4 curiosidades sobre o álbum Dude Ranch, de 1997

Autor Por Danilo Guarniero em 17/09/2015

blink-182-dude-ranch

Semana passada demos uma volta lá por 1994 e 1995, com o lançamento do primeiro disco do Blink, Cheshire Cat, onde houve a famigerada mudança de nome, acrescentando o 182. A partir daí, o trio californiano só cresceu.

Nesta lista, falaremos do disco que alavancou o nome da banda de um simples grupo de punk rock do undergound da região de San Diego para uma banda que faz turnês já maiores pelos EUA e até Europa, tocando com diversas bandas do cenário mundial. Estamos falando do Dude Ranch, de 1997, lançado pela Cargo Records.

Dude Ranch, último disco com Scott Raynor ainda na bateria, foi gravado entre 1996 e 1997 no Big Fish Studios, em Encinitas, Califórnia, sob produção de Mark Trombino (sim, esse cara que anos depois abriria uma loja de donuts e criaria um sabor chamado Bacon-182)

Aliás, foi bem nessa época de lançamento do disco que o blink-182 fez sua primeira apresentação na TV, tocando a clássica Dammit!

Scott Raynor gravou o disco com seus tornozelos quebrados

Não só Tom DeLonge e Mark Hoppus estavam com dificuldades para gravar (ambos estavam com problema na voz bem na época da gravação), mas Scott Raynor estava com ambos os tornozelos quebrados em um período um pouco antes das gravações, locomovendo-se com a ajuda de uma cadeira de rodas. Mesmo assim, por sorte, ele conseguiu fazer a sua parte! (muito bem, inclusive)

A versão japonesa do disco tem uma faixa bônus chamada “Dog Lapping”

Na verdade, essa é um esboço do que seria a música “The Country Song” e é um bonus ao vivo que está presente apenas na versão japonesa do Dude Ranch. Essa música entro depois no disco “The Mark, Tom and Travis Show”, em versão também ao vivo.

Curte o disco Dude Ranch do blink-182 tanto quanto nós gostamos? Não deixe de conferir as camisetas exclusivas que temos em homenagem a ele. Clique aqui! <3

O riff de Dammit foi composto em um violão com duas cordas faltando

O riff dessa música foi criado em um violão com duas cordas faltando. Tudo bem que é um riff simples que se usa apenas as três últimas cordas do violão ou guitarra (em um violão com todas as cordas), claro, mas Hoppus teve que pular as cordas faltantes para criá-lo.

A música, composta por Mark Hoppus após um término de relacionamento, veio de forma espontânea. Ele diz que “se você trabalha em uma música por cinco semanas, você está forçando ela”.

Por falar em forçar, Mark realmente forçou sua voz para gravar essa música. Como dito acima, ambos os vocalistas estavam com problemas na voz. Como a melodia de Dammit foi composta em um tom muito acima do que Hoppus alcançava, ele teve que gritar e sofreu alguns danos nas cordas vocais que levaram a banda a cancelar a última semana de gravação do disco. “Eu gosto dos meus vocais em Dammit, é bem cru e legal, mas não é uma técnica vocal que eu recomendaria. Sabe, fumar, gritar… essas coisas,” disse Mark sobre sua performance nessa música.

A música “I Won’t Be Home For Christmas” foi gravada nas mesmas sessões de Dude Ranch

A música natalina I Won’t Be Home For Christmas foi lançada como uma promo para as rádios em 1997. Mas mesmo que não tenha entrado para o álbum, ela foi gravada durante as sessões do disco Dude Ranch, produzida também por Mark Trombino. Em 2001, a MCA lançou como single internacional do blink-182, mas a música sempre permaneceu com a bateria original gravada por Scott Raynor.

 

Clique aqui para saber mais curiosidades sobre cada música desse disco!