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Tatuagens

A Bandeira de Corrida:
“A bandeira de corrida no meu pescoço é pelo ano do meu Cadillac favorito. Eu a fiz há pouco tempo. Eu tenho também algumas flores japonesas na minha nuca. Eu nem sei como elas são direito pois eu não consigo vê-las, mas elas dizem ‘Mom’ (Mãe) com o formato das flores.”

Logotipo do Cadillac:
“Eu fiz o emblema do Cadillac quando eu tinha 21 anos, porque eu já colecionava Cadillacs. Eu não gosto de dirigir nenhum outro tipo de carro.”

Can I Say:
“Eu tenho um símbolo do Dag Nasty. Essa é uma banda na qual eu cresci ouvindo. E eu tenho o ‘Can I Say’ porque é o nome do primeiro álbum deles.”

O Coração, Um Microfone e Jesus:
“Eu tenho o coração de quando eu tinha 19, porque eu nasci católico. Eu também tenho um microfone e Jesus. Eu pensei que se eu tatuasse Jesus em mim, coisas boas iriam acontecer, ou talvez ele se revoltaria comigo ou coisa assim.”

O Aparelho de Som:
“O aparelho de som no meu abdômen é porque eu cresci amando as danças de rua, e eu colecionava aqueles aparelhos pequenos. Eu tinha uns 20 deles. Todo mundo ia comprar doces e eu comprava aqueles aparelhos e os carregava bem alto nas esquinas com aquelas fitas cassete. Daí eu consegui que o meu favorito durasse até quando tinha uns 19 ou 20 anos e o tatuei quando eu tinha 21.”

Bones:
“A minha primeira tatuagem foi a palavra ‘Bones’ (Ossos) na minha perna. Eu a fiz quando tinha 17, porque esse era o meu apelido quando eu era calouro.”

Família, Pássaro, Flores e Self Made:
“Eu tatuei a palavra ‘Família’ no meu braço quando eu tinha 20. Eu tenho um pássaro que eu nem sei de onde eu tirei a ideia. Eu estava em Denver e eu estava entediado e queria completar o meu braço direito com mais alguma tatuagem. Então eu só fui até um tatuador e falei, ‘Me dá isso’. E depois, o cara me fez essa [flor no braço dele]. Ele se especializou em tulipas. Eu não sou um cara que gosta de flores, mas é uma honra ter uma tatugem dele, porque ele nem faz uma tatuagem em você se ele não gosta de você. E eu também tenho a ‘Self-Made’ (Auto-Feito) nos meus dedos, de 2000, porque eu tive que ralar pra ter tudo o que tenho. Eu realmente não tenho a quem agradecer por ter me dado uma mãozinha e ter me feito o que sou.”

Garotas Caminhoneiras, Pilhas de carro, Hope:
“Eu tenho as garotas caminhoneiras de quando eu tinha 22. Eu meio que gosto do estilo trash delas. Tenho as pilhas de carro porque eu realmente curto carros, pra caramba – tem uma meio santa e a outra meio demoníaca. Tenho também a palavra ‘Hope’ (Esperança) escrita nas minhas costas. Essa eu fiz quando tinha 19, por causa da música dos Descendents, mas também uma coisa positiva depois que a minha mãe passou dessa.”

O Braço Direito da Sorte:
“Meu braço direito é meio que o meu braço da sorte. Ele tem tudo – uma porrada de cartas, baquetas, um copo de martini, um cifrão, meu número da sorte: sete, minhas iniciais e um pé de coelho. Eu tenho um demônio que foi para os skatistas do Black Label. Eu curtia andar de skate ainda quando eu já tinha 22, daí eu a fiz. Ela não me caiu muito bem, mas mesmo assim eu me recuso a retirá-la. Eu não quero retirar nenhuma das minhas paradas. Elas são tão fodas.”