmente engraçado. Mas daí, no Domingo a noite o Blink-182 faz o seu único show nos EUA no ano juntos com Rise Against, outra banda fenomenal ao vivo, e também 30 Seconds To Mars, Bad Religion, A Day To Remember, Suicidal Tendencies e a lista vai embora. Mas falando do Blink e seus fãs malucos. Vocês provavelmente já encontraram durante os anos vários fãs com tatuagens em homenagem ao Blink, estou certo?
Mark: Sim! O nome dele é Tom. (Risos)
Tom: É. Eu mesmo tenho uma. Provavelmente eu fui o primeiro, daí o resto das pessoas foi e a copiou.

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Tradução: @kevin182
Aguardem pela segunda parte!

AltPress: “Novas músicas do blink-182 estão a caminho… mas quando?”

Friday, July 9th, 2010

Em uma recente entrevista que o Mark concedeu ao site  AltPress.com, ele conta detalhes sobre seu programa, “Up All Night”, novo álbum… Confira a tradução abaixo.

A essa altura, podemos dizer que Mark Hoppus é um homem dinâmico. Mais conhecido por seu papel de boca-suja no Blink-182, ele é mais que um mero baixista, tendo feito produções respeitáveis, podcasts, colaborações, entre outras coisas nos últimos anos. Seu novo projeto? A Different Spin With Mark Hoppus, um pograma semanal de uma hora apresentado pelo próprio Mark, e que tem estréia prevista para setembro. Nós conversamos com Hoppus para tirar mais informações sobre o programa, e também para saber se iremos ou não ouvir uma nova música do Blink antes do mundo acabar em 2012.

Você está em Los Angeles hoje?

Não, nós estamos em Nova York. Estou falando de dentro do Radio City Music Hall.

Sério? O que você está fazendo aí?

Acabamos de fazer uma grande conferência de imprensa anunciando meu programa na Fuse.

Conferências de imprensa não são coisas que o blink-182 faz com frequência; não com a imprensa dos EUA, pelo menos. Como você age em uma conferência de imprensa? Você tem que dizer a si mesmo para não ser quem você é normalmente ou é algo simples?

Eu sou uma bosta em tentar ser algo que eu não sou. Então, eu apenas relaxo e tento ser eu mesmo – e eu sou uma bosta fazendo isso também, então…

Qual tipo de roupa é apropriado para coisas assim?

Me disseram para eu me vestir da forma que eu quisesse, mas minha esposa me disse que ao invés de usar bermuda, eu deveria usar calça, pois era mais apropriado.

Então, você tem esse programa na Fuse a caminho. Tem um título oficial?

A partir de agora se chama “A Different Spin With Mark Hoppus.”

Quanto controle criativo você terá no que faz o show?

Total. Não, realmente é muito legal porque tem sido uma colaboração absoluta com todos os envolvidos. As pessoas envolvidas têm a mesma mentalidade e são muito criativas e talentosas e inteligentes. Isso é meio como que queremos que o show seja. Desde o primeiro dia, sempre foi, “Vamos fazer esse show juntos e torná-lo irreverente, inteligente e engraçado.” Então, é isso que nós vamos fazer.

Obviamente você está muito ligado à música moderna agora e há um monte de bandas que você trabalha com produção ou sai em turnê ou são, por falta de uma palavra melhor, seus “brothers”. Como você cobre essas bandas no show sem parecer preconceituoso?

Provavelmente porque, bem, eu sou preconceituoso. Eu tenho tido mais diversão com as bandas que eu tenho amigos porque eu recebo para arruiná-los mais. Eu provavelmente terei que ter mais facilidade com pessoas que eu não conheço do que eu terei com bandas amigas minhas que já sairam em turnê comigo. Porque com eles, eu posso” tirar onda” e, você sabe, trazer coisas que os deixem desconfortáveis e eu terei que ser um pouco mais respeituoso com as pessoas que eu não conheço.

Esse show é definitivamente sua própria coisa. É realmente baseado na música e no amor pela música e não apenas em cobrir bandas que as pessoas conhecem, mas também introduzir novas bandas que essas pessoas talvez não tenham ouvido falar.

Como eu disse, nós queremos que seja engraçado e que seja um momento divertido, mas não é um show bobo. É mais um show inteligente sobre música e sua indústria e pessoas que nós gostamos ouvindo-a e trabalhando com ela.

Então você terá convidados no show e tocará vídeos de música?

Eu não acho que nós tocaremos vídeos de música, mas nós teremos um monte de convidados no show, performances ao vivo, visitas no estúdio, peças de backstage, segmentos em torno da cidade, peças correspondentes e todos os tipos de coisas. Estamos produzindo agora, então ainda estamos descobrindo exatamente o que as coisas serão. Mas a energia é tal que, se quiséssemos experimentar e ter uma banda tocando no topo do Empire State Building, nós tentaríamos fazer isso. Se quiséssemos visitar uma banda no estúdio na França, nós tentaríamos e iríamos fazer isso. Se quiséssemos sair com o Billy Corgan(líder do Smashing Pumpkins) para beber e falar sobre música, nós faríamos. Enquanto pensarmos que algo é divertido e legal, vamos fazê-lo.

Quando você postou online que tinha um grande anúncio e que todos deveriam ouvir à KROQ, parece que o anúncio é que o Blink-182 vai tocar em um grande show da KROQ em setembro. Foi um momento infeliz ter essas duas notícias saindo ao mesmo tempo?

Bom, tocar aquele show é na verdade algo muito bom pro Blink, pois será o único show desse ano na América do Norte. Vamos estar no estúdio para o novo álbum. Eu não me toquei na hora, mas acho que a rádio estava passando comerciais fando uma certa ênfase nesse anúncio do show. Mas o que eles diziam é que você ouviria uma música nova. As pessoas acharam que seria uma música nova do Blink-182, que é claro que não seria ainda. Então, acho que as pessoas ficaram desapontadas pois acharam que ouviriam uma música nova do Blink. Nós não sabíamos que a rádio estava dizendo isso, mas criou uma confusão geral. E depois, o programa na Fuse é um anúncio totalmente separado e 10 vezes mais importante que qualquer coisa que pudesse acontecer hoje.

Você mencionou que o Blink não tem nenhuma música nova, mas quando nós conversamos no ano passado, vocês me contaram sobre “The Night The Moon Was Gone,” que depois se tornou “Up All Night.” Quantas músicas mais vocês têm que estão em alguma parte do processo de composição, e quando poderemos ouvir ao menos um pequeno trecho?

Espero que em breve. Quando o Blink se juntou novamente, nós fomos ao estúdio e começamos a colocar idéias em várias músicas. “Up All Night” é a que está mais completa até agora, definitivamente. Eu diria que está quase completa, mas nós não tivemos a chance de sentar e terminar de gravá-la. Quando nós entrarmos em estúdio e começarmos a escrever várias coisas novas, nós vamos pensar em qual será a melhor música pra liberar primeiro. Não estamos escondendo nada de ninguém. Nós queremos apenas que a primeira coisa que nós lançarmos seja algo muito bom, e no fim, pode ser que seja essa música mesmo.

No ano passado, no começo da turnê de reunião, a animação para um novo material do Blink era grande. Mas as pessoas desanimaram, porque vocês ficaram um pouco longe por uns meses este ano. Vocês estão preocupados que as pessoas tenham esfriado as expectativas para o novo material do Blink? Como motivam seus fãs

Acho que nós vamos continuar fazendo o que estamos fazendo. Pessoalmente, eu queria voltar no estúdio muitos meses antes, e o Tom queria gravar o álbum LOVE do Angels & Airwaves, que demorou mais do que ele imaginava. Ele fez a turnê e já terminou, agora nós estamos envolvidos e continuaremos com as gravações. Nós estamos muito felizes pelo fato dos nossos fãs nos apoiarem tanto, e esperançosamente, nós iremos fazer a espera valer a pena para eles, porque faz muito tempo. Eu entendo isso. Nós usaremos o resto do ano para gravar o álbum.

Vocês esperam que o álbum saia em 2011?

É o seguinte: Estamos tentando finalizá-lo em 2010. Não vamos lançar o álbum enquanto não sentirmos que é um ótimo álbum. Não vamos apressar algo que é ruim e não vamos demorar uma eternidade para lançar algo que não adoramos. Nós vamos ao estúdio, vamos trabalhar duro nesse álbum e lançar algo assim que conseguirmos. Se demorar três meses, tudo bem. Se tiver que demorar seis meses, vai demorar seis meses. Continuaremos assim até quando estiver pronto.

Vocês estão preocupados de que por não terem uma data certa para terminar, as músicas caiam no esquecimento?

É, foi o que fizemos no álbum de 2003. Demoramos o tempo que quisemos, nos preocupamos com os detalhes e cuidamos de um monte de coisas. Porque nós passamos muito tempo experimentando naquele álbum, acho que sabemos o que funciona e o que não funciona. Espero que esse processo seja mais rápido do que no outro. Eu adorei o processo de gravação do nosso último álbum.

Quando você diz o que funciona, e o que não funciona, quais são as coisas que você acha que não funcionaram no último álbum

Bom, nós usamos todas as idéias que nós tinhamos. Algumas coisas deram certo em algumas músicas e então poderíamos usálas em outras músicas. Eu não diria que há um selo de “isso não funciona”. Acho que nós aprendemos apenas confiando no nosso taco desde o começo, algo que é muito importante. No último álbum, nós escreveríamos uma música e colocaríamos ela em uma certa direção, e depois uma correção era feita propositalmente. Daí nós mudaríamos tudo e depois de nove vezes mudando, nós voltaríamos à idéia original. Então eu acho que a lição que nós levamos disso foi: experimentar o tempo todo e sempre confiar no seu taco.

Vários dos seus álbuns antigos estão sendo re-lançados em vinil pela primeira vez nesse ano. É algo importante pra você?

Eu amo vinis, e acho que uma coisa que está faltando na música hoje em dia é a colecionabilidade das coisas. Quando eu ia em lojas de discos, eu encontraria um vinil importado de um single do The Cure, e isso era muito legal. Era legal ter algo físico para ver a arte do álbum. Por causa da internet e da música serem tão acessíveis, em questão de horas você consegue ter todas as músicas de determinado artista. A colecionabilidade dos objetos musicais está se perdendo, mas eu acho que as pessoas estão re-descobrindo a diversão através do vinil. É definitivamente divertido olhar a capa de um vinil 12”, que você não pode ver em um mp3. Acho que a arte da capa está se perdendo do jeito que as coisas digitais estão. Muito do planejamento vai para a arte da capa, quais fotos serão usadas e o artista que fará algo incrível num álbum. Isso deveria ser tão importante quanto a música.

Então é possível dizer que, não importa o tanto que demore para o álbum ser finalizado, ele sairá em vinil?

Sim, é possível dizer isso.

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Obrigado @rutinha182 e @marinarehder182 por terem ajudado na tradução dessa entrevista!

Mark fala sobre seu programa de TV e mais!

Thursday, July 1st, 2010

Numa entrevista recente feita pelo Crushable.com, o Mark fala sobre o seu programa de TV, o novo álbum do Blink, entre outras coisas que você pode conferir abaixo!

” Mark Hoppus usa muitos chapéus: líder do Blink-182, produtor musical, marido e… apresentador de TV.

O canal de música Fuse contratou o roqueiro punk para a frente do seu próprio talk show semanal, intitulado A Different Spin With Mark Hoppus. A série estréia em Setembro, e contará com notícias de música, bandas emergentes e apresentações musicais, entre outras coisas que o Mark está envolvido.

“Todo mundo que é excitante para nós é bem-vindo no show” Diz Mark ao Crushable. “Nós somos grandes fãs de música e cultura pop, por isso queremos estar por dentro das novas bandas que ninguém ouviu falar, nós queremos que seja aonde as pessoas possam aprender mais sobre as suas bandas favoritas, queremos ir atrás do palco e no estúdio, cobrir festivais, seja o que for. Vamos ter correspondentes. Vamos ter um co-anfitrião e serei eu, à frente de tudo, administrando as coisas com um punho de ferro “.

Ele disse que a FUSE primeiramente mencionou a ideia de construir um espetáculo em torno dele. “Eu realmente sinto muito domínio disso, que é importante para mim manter o interesse de não apenas ser um rosto na TV, é como estar em uma banda para um show de TV”, diz ele, referindo-se a si mesmo como um ” Homem simpático “.

Mark – um cara sincero, com mais de 1,6 milhões de seguidores do Twitter – se reuniu com os colegas de banda Travis Barker e Tom DeLonge ano passado. Eles vão percorrer a Europa em agosto e, em seguida, mergulhar na gravação de um novo álbum.

“Vai ser muito bom com certeza”, diz ele. “Eu não sei aonde esse álbum vai nos levar. Eu acho que quando entrarmos no estúdio e começarmos a tocar música juntos, ele vai encontrar seu próprio caminho. Mas nós não estamos indo com qualquer ideia preconcebida do que ele vai ser. “

Então, o que o Mark anda ouvindo esses dias? Nativos. O nacinal. LCD Soundsystem. O álbum de “restabelecimento”do Eminem.

“O novo Eminem eu acho que é muito bom”, diz ele. “Eu acho que é muito emocional, bruto, descobrindo sua alma. Como artista, tenho muito respeito por ele ser tão aberto e honesto com si mesmo de forma pública. Quero dizer, ele coloca tudo lá fora, que eu acho que é realmente inspirador. “”

Thanks to Blink-182media and Blinkdisasters!



Vídeo do Travis Barker no NHL Awards! (Atualizado!)

