Arquivo da Categoria ‘Livros’

Livro do dia: Nudez Mortal

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Esse é ESPECIALMENTE pro Shiko: Nora (L)

O livro não é pornô, seus tarados, e sim sobre prostitutas que são assasinadas.

O site ficou aproximadamente um ano fora do ar, tempo pra eu conseguir ler mais uns 9874324 livros, o colombia leu 15 na vida inteira dele (coitado), e aposto que vcs tbm. IUHDUSAIHDIUAHDIASUDHA

O livro de hoje é o primeiro da SÉRIE (linda, perfeita e maravilhosa) MORTAL, do pseudônimo da Nora Roberts, J.D Robb. A série tem nove livros lançados no Brasil (décimo será lançado nesse mês, nem to ansiosa), e nos Estados Unidos aproximadamente 28 (isso mesmo, VINTE E OITO) livros da série já foram publicados.

Então..

No ano de 2058, a detetive de homicídios da Polícia de Nova York, tenente Eve Dallas, investiga o assasinato de Sharon DeBlass, neta de um senador. A vítima é uma acompanhante profissional (prostituta legalizada de luxo), e na cena do crime, o assassino deixa um bilhete onde está escrito uma de seis. (primeira das seis a serem assassinadas)

Um dos suspeitos é o bilionário Roarke, um homem misterioso, cujo passado é totalmente desconhecido. Porém, o passado duvidoso do irlandês super hot da série encanta a tenente, que vai contra todos os seus conceitos de integridade e se apaixona por seu principal suspeito.

Eve começa uma corrida contra o tempo para impedir os assassinatos em série, e ao mesmo tempo fugir dos próprios fantasmas de seu passado e da atração que sente por Roarke.

Após descobrir o assassino, Eve torna-se famosa por seu trabalho meticuloso, e cada próximo livro da série narra outro assassinato super irado, e junto com sua equipe e Roarke (fofo *-*), Eve supera os fantasmas de seu passado, e por aí vai.

Só digo que: vicia, todos os livros são bons, chorei no último, Eve tottaly brings the awesome, vale a pena imaginar o Roarke Hot (Bruno morre de ciúmes!), e é ENGRAÇADO (o que eu não sou). IUHDSUIDHSAIUDHASIUDAH
Obrigada pela atenção, leiam.

Livro da semana: Eu Sou o Mensageiro

sábado, 14 de junho de 2008

Oi. Meu nome é Mona, e eu estou aqui só porque sou namorada do chefe, ou porque sou nerd e vou postar sobre livros. E eu não sou engraçada, fikdik. Em vez de vocês ficarem aqui lendo esse blog desatualizado e abandonado pelo Shiko, vão ler um livro!

Então, aproveitando a vibe Markus Zusak, mesmo autor maravilhoso de A Menina que Roubava Livros, o livro de hoje é EU SOU O MENSAGEIRO! OMFG, é muito legal, é mais que legal, é sensacional! Ok, como eu já havia dito, não sou engraçada.

Mesmo não sendo a Morte a narradora da história, o livro é demais! Se liga:

Ed Kennedy, um rapaz de 19 anos, um inexperiente taxista que já entra na maioridade sentindo-se um fracassado, como os amigos que o acompanham. Todos são uns verdadeiros inúteis. Não conseguiu nada de importante na vida, não é um gênio, não se dá bem com as garotas, e é apaixonado por sua melhor amiga, que dorme com todos (menos com ele). Ed, após de perder o pai para a birita, e sendo odiado pela mãe ranzinza e amarga, leva uma vida sem ambições, morando sozinho em uma casinha alugada com seu cachorro viciado em café.

Sua vida começa a mudar, quando, em um dia comum, Ed e seus amigos vão a um banco local, onde o jovem impede, meio que sem querer, um assalto. Torna-se um herói momentâneo, e fica conhecido e a partir daí. No mesmo dia, começa a receber uma série de cartas de baralho na sua caixa de correio, onde primeiramente recebe um ás de Ouro, e em seguida, os outros três ases e um coringa. Cada uma destas cartas têm endereços e charadas, que levam o rapaz a se envolver na vida de outas pessoas, desconhecidas, que vivem em situações problemáticas. Sentindo-se compelido a cumprir suas missões, mesmo sem saber se as compreendeu corretamente, e quem as envia.

No decorrer da história, Ed ajuda um padre a ter de volta sua Igreja cheia de fiéis de uma maneira única, aproxima dois irmãos que se odeiam, incentiva uma atleta sem auto-estima, e salva a vida de uma mulher, que vivia violentada pelo marido.

Com o misto de destemor e resignação dos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder, Ed vive o suspense em torno do remetente das cartas e do bem sucedido final das missões, e acima de tudo, Ed entenderá que é muito melhor do que pensa, sendo um mensageiro.

Ok, eu vou postar sobre livros, esse é muito bom, o Ed é meu herói (a Liesel também), feliz dia dos namorados, eu caí e bati o queixo, façam o download do cd novo do Weezer. Beijosmil :*

Livro do dia: A Menina que Roubava Livros

segunda-feira, 2 de junho de 2008

É um dos livros mais fodas que eu já li na minha vida, que me fez chorar litruz, riuz, oceanusatlanticus, baldes, catratatasduinguaçu e toda a linguagem boiola que vier na sua cabeça.

é a singela históra da pequena Liesel que é deixada numa casa pela sua mãe por causa da guerra, pra ela não explodir boom rs -q. no caminho pro local seu pequeno irmão morre e ela conhece a sua companheira fiel durante a sua jornada e narradora da historia. A Morte *-*

Numa sinpopse mais decente do que a minha seguramente, eu posto a do Submarino:

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

é linda a historia @______________@ os personagens são todos fodas, cada um da sua maneira. é um livro que me faz sentir *-* fiz umas 6 pessoas comprarem ele na época que eu li.

LEIAM. parem de ler essa porra desse meu blog e LEIAM A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS.