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Fatos sobre Tom DeLonge

Tom-DeLonge

Primeiro show: “Foi de uma banda chamada Chemical People, de pop-punk, de Los Angeles. A coisa que eu mais me lembro era de me perguntar como seria tocar em uma banda na frente de tantas pessoas. Mesmo que fosse só 400 delas.”

Show que mudou a vida: “NOFX no World Beat Center com Offspring e Face To Face. Eu me lembro como o NOFX era engraçado e como eles não se importavam com porra nenhuma exceto se divertir. Era ainda muito punk rock, mas de algum modo muito mais manero do que qualquer outra coisa que eu já vira ou poderia imaginar. Eu sai um cara diferente.”

A tal que se foi
: “Se eu pudesse ver uma banda que eu nunca pude ver, eu escolheria Stiff Little Fingers. Eles foram uma das primeiras bandas de punk rock que eu já ouvi, eles foram muito responsáveis para a minha escolha de tocar guitarra.”

Pior experiência de show
: “Uma vez, quando a gente tava no palco tocando, o retorno estava tocando a nossa música tão alto que na realidade, a gente conseguia ouvir nós mesmos tocando. Aquilo realmente nos abalou emocionalmente por semanas.”

Artigo na Rolling Stone: “Eu era um puta garoto punk rock skatista,” lembra DeLonge. “Eu lembro que a gente ia começar do final da nossa cidade [Poway, CA no subúrbio de San Diego] e andar de skate até o outro lado, zuando com as pessoas nas ruas, parando em cada loja de skate, quebrando todas as latas de lixo e ser presos.” “O primeiro instrumento musical do Tom foi um trompete,” diz sua mãe, Connie DeLonge. “A gente o comprou pra ele como presente de natal quando ele tinha 11 anos e eu me lembro de dizer pra ele, ‘Quando você ficar bem craque, você pode nos acordar com uma reveille’. Mas nós erramos em não enfatizar que nós iríamos decidir quando este dia iría chegar”. Então um dia, às 5 da manhã, Thomas DeLonge acordou seus pais com um barulho muito alto, mais perto de uma sirene de ambulância do que um sinal militar. O pai dele ficou furioso mas sua mãe ficou feliz.
Tom se especializou em descobrir modos de deixar seu pai agitado – apesar de ele também ter deixado sua mãe “famosa” quando estava no 1º ano do colégio quando ela ficou sabendo que ele tocara uma de duas primeiras composições de punk-rock chamada “My Mom’s A Transvestite” (“Minha Mãe É Um Travesti”). A música tinha um riff de guitarra mais difícil do que ele praticava antes – o que significa, é claro, que “My Mom’s A Transvestite” era um trabalho de um artista mais maduro. “Eu sabia exatamente o quão duro eu teria que ralar na escola,” diz DeLonge. “A partir do momento que eu tirei aquele C, eu não iría tentar mais nenhum minuto para conseguir um B. Eu só me preocupava em andar de skate e a música.”
“Ele sempre pensou em abrir uma bar de café,” revela Connie. “Eu o amo – mesmo apesar de eu não entender a vulgaridade de algumas partes do humor dele.”

Melhores álbums de todos os tempos:
The Descendents – Milo Goes To College
Propagandhi – Less Talk, More Rock
Fugazi – Repeater +3 Songs
NOFX – Punk In Drublic
Pennywise – Unknown Road
Jimmy Eat World – Static Prevails
Stiff Little Fingers – Inflammable Material
Far – Water & Solutions
Beastie Boys – Pauls Botique