Wednesday, June 23rd, 2010

Foto tirada no show do NHL Awards 2010. Como pode ser visto, Travis Barker está tocando com o Snoop Dogg. O show aconteceu em Las Vegas no último dia 22. O NHL Awards 2010 vai ao ar hoje, quarta-feira, na ESPN norte-americana, como afirma o Twitter da Liga Americana de Hockey:

Esta é uma prévia da performance do @SnoopDogg e @trvsbrkr ‘s #NHLAwards – http://cot.ag/aZaOsx Sintonize na quarta-feira a noite!

Assim que os vídeos saírem, postaremos aqui.

Thanks to Blink-182media.com!

Mark Hoppus “Music Show”! (Atualizado!)

Tuesday, June 22nd, 2010

O RockItOutBlog irá cobrir a coletiva de imprensa sobre o programa do Mark Hoppus. Caso vocês queiram fazer alguma pergunta, o Twitter deles está recebendo sugestões!

Trecho retirado de um artigo do site FMQB:

A rede de televisão musical Fuse está pronta pra anunciar um novo programa semanal de música apresentado por Mark Hoppus do Blink 182. O programa contará com uma rodada bem-humorada sobre diversos assuntos do mundo da música. O anúncio oficial e mais detalhes serão revelados em uma coletiva de imprensa em Nova Iorque no dia 22 de junho. Enquanto isso, Blink 182 está trabalhando bem devagar em seu novo álbum, e em seu blog, Hoppus prometeu que um excitante anúncio está pra vir. “Nessa segunda-feira, dia 21 de junho, às 5 p.m. no horário do Pacífico, vocês poderão ouvir um anuncio na KROQ/Los Angeles 106.7 FM com algo muito grande,” ele escreveu. “Eu não vou dizer exatamente o que é, mas um possível anagrama é ‘bee hooting twinkly’. Você pode ouvir pelo KROQ.com. Muito excitante!”

Thanks to 182online.com!

Indícios do “grande anúncio”! (Atualizado!)

Friday, June 18th, 2010

ATUALIZADO:

Até a segunda-feira chegar, deve sair pela internet mais pistas do que será anunciado na KROQ. Confirmando ou não o flyer falso que saiu pela net e que você pode ver mais abaixo, foi postado no blog do Eminem a seguinte imagem, informando até as datas do Epicenter Festival:

Outra “confirmação” do flyer veio do site do vocalista da banda Bush, Gavin Rossdale. Neste post vocês podem conferir a seguinte mensagem:

Gavin Rossdale deu uma pausa em seus comentários sobre a Copa do Mundo FIFA twitando aos fãs hoje que um “Grande Anúncio” será feio na segunda-feira (21/06).

Podem ser diferentes anúncios: Data do lançamento do seu segundo álbum solo, datas da turnê ou outra colaboração em alguma música…

Veremos – com certeza é excitante – Fiquem ligados!

O site 182online postou algo que dá indícios do que será anunciado na segunda-feira na KROQ.

Após a notícia ser divulgada, muitas pessoas começaram a especular sobre o que seria este grande anúncio do Blink-182. Logo veio a cabeça dos fãs o tão aguardado single Up All Night. Porém, não querendo ser pessimista, este anúncio pode ser outra coisa envolvendo o Blink-182.

O que pode ser o grande anúncio da segunda-feira é a divulgação do line-up do Epicenter Festival, no sul da Califórnia. O site do evento mostra os mesmos termos utilizados pelo Blink-182: “Big Announcement. Coming Monday, June 21. Epicenter, TwentyTen”. Saiu até um flyer falso com as possíveis bandas deste festival:

O que se especula é que o festival seja no dia 25 de setembro e por enquanto a European Summer Tour termina do dia 4 do mesmo mês.

Para acompanhar as informações, caso você não consiga ouvir a rádio na hora marcada aqui no Brasil, 9 da noite, você pode acompanhar as informações pelo Twitter, Facebook, Myspace e o próprio site do festival.

Aviso: Ainda estamos arrumando uma maneira de ouvir a KROQ aqui no Brasil. Talvez pelo iTunes tenha como. Vamos ver e avisamos! E sobre algum anagrama com sentido das palavras “bee hooting twinkly”, o usuário meira_182 aqui no Action182 e outras pessoas por outros fóruns, já perceberam que formam as palavras “blink one eight two”. Resta aguardar!

Blink-182 na Kerrang Magazine: “É como se os últimos cinco anos nunca tivessem acontecido…”

Thursday, June 17th, 2010

A mais recente edição da revista Kerrang trás um artigo sobre o blink-182, fazendo um “raio-x” desde a separação do trio, até a tão aclamada volta – e alguns planos futuros. Abaixo você confere a tradução na íntegra. Tenha uma boa leitura!

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É como se os últimos cinco anos nunca tivessem acontecido…

“Após um hiato de quatro anos, os reis do pop punk, blink-182, chocaram o mundo quando anunciaram a reunião. Mas como como o trio fechou a fenda entre eles? Mark Hoppus e Tom Delonge abrem o jogo…”

Na manhã do dia 20 de setembro de 2008, Mark Hoppus acordou com a ligação de um amigo próximo. Esse amigo queria saber se Mark estava bem e se havia alguma coisa em que ele poderia ajudar. Confuso, Mark perguntou sobre o que ele estava falando.

“Meu Deus,” disse a voz do outro lado da linha, “você não sabe. Você tem que ver as notícias, Mark.” Quando fez isso, Mark gelou. Rolando pela tela da televisão estava a notícia de que seu amigo e companheiro de banda Travis Barker estava no hospital, gravemente ferido, após o acidente com o Learjet na Carolina do Sul que matou quatro. A vida do baterista ficou por um fio.

“Foi horrível, terrível,” disse Mark, relembrando aquela manhã trágica. “Não há palavras para descrever o que eu senti. Foi tão… horroroso.”

No meio da tarde, Mark estava em um avião indo para Augusta, Georgia. Naquela mesma noite ele sentou ao lado da cama de Travis, ainda em choque, ainda horrorizado com a situação.

De volta a San Diego, preparando sua banda Angels & Airwaves para uma turnê de cinco semanas pelos EUA com o Weezer, Tom Delonge “se apavorou” quando ouviu a notícia. Quando os meios de comunicação solicitaram um uma confirmação sobre a tragédia, Tom derramou seus sentimentos em uma carta ao antigo colega, deixando-o saber que estava pensando nele e rezando por ele. Depois de receber a carta, Travis chamou seu antigo amigo do hospital e os dois conversaram por um tempo. Alguns dias depois, Mark e Tom conversaram também, pela primeira vez em quase quatro anos. E enquanto isso, as feridas de Travis começavam a se curar aos poucos na cama do hospital, assim como as amarga divisão entre os três, que juntos marcaram a trilha sonora da adolescência de uma geração com o blink-182.

Quando o Blink-182 anunciou a decisão de entrar em um hiato indefinido em 22 de fevereiro de 2005, eles eram uma das bandas de pop punk de maior sucesso no mundo, tendo vendido em torno de 25 milhões de álbuns durante a carreira. Apesar do uso da palavra “hiato” e o modo que foi anunciado pela banda insinuarem a possibilidade de colaborações futuras, – “Enquanto não houver nenhum plano certo para a banda voltar a trabalhar junta, ninguém sabe o que o amanhã pode trazer.” – eram poucos os que realmente acreditaram que não se tratava de uma separação definitiva: afinal de contas, os ídolos do post-hardcore At The Drive-In e Fugazi anunciaram o hiato em 2001 e 2002 respectivamente, e nenhuma delas mostrou alguma chance de voltar aos palcos.

Inicialmente, o Blink colocou abaixo a possibilidade que a separação significava uma cisma em sua longa amizade – “Eu amo esses caras, eles são meus irmãos,” Travis contou à KROQ após a separação. “Eu gostaria de esclarecer os boatos que nós nos odiamos. Isso não é verdade. Nós queremos nos divertir e depois nos reunir e escrever um novo álbum quando for a hora certa.” Mas as rachaduras logo começaram a aparecer quando chegou a hora de promover seus novos projetos, Angels & Airwaves de Tom e o +44 de Mark e Travis.

Em sua primeira grande entrevista após o Blink, Tom prometeu que em dois anos, o Angels & Airwaves seria a maior banda de rock do mundo”, e disse sobre seus antigos amigos “quando o dinheiro e a fama entraram na equação, e nós estávamos envelhecendo e tivemos filhos, acho que nós amadurecemos separadamente.” Mark respondeu dizendo, “sua natureza egoísta está destruindo tudo o que nós três, nossa equipe e todos que trabalharam com a gente trabalhamos tanto para fazer.” As esperanças de uma reunião do Blink pareciam ficar cada vez mais distantes com cada entrevista posterior.

“Será que eu ao menos previa o dia que nós iríamos nos reunir?” imagina Tom hoje, através de um telefonema enquanto o ônibus do Angels & Airwaves vai em direção a Las Vegas para o antepenúltimo show da turnê americana. “Na minha mente eu não via isso com realidade, não. Mas eu descobri que estive errado na minha vida algumas vezes com coisas que eu fico muito sentimental.”

Respondendo à mesma pergunta em casa, alguns dias depois, Mark é um pouco mais ambíguo.

“Eu nunca realmente soube,” ele admite, “pois no fim das contas, não foi minha a decisão de colocar um fim no Blink-182. E as pessoas sempre me perguntavam se o Blink iria voltar a tocar novamente, e minha resposta honesta era de que, na verdade, eu podia nos ver separados para sempre, ou voltando no dia seguinte. Isso precisava apenas dos três juntos no mesmo lugar e na mesma hora.”

“Mesmo antes do acidente do Travis, eu acho que todos nós tínhamos consciência de que nós batalhamos por todos os problemas que tivemos antes e, não só pensando sobre a banda, acho que estávamos num ponto onde queríamos colocar toda a energia negativa para trás e ao menos nos reconectar como amigos,” Mark acrescenta. “E obviamente após o acidente, nenhum dos argumentos ou sentimentos ruins de cada um foi exposto.” “Ninguém ligava sobre nenhuma outra merda que havia acontecido,” Tom concorda, “Nós só queríamos que o Travis melhorasse.”

No contexto do acidente do Travis, a primeira conversa entre Mark e Tom foi estranha. Os dois ficaram duas horas falando no telefone sobre os velhos tempos e o que transpareceu em suas vidas desde a separação.

“Apesar de todo rancor e entrevistas que um falava mal do outro, foi uma boa conversa.” Disse Mark.

Foi combinado do trio se encontrar no estúdio de Mark e Travis em 2008. Enquanto os ânimos se acalmavam, amigavelmente, nenhum deles queria tocar no assunto da banda inicialmente. Foi então que Tom, finalmente, abordou o assunto.

“Ele disse, ‘Bom, como vocês se sentiriam com a possibilidade de voltarmos a tocar juntos?’”, relembra Mark, “E eu disse que nós definitivamente deveríamos voltar com o Blink e fazer o que fazíamos desde o primeiro dia. Acho que todos tinham aquilo no coração e nós partimos dali.”

Rumores de uma possível reunião do Blink começaram a circular na internet assim que o trio anunciou em entrevistas que voltaram a se falar. Em novembro de 2008, a Kerrang! afirmou confidentemente que o trio estaria de volta como o Blink-182 novamente, e no dia 8 de fevereiro a notícia foi oficial, direto de Los Angeles. No Grammy Awards Travis anunciou “Nós costumávamos tocar música juntos, e nós vamos tocar música juntos novamente.” Na verdade, a banda já estava tocando junta novamente, colocando as idéias para funcionar no estúdio, para novas músicas do sexto álbum do Blink-182. De acordo com Mark e Tom, as sessões foram naturais e soaram muito bem – “Incrível” é a palavra que Tom usa, na verdade – mas o trio deu uma parada nas sessões no início da primavera, antes que qualquer música fosse escrita completamente.

“Fazia muito tempo que não tocávamos juntos, e nós não queríamos soar como três caras tocando individualmente,” explicou Mark, “nós queríamos soar e nos sentir como um grupo de novo.”

Uma turnê de verão com bandas como Fall Out Boy, The All-American Rejects, Panic! At The Disco and Taking Back Sunday foi uma oportunidade perfeita para o trio se ligar ainda mais, e enquanto as amizades eram restauradas, também serviu para confirmar o quanto essa banda significou para uma geração de fãs.

“O fato da banda ter ficado maior enquanto estávamos separados fundiu minha mente,” disse Tom humildemente, aumentando o tom e volume da voz. “Nossa, nós fizemos shows com 40,000 e 50,000 pessoas em algumas cidades, o que é insano. Saber que a banda ainda é apoiada dessa forma só fortaleceu nossas ambições.”

O trabalho no novo álbum de estúdio começa com garantia esta semana, nos estúdios da banda em Los Angeles e San Diego. Após a morte do produtor de longa data da banda, Jerry Finn em agosto de 2008, Mark diz que a banda irá auto-produzir o álbum, apesar da opção de trazer ajuda de fora permaneça aberta. Quando foi pedido para descrever os esboços iniciais das músicas, Tom usa as palavras “rápido”, “grandioso” e “totalmente futurista”, e Tom e Mark insistem que o tempo que passaram separados apenas reforçou suas capacidades

“Nós não vamos voltar a 1993, mas vamos tocar com o espírito e energia que as pessoas esperam do Blink-182,” disse Tom, “mas o leque de coisas que podemos fazer é muito mais extenso. Mark fez muita música com pessoas diferentes nos últimos anos, Travis sempre será o melhor baterista do planeta e eu gosto de pensar que os três álbuns do Angels & Airwaves me mostraram que minha capacidade de compor se desenvolveu também. Então agora nós sentimos que podemos fazer qualquer coisa. As pessoas vão amar o álbum.”

Antes do álbum aparecer, porém, há alguns shows principais do Blink-182 no Reading and Leeds festivals e datas na Escócia e Irlanda. Quando olham o panorama, Mark e Tom não poderiam estar mais animados.

“O fato do Travis ter que literalmente pegar um ônibus por quatro dias e depois viajar por uma semana em um navio para chegar até vocês mostra nossa dedicação e o quanto estamos animados,” comentou Mark.

“Não acredito que seremos uma das bandas principais do Reading and Leeds,” Tom riu. “É uma honra enorme. Eu demorei tanto formando o Angels & Airwaves que não está na minha cabeça que eu estou em uma banda gigante, então é bem louco. Eu estou bem animado que vocês, leitores, se importam tanto e eu acho que será divertido.”

Então, o que podemos esperar do novo Blink-182 em agosto?

“Esperem muita diversão, muitos palavrões e ótimos momentos,” Mark riu. “Em alguns aspectos, é como se os últimos cinco anos nunca tivessem acontecido,” ele acrescentou, “Mas parece mais saudável do que antes. Sempre apreciamos o que temos, mas quando você é pego nessa vida, pode perder um pouco da perspectiva. Nos separar, fazer outras coisas e depois voltar, nos faz perceber o quão incrível o Blink-182 é para nós três. E o fato das pessoas ainda dividirem esse sentimento também, faz as coisas ficarem ainda melhores.”

Thanks to markallanhoppus.tumblr.com and blink-182media.com!

“Algo muito legal será anunciado!” (Atualizado!)

Thursday, June 17th, 2010

O twitter do Blink-182 postou a poucos instantes a seguinte mensagem:

Ouça a KROQ 106.7 FM na segunda-feira, dia 21 de junho, às 5pm PST. Algo muito legal será anunciado. http://www.kroq.com

Bem misterioso esse tweet! Para os que irão perguntar nos comentários: 5pm PST equivale à 9 horas da noite aqui no Brasil. Fiquem ligados na rádio ou aqui no Action182.com!

Atualizado

O Mark Hoppus postou em seu blog também:

Nesta segunda, 21 de junho, às 5PM no horário do Pacífico, você pode ouvir um anúncio na KROQ 106.7FM a respeito de algo grande. Eu não vou dizer o que é exatamente, mas um possível anagrama é “bee hooting twinkly”. Você pode ouvir pela KROQ.com. Muito excitante!

Pra quem não sabe o que é um anagrama, clique aqui. Pra quem quiser se aventurar em achar um anagrama com sentido pra “bee hooting twinkly”, há essa calculadora de anagramas aqui. Se é que existe algum sentido nessas palavras…

É aguardar!

Aviso : Estamos tentando, de alguma maneira, ouvir a rádio online, porém não é possível por conta de algo na justiça dos Estados Unidos que permite a transmissão apenas para o próprio país. Caso consigamos de alguma forma ouvir, postaremos aqui.

Box Car Racer está de volta…

Wednesday, June 16th, 2010

…em vinil!

Isso mesmo, o Box Car Racer terá seu único álbum, o “Box Car Racer”, lançado em vinil!

Para quem não lembra, o BCR foi criado pelo Tom DeLonge em 2001 quando o Blink-182 estava parado após suas turnês. Tom chamou o Travis Barker para a bateria e o David Kennedy (atualmente no Angels & Airwaves) para a segunda guitarra. Posteriormente Anthony Celestino foi chamado para tocar baixo durante a turnê da banda. A banda contou com as participações na gravação do cd do Mark Hoppus na música “Elevator” e o Tim Armstrong (Rancid) e o Jordan Pundik (New Found Glory) na música “Cat Like Thief”.

O vinil será lançado na HotTopic, limitado à 2000 cópias e virá numa caixa gatefold. O vinil terá uma coloração vermelha clara misturada com uma espécie de fumaça preta, fora a conhecida arte do “garotinho correndo”.

Caso vocês acessem o site da HotTopic e fizerem uma busca sobre o “Box Car Racer”, não encontrarão nada, pois o vinil ainda vai ser disponibilizado e em breve teremos mais informações sobre o seu lançamento.

Thanks Alter The Press and Vinyl Collective!

Blink-182 tocando Down e Always!

Monday, May 24th, 2010

Direto do blog do Handsome Randsome:

“Haven filmando o Blink-182 tocando Down e Always com uma lente olho de peixe.”

“- Eu mal posso esperar pra ver como esse vídeo vai ficar no Blinkumentary!” Haven Lamoureux

Tom Delonge diz estar feliz com a volta do Blink

Monday, April 26th, 2010

O Tom conversou com o Chicago Tribune e falou um pouco sobre a volta do blink-182, confira a tradução do artigo:

Em setembro de 2005, Tom Delonge, conhecido como o vocalista/guitarrista de piercing no lábio do Blink-182, anunciava que sua nova banda, Angels & Airwaves, estava “preparando a maior revolução do rock’n'roll dessa geração.” Ele disse que seria “o melhor álbum que alguém já ouviu em 20 anos.”

Na noite de sábado, o roqueiro de 34 anos explicou seus comentários infames, horas antes de um show show do AVA no Aragon Ballroom.

“Eu estava usando Vicodin,” DeLonge disse rindo. “Muito Vicodin.”

DeLonge, uma das poucas celebridades que são mais altas pessoalmente, tirou sarro de si mesmo por causa de suas previsões ousadas e admitiu, “Quando você está viciado em medicamentos você diz coisas estúpidas.” Ele já se recuperou de seu vício em analgésicos e não disse nada muito incomum durante nossa conversa de 20 minutos.

DeLonge insistiu que começou a moderar as coisas de forma significante desde os primeiros dias com o blink. O cara do clipe “What’s My Age Again?” de antes, agora é marido e pai de duas crianças. Ele é o empresário que está por trás do Modlife.com, e está produzindo um filme, “Love”, que ele espera finalizar neste verão.

Mas é claro que o projeto que os fãs mais aguardam é o próximo álbum do Blink, que parecia que nunca mais seria possível, até que aconteceu a reunião no ano passado, depois do “hiato indefinido” que havia sido anunciado em fevereiro de 2005.

“Minha maior falha foi o término do Blink,” DeLonge disse. “Foi uma falha com amizades, negócios e comunicações. Em nossos corações, pensávamos que seria o fim para sempre. O que é engraçado é que na época eu vi isso como um triunfo. Mas o fato de eu ter feito uma decisão tão prejudicial a mim mesmo e à minha identidade e começar novamente foi algo vitorioso.”

O trio começou a se falar novamente depois que o baterista Travis Barker sobreviveu a um acidente de avião que matou quatro passageiros em 2008. As conversas permitiram uma reunião e uma turnê nacional no verão passado.

“Se aquele acidente não tivesse acontecido, nós não voltaríamos a ser uma banda,” DeLonge disse. “Simples e natural. Foi o destino.”

A banda reunida ficou brevemente no estúdio antes da turnê no verão passado e vão finalizar o trabalho no álbum em junho.

thanks to Blink-182Media.com!

Pneus irregulares são a causa do acidente de Travis Barker!

Saturday, April 10th, 2010

Depois de quase 2 anos, foi concluída a investigação sobre o acidente aéreo no qual, Travis Barker e DJ AM sobreviveram e mais 4 pessoas morreram, ocorrido na cidade de Columbia, Carolina do Sul.

Confira o que o site da Spinner escreveu sobre o assunto:

“Pneus sub-inflados foram a causa da queda do avião Learjet que causou a morte de quatro pessoas e feriu gravemente o baterista do Blink-182, Travis Barker, e Adam Goldstein, o DJ AM, em setembro de 2008, os investigadores de segurança concluíram a investigação nesta terça-feira, 6 de abril.

O Conselho de Segurança de Transporte norte-americano falou que o comandante do avião também cometeu erros, informou a Associated Press.

Os investigadores disseram que, por suas estimativas, os pneus do avião não haviam sido verificados há três semanas. Eles também revelaram que os pneus deviam ter sido alterados, após oito dias de serviço.

Também transpareceu que o piloto tenha tomado à decisão errada para abortar a decolagem em Columbia. Todos os quatro pneus do avião explodiram segundos depois, quando o avião atingiu uma velocidade de 150 mph (240 km/h) na pista. Os investigadores disseram acreditar que o avião tinha, nesta fase, superado a velocidade máxima permitida de abortar facilmente a decolagem.

Barker e DJ AM – nome verdadeiro de Adam Goldstein – foram os únicos sobreviventes do acidente e ambos sofreram queimaduras graves. Tragicamente, Goldstein morreu um ano depois por causa de uma overdose.”

As famílias de Travis e DJ AM chegaram a um acordo legal com várias empresas aéreas que tinham envolvimento no Learjet. A família do DJ AM ainda acusa as empresas de homicídio, pelo fato de que o acidente deixou o DJ AM com sérios problemas com drogas. A família entrou com uma ação de 20 milhões de dólares sobre as empresas aéreas envolvidas.

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